Vereadora da cidade de São João Batista é investigada por acúmulo de cargos

A vereadora Zilmara Serra, de São João Batista, é alvo de um inquérito aberto no dia 6 de agosto pelo Ministério Público para apurar denúncia de acúmulo de cargos. O procedimento foi instaurado pelo promotor Felipe Rotondo.

O caso veio à tona em junho deste ano, quando, em um debate na Câmara, a parlamentar admitiu que tinha uma função comissionada na Prefeitura Municipal, mesmo sendo vereadora.

No embate, ela chegou a alegar que algumas das suas faltas às sessões deviam-se ao fato de estar representando o Conselho Municipal de Educação de São João Batista.

Numa apuração inicial, o MP conseguiu confirmar “o exercício do cargo comissionado pela Vereadora sem o afastamento do seu cargo no legislativo municipal, informação última prestada pela própria Câmara de Vereadores”.

Esse tipo de acúmulo de cargos é ilegal.

Big Brother Brasil chegou em São Luis para selecionar novos participantes

Pela primeira vez na história do Big Brother teremos um representante maranhense na casa mais vigiada do Brasil. A Rede BBB desembarcou hoje (14) em São Luís para selecionar os futuros Brothers 2019.

Os candidatos estão vindo de vários municípios do Maranhão em busca de uma vaga no reality. O Big Brother Brasil é uma versão brasileira apresentada na Rede Globo, onde os confinados disputam o prêmio de R$ 1.500.000,00 onde terão que encarar provas, festas, romances , paredões, brigas e emoções a flor da pele dentro da casa mais vigiada do Brasil.

Abaixo fotos e vídeos dos candidatos maranhenses divulgadas pela REDE BBB no Twitter.

Fonte: Luis Cardoso

Autores de ataques contra juíza Anelise Nogueira podem ser identificados pela Polícia Federal

Polícia Federal pode identificar autores de onda de ataques contra Anelise NogueiraO senador Roberto Rocha (PSDB) enviou ofício ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedindo que seja garantida a independência necessária à juíza Anelise Nogueira Reginato. Rocha se mostrou preocupado com a onda de ataques contra a magistrada após sua decisão no processo quer tornou o governador Flávio Dino inelegível. No documento o senador também solicita que a Polícia Federal abra inquérito e identifique os autores da ofensiva difamatória sofrida por Anelise.

O ofício foi enviado ontem (13) e tem como destinatária a ministra Cármen Lúcia. Roberto Rocha afirma na peça que Anelise Nogueira é alvo de acusações e ataques pessoais infundados e proferidos, de forma anônima e identificada, em redes sociais e meios de comunicação. E recorreu auxílio ao CNJ para garantir a integridade pessoal e profissional da juíza.

Anelise Nogueira ganhou notoriedade nacional após condenar o governador do Maranhão, Flávio Dino, em processo motivado por abuso de poder econômico nas eleições de 2016. O réu recebeu multa e teve sua inelegibilidade declarada por oito anos.

“Se qualquer jurisdicionado não está satisfeito com uma eventual decisão judicial que lhe foi desfavorável, tem todo o direito de recorrer e não de tentar desqualificar uma autoridade do Poder Judiciário”, disse Roberto Rocha em contato com a reportagem.

Fonte: Imirante

Estado do Maranhão tem 2ª maior taxa de morte em decorrência do parto no Brasil

 Hipertensão, diabetes e infecções estão entre as principais causas da mortalidade materna (Foto: Reprodução/TV Mirante)Aumentou no estado do Maranhão o número de mulheres que morreram em decorrência do parto. O estado tem a segunda maior taxa do país com 122 mulheres para cada 100 mil nascimentos. Os dados foram divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo a OMS, cinco mulheres morrem por dia no Brasil vítimas da mortalidade materna em decorrência de complicações da gravidez, parto ou pós-parto. Em 2015 a taxa era de 62 mortes por 100 mil nascidos vivos, mas em 2016 voltou a avançar em 16 estados e a média nacional atingiu 64,4. Destaque para o Maranhão, um dos lugares onde mais mulheres morreram.

Entre as principais causas da mortalidade materna estão hipertensão, diabetes, infecções, que incluem doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), hemorragias e abortos provocados.

O médico obstetra e ginecologista Araquem Alves afirma que 90% dessas mortes poderiam ser evitadas se houvesse um gerenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS). “Se nós tivéssemos pré-natal, um sistema funcionando adequadamente 90% dessa mortalidade poderia ser controlada. Então é número muito grande. Está havendo um mal gerenciamento do Sistema Único de Saúde. Não adianta você oferecer um pré-natal se você não consegue dar sequência porque depois do pré-natal vem o parto. Depois do parto vem o puerpério. Então é uma sequência”.

O especialista acrescenta também que fatores sociais e econômicos são determinantes para o elevado número de mortes. Ele pontua também que a pobreza, falta de saneamento básico e acesso difícil ao pré-natal e outros serviços de saúde fazem com que algumas mulheres não consigam se tratar a tempo e nem ter um ritmo de vida saudável.

“Melhorar a qualidade da pessoa que vai para o pré-natal também é muito importante. Eu tenho que dá alimentação para que ela não tenha carência alimentar, que ela não tenha anemia, que ela possa gerar uma criança saudável e sem uma consciência cidadã nenhuma meta é factível”, explica o médico obstetra e ginecologista Araquem Alves.

Mesmo com a divulgação da Organização Mundial da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) disse que está coletando os dados nos municípios maranhenses e que depois disso os números passarão por uma análise.

Fonte: G1MA

Lançamento do projeto para combater pau de arara no Maranhão é realizado pelo Ministério Público

Desde 2014 até 2018 foram registrados cerca de 20 acidentes envolvendo o transporte escolar, segundo o Ministério Público

Ministério Público do Maranhão e o Ministério Público Federal realizaram nesta segunda-feira (13), em São Luís, o lançamento do projeto “Pau de Arara Nunca Mais: o MP na defesa do transporte escolar de qualidade” que busca combater no estado este tipo de transporte público escolar.

Segundo o Ministério Público, o principal problema é o uso do pau de arara como meio de transporte dos alunos para a escola. Desde 2014 até 2018 foram registrados cerca de 20 acidentes envolvendo o transporte escolar, em que no mínimo 10 adolescentes morreram ou tiveram parte do corpo mutilada.

A Promotora de Justiça, Sandra Pontes, explica que é necessário a mobilização de todas as instituições e que serão entregues recomendações aos órgãos da Polícia Militar, Polícia Civil, Detran e Polícia Rodoviária Federal.

“Nós temos um aplicativo que é o MPMA Cidadão, onde a pessoa pode tirar uma foto ou fazer um resumo pequeno daquela denúncia e nos encaminhar para que a gente possa tomar as providências legais”, afirma Sandra Pontes.

Fonte: G1MA