Atleta morre durante natação em academia no Maranhão

Lélia Venâncio era atleta e participou de várias competições no triatletismo. 

 A atleta Lélia Venâncio, de 37 anos, morreu na tarde desta quinta-feira (15) enquanto realizava atividade física na academia Bodytech localizada dentro do Shopping da Ilha, em São Luís. As informações são da própria academia, que informou que ela foi vítima de um mal súbito enquanto nadava.

Lélia era de Belém-PA, mas morava em São Luís. Nas redes sociais, ela publicava sobre a sua vida e várias participações em competições pelo nordeste de triatletismo (que compõe corrida, natação e ciclismo).

Lélia tinha 37 anos e morreu de um mal súbito, segundo a academia onde ela morreu .

O corpo de Lélia foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Vinhais e será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). A academia onde Lélia morreu emitiu nota sobre o caso. Veja na íntegra.

Nas redes sociais, Lélia publicou várias fotos em que participava de competições como triatleta.

“A triatleta Lelia Patricia Alves Venancio, de 37 anos, teve um mal súbito enquanto nadava na piscina da Bodytech Shopping da Ilha, em São Luiz (MA). A Bodytech Company comunica que o guardião que trabalhava no momento do acontecido, prestou todo o atendimento necessário com o uso de equipamentos especiais para salvamento, entre eles o desfibrilador. A aluna foi encaminhada para a UPA do Vinhais pela ambulância do shopping, onde veio à óbito”.

 
 

Tubarões em extinção são alvo de pesca no litoral do Maranhão

Pesquisadores de 11 centros encontraram tubarões mortos em portos do Amapá ao Maranhão.

Na terça (13), um estudo publicado na revista americana Plos One apontou que a caça aos tubarões ocorrem no Maranhão há pelo menos 60 anos. As capturas aumentaram nas últimas quatro décadas, quando pescadores de outros estados do Brasil, encorajadas por comerciantes asiáticos, se mudaram para a região para iniciar o comércio.

Tubarões são encontrados com sinais de mutilação nos portos. 

No final de fevereiro, uma outra publicação na revista Scientific Reports, da Nature – uma das principais vitrines dos artigos científicos no mundo -, apontou várias espécies em extinção que estão sendo mortas durante pescarias no litoral norte do país. O estudo foi realizado no período de dois anos com a contribuição 15 pesquisadores em 11 centros de pesquisas localizados nos estados do Pará, Maranhão, Pernambuco e na Austrália.

Dentre o grupo de espécies ameaçadas identificadas no estudo estão o tubarão-martelo, tubarão-tigre e o tubarão-quati – este último existe apenas na parte norte da América do Sul, segundo os pesquisadores. O tubarão-martelo (Sphyrna mokarran) é, inclusive, alvo do governo brasileiro para conservação de espécies em perigo em nível global.

Pesquisadores realizam análise das barbatanas de tubarões encontrados em portos e mercados no litoral norte do Brasil.

 No ano passado, o Ministério do Meio Ambiente chegou a assinar um Memorando de Entendimento sobre a Conservação dos Tubarões Migratórios na 12ª sessão da Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias, nas Filipinas.

Das espécies identificadas na pesquisa, doze foram encontradas na cidade de Bragança-PA, onze em Tutóia-MA, nove em Belém-PA, nove em Raposa-MA, seis na costa do estado do Amapá, três em Carutapera-MA e dois na cidade de Vigia-PA. 

Pesca de tubarões em extinção foram identificados em sete regiões no litoral norte do Brasil, incluindo o Maranhão. 

Em entrevista, Jorge Luiz Silva Nunes, que foi um dos líderes da pesquisa, informou que as espécies de tubarões têm entrado em declínio em decorrência da pesca artesanal incidental, que ocorre quando o alvo da pescaria são outras espécies de peixes, como as pescadas ou os peixes-serra. Nos portos, os animais chegam tão mutilados que os pesquisadores precisaram utilizar técnicas com DNA para identificar as espécies.

“O animal chega todo cortado no porto, então a identificação é muito difícil. A forma que a gente utilizou para identificar essas espécies foi pelo DNA. Sabe quando você pega uma mercadoria em um mercado, leva no caixa e vê o preço? É mais ou menos assim. A gente compara as sequências de DNAs da nossa amostra com as sequências disponíveis em um banco de dados e dessa forma definimos qual é a espécie”, disse o pesquisador.

Ele também contou que os tubarões desembarcados nos portos têm a carne e as nadadeiras comercializadas, o que move uma grande cadeia produtiva que termina na venda de iguarias na cozinha asiática. A carne de tubarão é consumida no Brasil e as barbatanas dos tubarões são vendidas para compradores que as utilizam como principal ingrediente da sopa de barbatana.

“Os produtos dos tubarões são transportados para outros estados, sendo que o destino nacional normalmente é o litoral do estado de São Paulo. No comércio da barbatana, há pessoas que vem para o Brasil para comprar e levar para países asiáticos. Eles fazem a sopa de barbatana, que é consumida por pessoas com alto poder aquisitivo nesses países”, contou Jorge Luiz, que é professor da Universidade Federal do Maranhão e doutor em oceanografia.

Barbatanas dos tubarões são retiradas para comercialização com compradores asiáticos.

“Quando falamos em uma espécie entrar em extinção, muitas pessoas não sabem o que se perde com isso. Uma espécie é uma biblioteca de informações que deram certo ao longo de milhares de anos. É como se você tivesse uma biblioteca, como a de Alexandria, e elas fossem simplesmente destruídas”, afirmou Jorge Nunes.

Rota da pesca e venda dos tubarões que saem no norte do Brasil . Vermelho (Rota antes de 2010) e Azul.
 

Para os pesquisadores, além de frear a morte dos tubarões, resta ainda instrução aos pescadores, que ainda não compreendem a importância de manter as espécies vivas na natureza.

“O que falta mesmo é instruir. Não adianta pensar em conservação e trabalhar só nas universidades e não aplicar. Na verdade quem são os protagonistas de tudo são os pescadores (…) Sabia que eles não têm a menor noção sobre as espécies que estão ameaçadas. E aí quando ficam sabendo disso, eles não conseguem imaginar o que isso pode acarretar”, explicou o oceanógrafo.

Fonte : G1MA

Ministério da Saúde faz alerta sobre vacinação de adolescentes no Maranhão

Ministério da Saúde está convocando adolescentes de todo país para se vacinarem contra HPV (Papiloma Vírus Humano) e meningite. A preocupação é com as baixas coberturas vacinais em todos os estados da federação.

No Maranhão, desde a incorporação da vacina HPV no Calendário Nacional, a cobertura com as duas doses é de 48,2% entre meninas de 9 a 14 anos e 41,2%entre os meninos de 12 e 13 anos, com a primeira dose. Devem se vacinar contra meningite os adolescentes de 12 e 13 anos.

Na nova Campanha Publicitária de Mobilização e Comunicação para a Vacinação do Adolescente contra HPV e Meningites, o Ministério da Saúde está convocando 10 milhões de adolescentes de todo o país para atualizarem suas cadernetas de vacinação.

Deverão ser vacinadas contra o HPV meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Neste ano, o Ministério da Saúde está ampliando a faixa etária da vacina meningite C, que agora passa a ser 11 a 14 anos de idade. No ano passado, eram vacinados contra a doença meninas e meninas de 12 a 13 anos.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, lembrou que as vacinas contra o HPV e a meningocócica C fazem parte do calendário de rotina disponível nas unidades do SUS.

“É importante ressaltar que é uma campanha informativa, de esclarecimento e não uma campanha de vacinas. É importante para alertar sobre a necessidade da vacinação, esclarecendo o que é mito e boato, e informações verdadeiras, baseadas em estudos científicos”, observou a coordenadora.

HPV

No Brasil, 4,9 milhões de meninas procuraram as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 48,7% na faixa etária de 9 a 14 anos. Já com a primeira dose, foram vacinadas 8 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 79,2%.

Entre os meninos, 1,6 milhões foram vacinados com a primeira dose, o que representa 43,8% do público alvo. A Ministério da Saúde alerta que a cobertura vacinal só está completa com as duas doses. 

Polícia prende em Imperatriz quatro suspeitos de crime de estelionato

A polícia prendeu na cidade de Imperatriz, a 626 km de São Luís, quatro suspeitos de crime de estelionato. Os golpes podem ter sido aplicados em outras cidades, o que renderam aos suspeitos mais de 500 mil reais. Segundo a polícia, um dos presos identificado como fingia Mateus Carvalho da Silva fingiu ter ganho um prêmio na loteria para enganar as vítimas.

Mateus Carvalho da Silva foi preso pela Polícia Civil na cidade de Estreito. Com a ajuda de um homem identificado como Douglas Barros Borba ele fez várias vítimas em diversos estados. Contra ele já havia um mandado de prisão expedido há um ano pelos crimes de estelionato e furto qualificado.

Segundo o delegado Carlos César Andrade a dupla já vinha sendo investigada há algum tempo pela a polícia. “Normalmente um deles finge ser uma pessoa mais humilde. Traz um bilhete qualquer de loteria federal ou coisa assim. Diz que foi sorteado e que é analfabeto; que não tem ninguém que o ajude ou não confia na família e que precisa de ajuda, e pedem o número da vítima, de cartão. As vítimas, por incrível que pareça, entregam e processa um empréstimo via eletrônico mesmo”.

Mateus que sempre usava o nome de Antônio fazia empréstimos em valores altos. O menor foi de 15 mil reais e o de valor maior chegou a 38 mil reais. As vítimas geralmente eram mulheres e idosas.

O delegado acrescentou que a polícia identificou Mateus depois que um dos empréstimos foi transferido para a conta pessoal do suspeito. “Eles chegaram ao ponto da ousadia onde eles conseguiram fazer um empréstimo na conta da vítima de cerca de 38 mil reais e só conseguiram fazer com que a vítima sacasse 12 mil reais, e muito confiante de que não seriam descobertos foi transferido nada mais, nada menos que 26 mil reais para conta em nome do próprio Mateus, em nome do próprio criminoso”.

Um possível terceiro integrante do grupo está sendo investigado. Três homens foram presos suspeitos de estelionato. Zoracildo Agno Severino, Alex Miguel de Jesus e Tonildo Pereira de Sousa se passavam por servidores da Receita Federal.

 
 Fonte – G1 MA

PF faz operação contra quadrilha suspeita de pelo menos 7 roubos a bancos

    Bandidos explodiram agência da Caixa em Timon e um morador de rua morreu na ação (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Polícia Federal do Piauí, em parceria com a Polícia Civil do Piauí e do Maranhão, deflagrou nesta quinta-feira (15) a Operação Metalon, que cumpriu nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de roubo a banco. Em uma das ações, um morador de rua foi morto em Timon(MA). Há 12 mandados de prisão expedidos que ainda não foram cumpridos. Uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

Segundo a delegada Larissa Magalhães, o homem preso não está incluído entre os suspeitos de integrarem a organização criminosa. “Ele foi preso por tráfico, em flagrante. Os policiais acharam com ele drogas e uma balança de precisão. A priori não existe relação com os crimes de roubo a banco, mas ele tem ligação com as pessoas que já foram presas por isso”, explicou a delegada.

Apenas um caixa eletrônico foi destruído durante a ação dos bandidos (Foto: Catarina Costa/ G1)

Os policiais apreenderam ainda um veículo e diversos celulares. No celular do preso, a delegada disse que foi encontrado um vídeo em que ele aparecia com outros suspeitos em uma festa regada a cocaína. “O vídeo mostra a cocaína pelo rosto, pelo corpo deles em uma festa. Então só consolida a questão da pessoa ser um traficante”, explicou. O vídeo teria sido feito durante a comemoração do roubo a uma agência do Banco do Brasil em Codó (MA).

A Polícia Civil do Piauí, por meio do Greco, auxilia no cumprimento dos mandados. Segundo a PF, além dos roubos o grupo fornecia material explosivo para outros grupos criminosos. De acordo com o coordenador do Greco, delegado Willame Morais, o que caracterizou o grupo criminoso foi a utilização de explosivos feitos com metalon, um material metálico usado para fabricar explosivos feitos com pólvora.

Dos doze mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal e Estadual contra os membros da organização, oito deles serão cumpridos em penitenciárias do Maranhão e do Piauí, onde os alvos já estão presos por outros crimes. Quatro são considerados foragidos, entre eles um dos líderes do bando.

PF e Polícia Civil concederam entrevista coletiva sobre a operação (Foto: Nayara Nadja/TV Clube)

O grupo criminoso é apontado como autor de pelo menos sete crimes de assaltos a bancos utilizando explosivos:

 Fonta :G1MA