Mulher que jogou o filho bebê da Ponte do São Francisco alega sofrer distúrbios mentais

Presa após jogar seu filho bebê de sete meses da Ponte José Sarney, popularmente conhecida por Ponte do São Francisco, a mãe já identificada como sendo Carla Regina Mendes (foto abaixo), encontra-se recolhida no Presídio Feminino de Pedrinhas e deve passar por uma série de exames por todo dia de hoje para constatar se sofre mesmo de desequilíbrio mental. Ela alegou durante depoimento que toma remédios controlados. Os parentes dela confirmam que por três vezes já foi internada na Clínica São Francisco, próximo do Socorrão II.

Regina, de 23 anos, por volta das 13 do domingo de ontem (18) jogou a criança da ponte, mas o movimento da maré era fraco e dois policiais militares que passavam no local e estava em trajes civis (de bermuda) desceram correndo, enfrentando a lama até metade das batatas das pernas e conseguiram salvar o bebê.

Uma equipe de socorristas do Samu foi ao encontro dos militares já fora da área do lamaçal e levou o bebê para o Socorrão I, Hospital Djalma Marques, onde ele recebeu completo atendimento e encontra-se fora de perigo.

A mãe recebeu voz de prisão por uma viatura que chegou ao local e foi encaminhada ao Plantão das Cajazeiras. Em ali chegando, ela disse que a criança era fruto de um estupro e que estava transtornada na hora em que cometeu a tentativa de crime.

Alegou ainda sofrer de distúrbios mentais e que toma remédios controlados. Hoje, ela será submetida a uma série de exames para constatar se tem problemas psiquiátricos.

Aguardem novas informações.

Fonte : L.Cardoso

Temer já avisa aliados que vai disputar reeleição

Estadão Apesar dos baixos índices de aprovação do seu governo, Michel Temer está disposto à reeleição.

O presidente Michel Temer já começou a avisar seus principais interlocutores que está disposto a disputar a reeleição presidencial, conforme antecipou o BR18. Apesar dos baixos índices de aprovação do seu governo – 6% segundo o último levantamento do Instituto Ibope -, o presidente acha que ninguém melhor do que ele será capaz de defender seu legado e sua própria honra. Mesmo sabendo que esse patamar de popularidade é um obstáculo pesado para sua candidatura, Temer acha que poderá melhorar de situação com a confirmação da recuperação da economia e com outras medidas que pretende adotar até o final de seu mandato.

Temer não tem a pressão do calendário eleitoral, já que pela legislação ele não precisa deixar o cargo até abril para concorrer – como acontece, por exemplo, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Este precisa, obrigatoriamente, deixar a pasta nos próximos dias se quiser concorrer ao Planalto. Por isso, Temer não tem pressa – pode decidir até julho – e vai esticar ao máximo o anúncio oficial de sua candidatura. Com isso, evita também a politização de todas as futuras ações de seu governo.

Quando assumiu o governo, Temer se comprometeu com os partidos aliados a não tentar uma eventual reeleição em troca da sustentação política. O problema é que o quadro que havia em 2016 mudou radicalmente, na sua avaliação. O senador tucano Aécio Neves (MG), que poderia ser um candidato em potencial em 2018, saiu do páreo depois das investigações abertas a partir do escândalo da J&F. Além disso, depois de ser central na formação do primeiro escalão de Temer, o PSDB passou a adotar tom crítico e se afastou do governo federal.

Alckmin. Temer também se considerou liberado de qualquer compromissos formal com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, depois de avaliar que o pré-candidato tucano não fez força para impedir que a bancada paulista do PSDB votasse a favor dos pedidos de seu afastamento.

A relação também mudou com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, que também já se lançou pré-candidato ao Planalto, com o discurso de afastamento do governo e afirmando que não defenderia o legado de Temer. É esta a mensagem que Maia tem apresentado na maratona de viagens pelo País iniciada na sexta-feira passada. Com a relação mudada, Temer se sente liberado para não manter a promessa e tentar se viabilizar para buscar um novo mandato.

O grande desafio, porém, é que Temer sabe que sua baixa popularidade faz com que vários de seus aliados, dentro do MDB, preferissem que ele cumprisse apenas seu mandato até o fim e liberasse o partido para tomar outros rumos.

Em vários Estados, como Ceará, Alagoas e Goiás, inclusive, o MDB deve fechar alianças regionais com o PT, que hoje representa o principal opositor ao Planalto. Além disso, uma recuperação da economia mais lenta do que o esperado pode frustrar de vez os planos do presidente e convencê-lo a desistir da empreitada.

Alternativa. Se ficar convencido de sua inviabilidade, Temer fará o movimento na direção de outro nome, como o do ministro Henrique Meirelles. Mesmo que não se filie ao MDB, mas sim a outra legenda, Meirelles seria uma boa alternativa na visão do presidente.

Alguns fatores fizeram com que o presidente se motivasse a tentar um novo mandato. Quer defender sua biografia pessoal e profissional. Acha que na campanha poderá mostrar que conduziu o País para a recuperação econômica num dos momentos mais graves de nossa história.

Também quer rebater os ataques pessoais que vêm sofrendo – e que considera injustos. Fora da corrida pelo Planalto, Temer sabe que perderá protagonismo político, já que não representará mais perspectiva de poder. Como candidato, esse prazo de validade se amplia.

Segurança. Para se fortalecer, Temer já tem tomado medidas de apelo popular. Assumiu o discurso da segurança pública, com a decisão de autorizar a intervenção nessa área no Rio, anunciada em fevereiro. Sem conseguir apoio no Congresso, também deixou de lado a desgastante proposta de reforma previdenciária. E, agora, já sinaliza com a possibilidade de aumentar o valor do Bolsa Família, mirando diretamente na camada mais pobre da população.

Durante seu mandato, ele foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República, com base nas delações de executivos da JBS, mas as denúncias foram derrubadas em votação no plenário da Câmara.

Fonte : Estadão

Carro suspeito de ter sido usado em morte de Marielle é apreendido em Minas

BELO HORIZONTE – A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu na noite deste sábado, 17, em Ubá, Zona da Mata mineira, um veículo suspeito de ter sido usado no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), do Rio de Janeiro, na última quarta-feira.

Segundo a polícia mineira, a apreensão foi feita após denúncia anônima. As equipes do Rio de Janeiro que investigam o assassinato da parlamentar foram acionadas. Um grupo de investigadores seguiu para a cidade mineira.

Ainda segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, uma perícia será realizada para comprovar que o carro localizado na cidade da Zona da Mata seja realmente o utilizado no crime.

Segundo as primeiras informações sobre a morte da parlamentar, dois carros de cor prata perseguiram o veículo em que estava a vereadora. O motorista do carro, Anderson Gomes, também foi morto no atentado.

As informações têm como base imagens conseguidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro de câmeras ao longo da avenida Salvador de Sá, às 21h12.

Marielle e o motorista foram mortos a tiros dentro do carro em que estavam por volta das 21h30 da quarta-feira na Rua Joaquim Paralhes, no Estácio. Uma assessora da vereadora que também estava no veículo foi atingida por estilhaços, recebeu atendimento médico e foi liberada.

Fonte : Estadão

Justiça acata pedido do MP e bloqueia R$ 141 mil do prefeito de São João Batista

Prefeito de São João Batista, João Dominici

A Justiça acatou um pedido liminar do Ministério Público de São João Batista e bloqueou R$ 141 mil do prefeito João Cândido Dominici. Trata-se de Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público contra o gestor sob a alegação de que houve quebra do princípio da impessoalidade, quando o gestor, logo no início de seu mandato, realizou pintura dos prédios públicos, conforme as cores de seu partido e que teriam sido exploradas em sua campanha vitoriosa de 2016.

A decisão liminar foi assinada ontem, 15 de março, pelo juiz José Ribamar Dias Júnior, e trata sobre uma ação movida pelo promotor de Justiça do município, Felipe Rotondo, que alega que há indícios suficientes de prática do ato de improbidade e que, sem realizar sequer procedimento licitatório, pintou os principais prédios públicos municipais nas cores de seu partido político e que utilizou em sua campanha. Um relatório elaborado pela Promotoria de Justiça de São João Batista apontou que a sede da Prefeitura e as secretarias municipais de Saúde, Assistência Social, Educação, além da Praça da Matriz e o estádio municipal foram pintados de azul e amarelo. Na mesma situação estavam o Mercado Municipal do Peixe, o Conselho Tutelar e a Unidade Básica de Saúde.

Na área da educação, utilizam as cores que diferem das presentes na bandeira do Município (azul, vermelho e branco) o Centro Integrado Marly Sarney, a Oficina Pedagógica Deputado Gastão Vieira e o Farol do Saber. Das investigações também consta uma consulta de preços para calcular os prejuízos causados ao erário pela pintura irregular dos espaços públicos. Chegou-se a um orçamento de R$ 47 mil. Na ação, o Ministério Público pediu que a Justiça condene o prefeito por danos morais coletivos, indenizando a administração pública em R$ 50 mil. Também foi pedida a indisponibilidade dos bens do gestor municipal até o valor de R$ 141 mil, referente ao valor das obras mais a multa que pode ser aplicada ao prefeito, inclusive a perda da função.

Na decisão, o juiz explica que a pintura, por si só, não caracteriza indício de ato irregular do prefeito. “Claro que a mera adoção de cores que coincidam com a do partido, por si só, não podem caracterizar indício de ato de improbidade. Todavia, o fato de ser providenciada logo de início e, aparentemente, sem os procedimentos legais necessários à realização de serviços e obras públicas, cria uma verossimilhança razoável de que as cores adotadas para pintura dos prédios podem ter vinculação com as cores partidárias do requerido. Tal expediente implicaria uma espécie de pessoalização da administração, o que é flagrantemente vedado pela Constituição Federal. Com o bem público, o agente atua sempre em nome da comunidade; é sempre um delegado na administração do bem público. O administrador público não pode imprimir caráter pessoal aos seus atos”, disse o juiz José Ribamar Dias.

E continuou. “Descendo à situação fática dos autos, a realização de pinturas de prédios públicos com cores partidárias logo no início do mandado, sem as cautelas procedimentais licitatórias ou de dispensa necessárias, implica indício suficiente de que houve ato de improbidade pela violação ao supracitado princípio da impessoalidade. Portanto, o indício de violação ao princípio da impessoalidade decorre da imediaticidade do serviço, somado ao fato de não ter sido informado procedimento administrativo prévio necessário. Por esses fundamentos, entendo que há fortes indícios de prática dos atos de improbidade tipificados nos arts. 10 e 11 da Lei de Improbidade Administrativa”, comentou o magistrado.

Por fim, ele declara a o bloqueio dos bens do prefeito de São João Batista. “Ante o exposto, pelos fundamentos acima, DEFIRO a MEDIDA CAUTELAR e DECRETO DE INDISPONIBILIDADE DE BENS do requerido até o montante de R$ 141.000,00, referente ao custo aproximado dos serviços e de eventual multa civil. Proceda-se à consulta via BACENJUD para rastreamento e bloqueio de valores em contas bancárias em nome do requerido, em valores suficientes até o montante indicado. Não se encontrando recursos suficientes no item acima, oficie-se ao(s) Serviço(s) de Registro de imóveis competentes, para a averbação da indisponibilidade nas matrículas de imóveis, porventura encontrados em nome do requerido, e requisite-se ao DETRAN Departamento de Trânsito do Estado do Maranhão, via RENAJUD, para inserção de restrição judicial nos registros de veículos em nome do requerido no sentido de impedir qualquer transferência, venda, alienação etc, observado em qualquer caso o limite do valor acima. Eventuais restrições incidentes sobre bens com impenhorabilidade legal deverão ser comunicadas ao Juízo e requeridas pela parte interessada”, finalizou.

Folha de SJB

Preso acusado de praticar homicídio em São José de Ribamar

Investigações apontam que Alysson Souza esfaqueou a vítima e passou com a moto por cima dela enquanto agonizava. 

Alysson Souza Silva.

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR – Nesse sábado (17), a Polícia Civil, por meio da Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP), deu cumprimento a mandado de prisão expedido em desfavor de Alysson Souza Silva.

Segundo a polícia, Alysson é acusado de ter praticado um homicídio qualificado no dia 7 de outubro de 2017, no povoado de Juçatuba, em São José de Ribamar. A vítima foi Jairo Portela Aquino.

As investigações apontam que Alysson Souza, após esfaquear a vítima ainda teria passado com a moto por cima da mesma enquanto agonizava.

Após os procedimentos de praxe, Alysson Souza foi encaminhado ao Complexo Prisional onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte : Imirante