A chuva intensa provocou o transbordamento de vários riachos que cortam os bairros da periferia de Imperatriz, a 626 Km de São Luís. Por conta disso, em alguns locais os moradores estão sendo retirados de suas casas porque elas correm o risco de desabar.
Como foi o caso da residência do operador de carregadeira José Alves onde as paredes de sua residência caíram após o transbordamento do Riacho do Cacau. Ele diz que apesar de ter feito uma obra para aumentar o nível da casa ainda assim não foi suficiente para que o acidente acontecesse. “Aqui mais ou menos quatro a cinco metros a gente fez um baldando de dois metros e meio para nivelar. Mas aí de tanta água de chuva, de cano que quebra foi e não aguentou”.
As famílias que moram nas proximidades do Riacho do Cacau estão tensas desde o último final de semana. A dona de casa Nalva Oliveira teme que a sua casa caia caso o rio transborde. “Desde sábado a gente está desesperado porque a água do Cacau ela veio até aqui perto da parede da vizinha ali e aí toda hora eu abria a porta porque a minha casa é frágil”.
Ainda há risco de desmoronamento na região por conta da erosão. Muitas casas tem os quintais bem próximos do leito do Riacho Cacau e há previsão de mais chuva para os próximos dias em Imperatriz.
Equipes da Defesa Civil estiveram no local para avaliar os riscos e dar suporte as famílias. O superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão, pontua que o órgão irá realizar um levantamento das áreas afetadas a fim de dar suporte as famílias. “A nossa intenção aqui é fazer um levantamento e logo após finalizar com um laudo, e vê o que a Prefeitura pode fazer em relação a essas casas porque não é só uma. Se não me engano são três casas que estão mais ou menos assim”.
A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve sentença de primeira instância que condenou o ex-prefeito José Willian de Almeida, do município de Buritirana, a ressarcir ao erário o valor de R$ 1.559.000,00, corrigidos; a pagar multa civil de R$ 29.836,00; e à suspensão de seus direitos políticos por seis anos. As sanções foram aplicadas em razão de práticas de improbidade referentes à realização de operação financeira sem atender às normais legais e realizar despesa não autorizada em lei.

Já se passaram 4 dias desde o desaparecimento do jovem Renan Pinheiro Galvão, de 33 anos, e nenhum vestígio foi encontrado. Ele estava na Praia de Mamuna, em Alcântara, no domingo, 08, quando foi levado pela força das ondas, sem deixar rastros.
Iniciou por volta das 8h30 o julgamento do pedreiro Ivar de Matos, 43. Réu confesso, ele será julgado por júri popular pelo assassinato de Andreia Miranda Texeira, 36, em junho do ano passado a golpes de facão e martelo no bairro do Coroadinho, São Luís. A sessão ocorre nesta manhã, no salão localizado no 1º andar do Fórum Sarney Costa./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/K/C/lLhDPdSUurp26edZyb7g/marianodecastroesilvapresonapf.jpg)
O TCE emitiu Medida Cautelar, acolhendo Representação formulada pelo Ministério Público de Contas (MPC) alertando para a irregularidade das operações de compra e venda realizadas entre a prefeitura de Miranda do Norte e a empresa H P Rocha, com emissão de Notas Fiscais, embora a empresa não esteja habilitada na Secretaria de Estado da Fazenda.
A ex-prefeita de Lago da Pedra, Raimunda Alves de Melo, teve sua condenação em 1º Grau – proferida pelo juiz Alessandro Bandeira Figueiredo – mantida pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão. Ela foi condenada a ressarcir o erário em R$ 944.782,79 e pagamento de multa civil no mesmo valor; seus direitos políticos suspensos por cinco anos; e proibida de contratar com o poder público por cinco anos.








Centenas de peixes apareceram mortos em córrego do Rio Itapecuru na zona urbana de Codó, a 290 km de São Luís. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, a principal causa da morte seria a poluição no rio.
















