Pinheiro: Lúcio Genésio é condenado por agressão a Ludmila Ribeiro

Lembram do caso da agressão cometida pelo empresário Lúcio André Genésio contra a advogada Ludmila Ribeiro??? O agressor recebeu a sua primeira condenação.

Como o Blog acompanhou todo este caso, não seria correto também deixar de informar os leitores sobre a primeira parte do seu desfecho, principalmente porque o resultado pode incentivar outras mulheres a não aceitar passivamente a violência doméstica.

Lúcio Genésio foi acusado de agredir e tentar atropelar sua ex-companheira em novembro do ano passado, em São Luís. O empresário chegou a ser preso, mas após pagar fiança foi liberado. Só que Lúcio Genésio ficou foragido mais de 100 dias, até conseguir um habeas corpus da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, no último dia 06 de abril.

Entretanto, a agressão cometida contra sua ex-companheira em São Luís, não teria sido a primeira, o fato teria sido cometido pela primeira vez ainda na cidade de Pinheiro e foi justamente por essa primeira agressão que Lúcio Genésio foi condenado, num primeiro momento, a 3 anos e 4 meses em regime aberto.

“Em razão da configuração de concurso material de crimes, as penas devem ser aplicadas cumulativamente e executadas na forma prescrita no artigo 69 do CP. Assim, a quantidade final de pena é 03 anos e 04 meses de detenção. Com base no art. 33, parágrafo 2º, alínea “c” e artigo 59, III, ambos do CP, o regime de cumprimento da pena é o aberto”, decidiu o juiz da 2ª Vara de Pinheiro, Lúcio Paulo Fernandes Sores, em 19 de novembro de 2018. (Clique aqui para baixar a decisão)

Vale destacar que ainda cabe recurso e que Lúcio Genésio ainda será julgado pelas agressões cometidas contra Ludmila Ribeiro na capital maranhense.

Agora é aguardar, conferir e torcer que situações desta natureza não se repitam mais e, principalmente, não fiquem impunes.

Decretada indisponibilidade de bens de sócio da Dimensão Engenharia

O Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão conseguiu, na Justiça Federal, a indisponibilidade dos bens de Antônio Barbosa Alencar, sócio da empresa Dimensão Engenharia, do advogado José Roosevelt Pereira Bastos Filho, do auditor-fiscal Alan Fialho Gandra e de seu filho, o advogado Alan Fialho Gandra Filho, bem como da analista tributária da Receita Federal, Maria das Graças Coelho Almeida.

A ideia é assegurar o ressarcimento do dano ao patrimônio da União, no valor de R$ 11.050.059,70 no esquema criminoso que possibilitava a suspensão de débitos fiscais das empresas Dimensão Engenharia e Saga Engenharia e a emissão das Certidões Positivas de Débito com Efeito de Negativa (CPD-Ens).

De acordo com o MPF, as duas empresas citadas possuíam pendências fiscais milionárias com a Receita Federal, principalmente após a descoberta de esquema no qual essas empresas estavam envolvidas em Brasília, com a criação de créditos tributários fictícios por meio do PER/DCOMP. As pendências impediriam a emissão de CNDs ou de CPD-EN’s, que são necessárias para a liberação de recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Após alguns meses, o empresário Antônio Barbosa de Alencar, sócio da Dimensão Engenharia, com a colaboração de José Roosevelt Pereira Bastos, contataram o auditor-fiscal da Receita Federal Alan Fialho Gandra e seu filho, Alan Fialho Gandra Filho, que teriam elaborado o esquema que possibilitava a suspensão dos débitos fiscais das empresas.

Esse esquema contava com a participação da analista tributária Maria das Graças e do empregado terceirizado Lourenço Borges Ferreira, para inserir dados falsos no sistema da Delegacia da Receita Federal do Brasil com o intuito de beneficiar as empresas, suspendendo suas pendências fiscais mediante vantagem pecuniária.

A partir disso, a Justiça Federal decidiu pela indisponibilidade de bens de Antônio Barbosa Alencar, José Roosevelt Pereira Bastos Filho, Alan Fialho Gandra e Alan Fialho Gandra Filho, bem como de Maria das Graças Coelho Almeida, no valor de R$ 11.050.059,70.

O procurador da República, Juraci Guimarães, autor da ação, destaca a importância da decisão. “As medidas cautelares concedidas pela Justiça Federal são de extrema relevância para a garantia do ressarcimento dos recursos públicos ao final da ação”, declarou.

Fonte: Jorge Aragão

TCE: Prefeituras estão exonerando servidores por acúmulos de cargos

Complicou. Boa parte dos prefeitos do Maranhão terão que encarar um desgaste político para resolver um problema histórico e existente na maioria dos municípios maranhenses.

Desde o primeiro semestre deste ano, o Tribunal de Contas do Estado solicitou que todas as Prefeituras do Maranhão, incluíssem no sistema municipal o nome de todos os servidores públicos municipais.

A intenção do TCE é fazer o cruzamento de dados entre as Prefeituras do Maranhão para encontrar casos que podem estar burlando a legislação. Situações como por exemplo, de servidores concursados em dois municípios com contratos acima do permitido, servidor que é concursado como professor e agente de saúde, ou seja, vai tentar detectar irregularidades existentes.

As Prefeituras do Maranhão, diante dessa situação, foram informadas, no início do mês, após reunião no TCE, que teriam até o fim de novembro para exonerar os servidores que estavam com acúmulo de função, no intuito de atender a determinação do órgão fiscalizador.

Pelas informações obtidas pelo Blog do Jorge Aragão, existem servidores com até dez matrículas e seriam mais de 60 mil casos de duplicidade de matrículas.

A situação fatalmente irá gerar um desgaste enorme para os gestores, mas se os prefeitos não agirem conforme a recomendação do TCE, deverão ser denunciados pelo Ministério Público e enquadrados no crime de prevaricação, sofrendo o risco de inclusive perderem o mandato. Além do fato de que o próprio servidor poderá também ser denunciado.

É aguardar e conferir.

Construtora de Tasso Fragoso ganhou contrato de R$ 4,8 milhões em Balsas

R$ 4.855.450,20 (quatro milhões oitocentos e cinquenta e cinco mil, quatrocentos e cinquenta reais e vinte centavos). Esse é o valor exato que a Prefeitura de Balsas vai gastar na execução de implantação asfáltica e drenagem.

Segundo foi publicado no Diário Oficial, a vencedora da licitação foi a Construtora Construeng Ltda, que fica localizada em Tasso Fragoso.

De propriedade de Edinaldo Costa Roma e Raikan Feitosa do Nascimento, a empresa terá seis meses para concluir as obras. O contrato foi assinado no dia 12 de novembro.

O acordo contratual foi firmado no dia 12 de novembro de 2018 e tem a vigência de seis meses, conforme está publicado no Diário Oficial.

TCE suspende pagamentos de Dutra a empresa sem capacidade operacional

TCE suspende pagamentos de Dutra a empresa sem capacidade operacionalO Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão concedeu, na sessão plenária desta quarta-feira 22, medida cautelar suspendendo quaisquer pagamentos da Prefeitura Municipal de Paço do Lumiar à empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda, contratada pela gestão do prefeito Domingos Dutra (PCdoB), para a prestação de serviços de locação mensal de veículos no valor anual de exatos R$ 6.405.600,00.

A suspensão deverá perdurá até que seja julgado o mérito da questão pela Corte de Contas. A medida atende a representação formulada pelo Ministério Público de Contas (MPC), por meio do procurador Jairo Cavalcanti Vieira, e teve como relator o conselheiro substituto Antônio Blecaute Costa Barbosa.

Feito por meio de licitação na modalidade Pregão Presencial, o contrato foi celebrado em abril deste ano, com vigência para o mês de dezembro próximo, e tem por objeto o fornecimento de 16 caminhões, 16 máquinas e uma carreta. Contudo, segundo divulgado pela assessoria do TCE/MA, em consulta ao banco de dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do Maranhão, o MP de Contas apurou que, apesar de obrigada contratualmente a fornecer caminhões para o município, a empresa não é proprietária de veículos desse tipo.

Tudo que existe em nome da empresa são sete veículos de passeio e três motocicletas.

Para o procurador Jairo Cavalcanti, há indícios suficientes de que a empresa não conta em seu patrimônio com veículos e máquinas suficientes para executar os serviços para os quais foi contratada. “Não sendo proprietária de qualquer veículo do tipo licitado, fica patente a ausência de capacidade operacional da empresa representada para executar o objeto da contratação”, destaca.

O MP de Contas ressalta, ainda, que o contrato proíbe qualquer forma de subcontratação dos serviços por parte da empresa que, além disso, possui informações cadastrais que coincidem com outra pessoa jurídica, a empresa Rolim e Rolim Ltda, conhecida no mercado como WR Veículos, que tem o mesmo número telefone da contratada, e em cujo endereço de funcionamento, que deveria ser no bairro Pirâmide, na cidade maranhense de Raposa, foi encontrado apenas um posto de combustíveis.

As investigações detectaram também o processo licitatório feito pela gestão de Domingos Dutra apresenta falhas, como falta de publicidade, termo de referência impreciso e indício de despesa antieconômica, que é caracterizada quando o custo da locação, no período considerado, é significativamente maior do que o custo de aquisição dos equipamentos. “Ou seja, a Administração paga mais para ter menos”, diz a Representação.

Diante do que foi apurado, o MP de Contas aponta que ficou clara a presença de elementos suficientes para concluir que os eventuais pagamentos efetuados teriam como contraprestação serviços superfaturados com evidentes danos ao erário.

Além da suspensão dos pagamentos, a medida determina, entre outras providências, a realização imediata de fiscalização no município para verificar a execução de eventuais serviços e a estrutura operacional da empresa. Uma vez verificada a procedência das irregularidades, os autos deverão ser convertidos em Tomada de Contas Especial para determinar o montante do dano ao erário.

Outro lado

Em contato com a empresa, foi informado que somente uma pessoa identificada como Edna poderia prestar qualquer informação a respeito da cautelar do TCE/MA, e que ela não poderia atender por estar fazendo pagamentos com um dos proprietários da empresa, Welker Carlos Rolim. Ele administra a empresa em sociedade com a esposa, Berg Landia do Nascimento Almeida.

Fonte: Atual7

Receita vai revelar nomes de investigados por lavagem de dinheiro

Receita vai revelar nomes de investigados por lavagem de dinheiroA Receita Federal do Brasil (RFB) começará a divulgar em seu site o nome de empresas e pessoas físicas alvo de representação já aberta por suposto envolvimento em crimes como contrabando, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e improbidade administrativa. A decisão consta da portaria 1.750/2018, publicada na semana passada no Diário Oficial da União (DOU).

Ainda sigilosas, as informações fiscais sobre os suspeitos de cometerem estes crimes são repassadas para o Ministério Público Federal e Estadual, a quem cabe avaliar a abertura de eventual uma ação penal, mas com a portaria a Receita passará a dar publicidade a esta lista.

A previsão é de que as informações sejam apuradas mensalmente e incluídas em uma relação até o dia 10 do mês seguinte. O dado será excluído se o contribuinte acertar as contas com o Leão ou provar que não é responsável pelo ilícito. Há também uma terceira possibilidade de sair dessa lista, que é por determinação judicial.

Segundo a Secretaria da Receita Federal, a divulgação de informações relativas a representações fiscais com fins penais, isto é, quando são identificadas condutas que podem indicar prática criminosa, não é vedada pelo Código Tributário Nacional (CTN). Além disso, diz a Receita, converge com a política de transparência trazida pela Lei de Acesso Informação (LAI). “Trata-se da afirmação da transparência fiscal”, destaca.

A primeira lista está em fase de confecção, por isso ainda não há uma data de divulgação.

Fonte: Atual7

MPMA aciona ex-prefeito de Passagem Franca por danos ambientais

A Promotoria de Justiça de Passagem Franca ingressou, no último dia 14, com uma Ação Civil Pública Ambiental contra a Prefeitura de Passagem Franca e o ex-prefeito José Antônio Gordinho Rodrigues da Silva. A Ação foi motivada por danos ambientais causados às matas ciliares do Rio Inhumas, considerada Área de Preservação Permanente (APP).

A denúncia de degradação da área chegou à Promotoria por meio da Ouvidoria do Ministério Público. Nas investigações, foram realizadas várias diligências e foi pedida a abertura de um inquérito policial para apurar a existência de infrações penais ambientais.

Inicialmente, o Ministério Público emitiu Recomendação aos proprietários de imóveis às margens do rio, para que se abstivessem de obstruir o leito do rio e desmatar as matas ciliares. Caso já tivessem desmatado, os proprietários deveriam promover o reflorestamento das margens do curso d’água, além de desfazer qualquer obstrução. Posteriormente, foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o tema.

Ocorre que o Município de Passagem Franca foi um dos causadores de danos ambientais ao rio construir o Balneário Inhumas. A obra causou o represamento das águas, alteração no curso do rio e da velocidade das águas, além de desmatar a mata ciliar, causar o desaparecimento de nascentes, o empobrecimento do solo e a instabilidade da biodiversidade local.

Questionada, a Prefeitura informou que não houve Estudo de Impacto Ambiental (EIA) ou Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Além disso, a obra foi iniciada em 2011 e concluída em 2016, mas a única licença ambiental obtida (licença de instalação) teve validade somente até outubro de 2012.

“O empreendimento, dentre outros danos ao meio ambiente, possivelmente impediu a migração de peixes com a finalidade de reprodução, o que diminuiu o estoque pesqueiro e a produtividade do ambiente aquático, e transformou o ambiente de águas correntes em águas parcialmente estagnadas, provocando alteração das condições físicas, químicas e biológicas”, explica, na Ação, o promotor de justiça Carlos Allan da Costa Siqueira.

PEDIDOS

O Ministério Público requer que a Justiça condene a Prefeitura de Passagem Franca e José Antônio Gordinho Rodrigues da Silva a apresentarem em juízo um Plano de Recuperação de Área Degradada, a ser executado em prazo determinado pelo órgão ambiental competente, ao qual também caberá aprovar e supervisionar a recuperação.

Caso não seja possível a recuperação da área, deverá ser determinada multa aos envolvidos. Também foi pedida a condenação do Município e do ex-gestor ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, em valor a ser definido pela Justiça.

Em caso de descumprimento da decisão, o Ministério Público requereu a aplicação de multa diária de R$ 2 mil.

Também foram requisitadas perícias da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, para verificar e quantificar os danos causados à APP, e ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MA), para que verifique se o Balneário Inhumas atendeu às exigências relativas às normas técnicas.

Por conta da ressaca do mar, cargueiro tem cabos quebrados e fica à deriva no Porto da Vale

Um navio com a bandeira de Hong Kong teve os cabos quebrados quando estava carregando no porto da Vale, no Itaqui, por causa das fortes ondas que atingiram o local. 

Ficando por quase 3h à deriva, a embarcação foi socorrida por rebocadores, mas não voltou para finalização o carregamento de minérios com destino a China. 

Fonte: Luis Cardoso

Prefeitura de Bacuri gastou mais de R$ 3 milhões da saúde de forma irregular, diz auditoria

A Prefeitura de Bacuri gastou R$ 3 milhões da saúde indevidamente entre os anos de 2016 e 2017, segundo o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS). O órgão pediu a devolução das verbas.

Entre os dias 28 de maio e 3 de junho de 2017, o Denasus realizou uma fiscalização no Executivo municipal, onde constatou uma série de irregularidades, entre elas gastos milionários indevidos.

De acordo com o relatório obtido pelo Blog do Neto Ferreira, a Prefeitura não apresentou as notas fiscais que comprovariam as despesas feitas para a área da saúde.

Conforme detalhou a auditoria, no período de janeiro a dezembro de 2016, a Secretaria Municipal de Saúde realizou pagamentos com recursos destinados à Atenção Básica no valor de R$2.509.871,56 milhões e para Assistência Farmacêutica Básica no montante de R$115.200,09 mil, entretanto, não foram apresentados, os processos de pagamentos pertinentes, com os respectivos comprovantes de despesas.

Das verbas repassadas fundo a fundo para as ações da Atenção Básica durante janeiro a abril de 2017, foram gastos cerca de R$138.533,16 mil, que também não foram apresentados recibos, notas fiscais, notas de empenho, ordens de pagamentos.

Em 2016, a Secretaria Municipal de Saúde gastou R$54.962,91 mil dos recursos destinados para a Assistência Farmacêutica Básica e também não mostrou os comprovantes. A verba foi repassada pelo Fundo Estadual de Saúde (FES).

Durante o mesmo ano, O FES destinou também cerca de R$347.950,00 mil para as ações da Média e Alta Complexidade – MAC, mas que foram usados em outras atividades pela Secretaria de Saúde.

Por contas desses gastos indevidos, o DENASUS pediu que a Prefeitura de Bacuri devolvesse mais de R$ 3 milhões. Veja os detalhes abaixo:

Fonte: Neto Ferreira

Ex-deputado é indiciado por nomeação de “fantasmas”

A Polícia Civil do Maranhão, por meio Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), indiciou, na última semana, o ex-deputado estadual e ex-secretário municipal da Prefeitura de Paulo Ramos, Joaquim de Lima Araújo, o “Kinkas Araújo”, além de Márcia Teresa Gomes Pereira, secretária parlamentar do ex-parlamentar, pela prática de crime de peculato, crime conhecido como desvio de verbas públicas.

Segundo as investigações, “Kinkas Araújo”, que foi Deputado Estadual por duas legislaturas, entre 1995 e 2002, nomeou como funcionários de sua equipe parlamentar pessoas que residiam no interior do Estado e que jamais prestaram serviços em seu gabinete. Alguns dos funcionários “fantasmas” ouvidos pela polícia sequer sabiam que constavam como servidores nos registros da Assembleia Legislativa.

Ainda de acordo com as autoridades policiais, o esquema contava com a confecção de procurações falsas em favor da secretária parlamentar Márcia, que era incumbida de ir à agencia bancária do antigo Banco do Estado do Maranhão, localizada no prédio da Assembleia, para sacar, pessoalmente, todos os meses, os salários que se destinavam aos servidores lotados no gabinete do parlamentar Joaquim, entre eles os vencimentos dos servidores “fantasmas”.

Os desvios de valores públicos, correspondentes à apropriação dos salários dos funcionários “fantasmas”, duraram até o início do ano de 2003, quando se encerrou o mandato de Joaquim como deputado estadual.

O ex deputado Joaquim, já havia sido preso pela Seccor, em julho de 2016, em outra investigação que apontou o seu envolvimento em desvio de verbas públicas oriundas da Prefeitura de Paulo Ramos, nesse caso, vinculado a esquema de agiotagem.

Fonte: Gilberto Léda

PASSAGEM FRANCA – MPMA aciona Município e ex-prefeito por danos ambientais

Passagem FrancaA Promotoria de Justiça de Passagem Franca ingressou, no último dia 14, com uma Ação Civil Pública Ambiental contra a Prefeitura de Passagem Franca e o ex-prefeito José Antônio Gordinho Rodrigues da Silva. A Ação foi motivada por danos ambientais causados às matas ciliares do Rio Inhumas, considerada Área de Preservação Permanente (APP).

A denúncia de degradação da área chegou à Promotoria por meio da Ouvidoria do Ministério Público. Nas investigações, foram realizadas várias diligências e foi pedida a abertura de um inquérito policial para apurar a existência de infrações penais ambientais.

Inicialmente, o Ministério Público emitiu Recomendação aos proprietários de imóveis às margens do rio, para que se abstivessem de obstruir o leito do rio e desmatar as matas ciliares. Caso já tivessem desmatado, os proprietários deveriam promover o reflorestamento das margens do curso d’água, além de desfazer qualquer obstrução. Posteriormente, foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) sobre o tema.

Ocorre que o Município de Passagem Franca foi um dos causadores de danos ambientais ao rio construir o Balneário Inhumas. A obra causou o represamento das águas, alteração no curso do rio e da velocidade das águas, além de desmatar a mata ciliar, causar o desaparecimento de nascentes, o empobrecimento do solo e a instabilidade da biodiversidade local.

Questionada, a Prefeitura informou que não houve Estudo de Impacto Ambiental (EIA) ou Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Além disso, a obra foi iniciada em 2011 e concluída em 2016, mas a única licença ambiental obtida (licença de instalação) teve validade somente até outubro de 2012.

“O empreendimento, dentre outros danos ao meio ambiente, possivelmente impediu a migração de peixes com a finalidade de reprodução, o que diminuiu o estoque pesqueiro e a produtividade do ambiente aquático, e transformou o ambiente de águas correntes em águas parcialmente estagnadas, provocando alteração das condições físicas, químicas e biológicas”, explica, na Ação, o promotor de justiça Carlos Allan da Costa Siqueira.

PEDIDOS
O Ministério Público requer que a Justiça condene a Prefeitura de Passagem Franca e José Antônio Gordinho Rodrigues da Silva a apresentarem em juízo um Plano de Recuperação de Área Degradada, a ser executado em prazo determinado pelo órgão ambiental competente, ao qual também caberá aprovar e supervisionar a recuperação.

Caso não seja possível a recuperação da área, deverá ser determinada multa aos envolvidos. Também foi pedida a condenação do Município e do ex-gestor ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, em valor a ser definido pela Justiça.

Em caso de descumprimento da decisão, o Ministério Público requereu a aplicação de multa diária de R$ 2 mil.

Também foram requisitadas perícias da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, para verificar e quantificar os danos causados à APP, e ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MA), para que verifique se o Balneário Inhumas atendeu às exigências relativas às normas técnicas.

Flávio Dino ficou só no cheirinho: Moro não compareceu à reunião com governadores do Nordeste

O que seria o primeiro encontro de Flávio Dino como governador  com o ex-juiz federal e futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, não aconteceu, hoje em Brasília.

Dino vestiu um dos seus melhores ternos e estava lá no horário marcado junto com outros governadores eleitos e reeleitos de nossa região, mas Moro não deu as caras.

No próximo dia 12 de dezembro acontecerá uma nova reunião dos governadores nordestinos com o presidente eleito. Na anterior, Flavio Dino não foi e mandou como seu representante o governador do Piauí.

Fonte: Luis Cardoso

Prefeitura de Barra do Corda não regulariza fornecimento da merenda escolar, denuncia MP

A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Barra do Corda ingressou, dia 13, com uma Ação de Execução contra o Município e o prefeito Wellrick Oliveira Costa da Silva (foto) pelo não cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em novembro de 2017 e não cumprido pela Prefeitura. O TAC visava à regularização do fornecimento de merenda escolar na rede municipal de educação.

No documento, o Município se comprometia a manter o programa de alimentação escolar em funcionamento em todos os dias e turnos letivos, entregando o quantitativo de alimentos necessários semanalmente às unidades escolares.

Também deveria ser disponibilizado um calendário semanal a cada escola, assinado por um profissional de Nutrição, e oferecidas opções adequadas às crianças que apresentassem quadro de intolerância ou alergia alimentar. Em caso de descumprimento de qualquer dos itens, ficou estipulada multa diária de R$ 1 mil a ser paga pela Prefeitura e pelo gestor municipal.

Apesar da celebração do compromisso, a alimentação escolar nunca foi regularizada no município de Barra do Corda. O Ministério Público chegou a realizar diversas vistorias, nas quais verificou que em algumas escolas os alunos continuavam sendo liberados mais cedo por falta de merenda escolar. Em outros casos, a alimentação não seguia ao cardápio existente, sendo, na maioria das vezes, composta por leite com cuscuz ou suco com biscoito.

“Nos raros períodos em que a alimentação foi fornecida de forma permanente, ocorreram irregularidades na composição da dieta (observância do cardápio) e jamais a administração procedeu cuidados em relação às crianças com necessidades alimentares especiais”, observa o promotor de justiça Edilson Santana de Sousa.

O cálculo feito pelo Ministério Público considerou o descumprimento do TAC desde 5 de fevereiro até 7 de novembro de 2018. O período de novembro e dezembro de 2017 não foi computado pois não havia comprovação a respeito do cumprimento do Termo de Ajustamento. Em um total de 183 dias de inadimplência, o valor devido pelo Município é de R$ 183 mil, mesma quantia a ser paga pelo prefeito Wellrick Oliveira Costa da Silva.

Fonte: Maranhão Hoje

Usuários dos ferry boats cobram segurança das autoridades diante dos riscos para muitas vidas

Cidadãos e cidadãs dos mais diversos segmentos sociais de São Luís e dos municípios da Baixada Maranhense, felizmente despertaram para os sérios riscos que são expostos as suas vidas todas as vezes, em fazem a travessia nos ferry boats entre a Ponta da Espera e o Cujupe. De há muito são feitas denúncias de serviços bastantes arriscados com máquinas sucateadas e sem um mínimo de manutenção e a total indiferença das autoridades.
Todos os ferry boats que operam na exploração dos serviços executados por duas empresas, deveriam merecer uma fiscalização mais acentuada pela Agência Estadual de Mobilidade Urbana, em cumprimento ao Regulamento do Serviço Público de Transporte Aquaviário Intermunicipal de Passageiros, Cargas e Veículos do Maranhão, que são os Ferry Boats. Também têm a responsabilidade de fiscalizar a segurança das embarcações aos passageiros e aos proprietários de veículos e cargas, a Capitania dos Portos, o Ministério Público Estadual e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado.
Por iniciativa de usuários do transporte aquaviário, estão sendo organizadas comissões municipais junto a prefeitos e vereadores da Baixada Maranhense, que inclusive utilizam os serviços, para que cobrem das autoridades, um mínimo de segurança no transporte. Questões inerentes a panes nas máquinas sucateadas como casos em que com o embarque totalmente concluído, as pessoas e os veículos são retirados por problemas mecânicos. Quanto aos inúmeros problemas em que os fery boats ficaram a deriva sem o funcionamento dos motores e por milagres o socorro de rebocadores do Porto do Itaqui, foram importantes e evitaram que o pior viesse a acontecer.
Vários grupos de passageiros nos informaram que já fizeram reclamações verbais sobre os sérios perigos e recebem como resposta, que os ferry boats de São Luís são mais seguros em relação aos que funcionam em outros estados. É a justificativa para deixar claro para a falta de um mínimo de responsabilidade e respeito com a vida das pessoas que pagam pelos serviços. Fator importante observado pelos grupos de passageiros é que constantemente viajam nos veículos aquáviários, políticos de influência, promotores de justiça e uma infinidade de magistrados, que já poderiam ter tomado providências. Segundo um experiente observador, se for verificada a qualidade técnica para operações do transporte com segurança, quase nenhum ferry boat será aprovado totalmente de acordo com as normas e princípios técnicos naval.

CAROLINA – MPMA aciona Município para criar setor de Controle Interno

Promotoria de CarolinaA ausência de um órgão ou setor de Controle Interno no Município de Carolina motivou o Ministério Público do Maranhão a ajuizar, em 17 de outubro, Ação Civil Pública (ACP) com pedido de tutela de urgência contra o Poder Executivo municipal.

O objetivo é tentar obter decisão judicial que obrigue o prefeito Erivelton Teixeira Neves a instalar e estruturar o setor de Controle Interno no prazo de seis meses. Também foi pedida a criação, no prazo máximo de 18 meses, dos cargos de controlador interno e de apoio técnico e administrativo a serem providos por meio de concurso público.

De acordo com o promotor de justiça Marco Túlio Rodrigues Lopes, a ausência de um setor específico impede a adoção de instrumentos mínimos de controles administrativos, financeiros e patrimoniais. “A estruturação de referido órgão com cargos em comissão, demissíveis ad nutum e sujeitos a interferências do Chefe do Executivo, afronta os princípios constitucionais da legalidade, moralidade e eficiência”, afirmou, na ACP, o promotor de justiça.

O sistema de controle interno tem a finalidade de avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos do município; comprovar a legalidade e avaliar os resultados quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração municipal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado; exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres do município; e apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional, estando inclusive seus responsáveis sujeitos a responsabilidade solidária por qualquer ilegalidade de que venham a tomar conhecimento caso não informem ao Tribunal de Contas do Estado.

Bolsonaro imita Flávio Dino e Saúde terá investigado pela CGU

Bolsonaro imita Flávio Dino e Saúde terá investigado pela CGUO presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou, nesta terça-feira 20, por meio do Twitter, o nome do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM/MS) para o comando do Ministério da Saúde em seu governo, que começa em janeiro próximo.

Alçado pela população ao Palácio do Planalto debaixo da forte promessa de combate a corrupção e ao petismo, o capitão reformado do Exército ignorou o fato de que Mandetta é alvo de inquérito aberto a pedido da Controladoria-Geral da União (CGU) por suposta fraude em licitação — além de tráfico de influência e caixa dois — durante sua gestão como secretário de Saúde no município de Campo Grande (MS).

Mesmo sem intenção, Bolsonaro imita o ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que destronou os Sarney do Palácio dos Leões numa cruzada contra a corrupção, mas mantém na chefia da Saúde estadual o advogado Carlos Eduardo Lula, outro alvo de investigação pela CGU também por suspeita de suposta fraude em licitação. Ambos negam haver cometido qualquer irregularidade.

Coincidentemente, inclusive, ignorando as pesadas críticas que Dino vem fazendo a Bolsonaro e seu futuro governo, também pelo Twitter, Carlos Lula apressou-se a desejar sorte e sucesso ao futuro ministro da Saúde. “Desejamos sorte e sucesso ao futuro Ministro. Que o SUS melhor e mais eficiente seja sua bandeira”, postou.

Um ato de cordialidade de investigado para investigado.

Fonte: Atual7

Justiça determina que Estado instale Delegacia Regional em Buriticupu

Justiça determina que Estado instale Delegacia Regional em Buriticupu

A Justiça determinou que o Estado instale uma Delegacia Regional no município de Buriticupu, a 395 km de São Luís, e também crie e instale uma Delegacia Especializada de Proteção à Mulher em situação de violência doméstica e familiar. A decisão determina, ainda, que o Estado mantenha três delegados de Polícia Civil, quatro investigadores de Polícia Civil, um perito criminal, e um médico legista concursados para os referidos cargos, no prazo máximo de dez dias.

A decisão, que é baseada em uma Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), ordena também que o Estado adote no prazo de 90 dias a reforma das celas da Delegacia de Polícia Civil de Buriticupu, podendo construir outras e criar mais vagas, observando os padrões de ventilação natural, iluminação e conforto térmico, restaure as camas de cimento e forneça colchões e roupas de cama, bem como isolamento da fiação elétrica das celas. Após a reforma e adequação às normas fica o Estado proibido de colocar detentos em número superior ao permitido para cada cela.

O judiciário ainda estabelece que o Estado disponibilize recursos materiais suficientes à Polícia Civil de Buriticupu para o exercício das atividades da polícia judiciária, tais como viaturas, rádios, combustível, armamento, bem como para as atividades de limpeza da delegacia e o implemento de programa permanente de limpeza e desinfecção das celas, no prazo máximo de dez dias.

Em caso de descumprimento da decisão ou do cumprimento apenas parcial de qualquer deles implicará em pena de multa diária de R$ 5.000,00, até o limite de R$ 10.000.000,00, conforme artigo do Código de Processo Civil.

Fonte: G1MA

Ministério Público cobra multa de R$ 183 mil contra a prefeitura de Barra do Corda

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ingressou na Justiça do Maranhão com uma Ação de Execução contra a prefeitura de Barra do Corda e o prefeito, Wellrick Oliveira Costa da Silva, que cobra uma multa prevista em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo município em novembro de 2017.

De acordo com o MPMA, o termo assinado não foi cumprido pela prefeitura. O TAC tratava da regularização do fornecimento de merenda escolar na rede municipal de ensino e no documento, o município se comprometia a manter o programa de alimentação escolar durante todos os dias e turnos letivos, sempre entregando a quantidade de alimentos necessários toda semana.

Além disso, deveria ser disponibilizado um calendário semanal a cada escola que deveria ser assinado por um nutricionista, com opções adequadas às crianças que tivessem intolerância ou alergia alimentar. Caso as medidas fossem descumpridas, ficou estipulado multa diária de mil reais que deveria se paga pela prefeitura ou o prefeito de Barra do Corda, mas, apesar disso, o documento nunca foi regularizado.

Segundo os cálculos do MPMA, o descumprimento do TAC foi contabilizado desde 5 de fevereiro até 7 de novembro de 2018, sendo não computado os meses de novembro e dezembro de 2017, pois não havia comprovação a respeito do cumprimento do termo. Desta forma, o valor a ser pago pelo município é de R$ 183 mil e a mesma quantia deve ser paga pelo prefeito Wellrick Oliveira Costa da Silva.

O Ministério Público realizou várias vistorias e verificou que em algumas escolas, os alunos continuavam sendo liberados mais cedo por falta de merenda escolar. Em outras escolas, a alimentação não seguia o cardápio e na maioria das vezes, era composta por leite com cuscuz ou suco com biscoito.

Fonte: G1MA

Moradores de Centro Novo começam a ser treinados no Pará

A MCT iniciou neste mês com quatro funcionários de Centro Novo do Maranhão, o processo de aprendizado e treinamento de mina, em Curionópolis (PA). Os moradores de Centro Novo, foram contratados como trainees e têm a oportunidade de conhecer o empreendimento e aprenderem a trabalhar numa grande mineração, com carteira assinada, benefícios, equipamentos de proteção e salários dignos.
“Eu não tinha idéia de como era uma mina. Estou impressionado com o que temos visto, é tudo muito grandioso, mas ao mesmo tempo tudo funciona com perfeição! A empresa tem uma estrutura muito bem organizada em Antas Norte (PA). Fomos muito bem recepcionados”, relatou Orlando Botelho Alves, que integra o grupo de trainees. “A maioria dos moradores de Centro Novo acha que não é bom para o município ter uma mina, eles pensam que serão gerados danos aos rios, assim como acontece com os garimpos ilegais que tem por lá. Mas aqui, em Antas Norte, vi que a mineração é totalmente diferente da forma como atuam os garimpeiros, há todo um cuidado com os rios, com os animais e com o meio ambiente como um todo, portanto, tenho certeza que será um grande benefício para Centro Novo ter um projeto de mineração como este ”, afirmou o trainee Aurélio Marlon, ambos em relatos para a jornalista local Karine Gomes.
De acordo com o geólogo Jailson Araújo, gerente geral do Centro Gold, há 55 pessoas da comunidade de Centro Novo trabalhando nas pesquisas regionais do projeto, contratadas diretamente pela MCT ou por suas terceirizadas. A contratação de mão de obra local é uma das políticas de atuação da mineradora, que contribui com o desenvolvimento social e econômico das comunidades em que atua. 
Sobre o envio dos trainees de Centro Gold para treinamento no Pará, Jailson destacou que o objetivo principal foi prepará-los profissionalmente para a atuação no projeto, e a empresa tem buscado alternativas, em parceria com o governo municipal de Centro Novo, para fomentar a oferta de cursos técnicos e profissionalizantes, especialmente na área da mineração.
“Estamos em contato com o governo do município para a implantação do polo do Instituto Federal Tecnológico do Maranhão (IFMA), em Centro Novo, a ideia é começar este ano com os cursos à distância. Também estamos buscando parcerias para a disponibilização de cursos por meio do SENAI”, informou Jailson Araújo, continuando ele disse “Gostaríamos de em breve começar a implantar o Projeto em Cipoeiro e depois Chega Tudo, para isso precisamos de apoio das autoridades do executivo e judiciário em São Luiz, serão 800 empregos na construção e quase 400 diretos na operação por mais de 10 anos, Centro Novo de hoje vai ficar no passado e teremos uma Novo Centro Novo, onde emprego, oportunidades, escolas, capacitação e renda não vão faltar. A comunidade e prefeitura nos cobram diariamente e estamos prontos para começar a mudar esta história, deixando para trás o Desemprego, Garimpo, Miséria, Poluição e Pobreza, substituindo Emprego, Industria, Renda e Sustentabilidade “.

Chamado agora de “Papa Defunto” assume no lugar de vereador de Araioses que morreu hoje

O suplente de vereador, Assis (PR) pode até não ter pacto com o futi, mas é um homem de bastante sorte e sempre assume com a morte de um vereador titular que acaba morrendo antes de encerrar o mandato.

Assis já vai agora para o terceiro mandato com a morte na madrugada de hoje, quarta-feira, dia 20, do presidente da Câmara Municipal de Araioses, o jovem Elson, 26 anos, que sofreu um acidente automobilístico em Parnaíba, no Piauí.

Parece anormal, mas três vereadores morreram em legislaturas diferentes quando Assis estava na primeira suplência. O primeiro a ceder a vaga através da morte foi o vereador Toquinho em 2000. O segundo foi Gentil Lima que morreu em 2010.

Na cidade o comentário é que na próxima eleição de 2020 muitos irão ajudar Assis a ganhar a eleição para não ficar na primeira suplência. Afinal, ninguém quer ser futuro defunto.

Fonte: Luis Cardoso

Órgãos federais descumprem portaria da CGU contra corrupção

Faltando 14 dias para o fim do prazo que o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) concedeu para 197 órgãos e entidades federais estruturarem seus programas de integridade a fim de “prevenirem, detectarem, remediarem e punirem fraudes e atos de corrupção”, 79 ministérios, autarquias e fundações ainda não indicaram à CGU sequer o nome dos responsáveis por coordenar e monitorar as futuras ações de controle interno.

Segundo a Portaria 1.089/2018, que regulamenta a política de governança da administração pública federal, cada órgão deveria terconstituído sua própria unidade de gestão de integridade até 11 de maio deste ano, informando à CGU os dados de ao menos um servidor destacado para atuar permanentemente na unidade, com acesso a todos os outros setores, inclusive aos mais altos escalões do órgão ou entidade. A portaria também estabelece 30 de novembro como data limite para que os programas de integridade sejam apresentados e aprovados a fim de serem postos em prática.

A lista dos 197 órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional obrigados a constituir suas unidades de gestão de integridade está disponível no site da CGU.

Governança

Entre os 79 entes federais que ainda não indicaram ter criado a unidade gestora estão a Presidência e a Vice-Presidência da República, além de ministérios como o das Relações Exteriores, Segurança Pública, Trabalho e dos Direitos Humanos, e as agências Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), de Mineração (ANM), do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Cinema (Ancine), entre outros órgãos federais.

Os 118 órgãos federais que informaram ter criado instâncias para estruturar, executar e monitorar seus programas internos de integridade e boa governança representam quase 60% dos 197 obrigados a constituir suas unidades de gestão.

Outras oito entidades federais que não constavam da relação inicial da CGU decidiram indicar suas próprias unidades gestoras, aderindo voluntariamente ao programa de integridade. São elas a Escola Superior de Guerra (ESG), Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF), Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD), Hospital das Forças Armadas (HFA), Hospital Federal de Ipanema (HFI) e o Instituto Nacional de Cardiologia.

Unidades gestoras

A obrigação de indicar a criação da unidade gestora era uma das exigências que os 197 órgãos federais deveriam ter cumprindo dentro da primeira fase de estruturação de seus programas de integridade, encerrada 15 dias após a publicação da Portaria 1.089, ou seja, em 11 de maio. A segunda fase do programa termina no próximo dia 30.

Pela portaria ministerial, até lá, os órgãos e entidades listados pela CGU deverão aprovar seus planos, que deverão conter os objetivos, as ações de estabelecimento das unidades gestoras e a forma como estas atuarão, além da indicação dos principais riscos para a integridade institucional e as medidas para saná-los. A portaria também estabelece que o plano de cada órgão deverá ser revisado periodicamente.

Durante a terceira e última fase de estruturação do programa, os órgãos e entidades federais deverão executar as medidas previstas no plano de ação aprovado, monitorando seu cumprimento. Também deverão procurar expandir o alcance de seus programas de integridade para as políticas públicas que implementarem, bem como para seus fornecedores e outras organizações públicas ou privadas com as quais mantenham relação.

Fonte: Neto Ferreira

Governo encerra contratos com PMs reformados

O Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão começou a informar na semana passada que o governo Flávio Dino (PCdoB) decidiu encerrar contratos que mantinha com oficiais reformados.

Por meio desses acertos, os PMs aposentados recebiam suas aposentadorias normalmente, mais metade do salário referente a sua patente, para continuar prestando serviços administrativos à PMMA.

Dessa forma, a corporação conseguia manter mais homens nas ruas.

Agora, sob pretexto de cortar gastos, o Estado decidiu encerrar essa prática. E já começou a avisar aos reformados…

Fonte: Gilberto Léda

13 presos perigosos fogem em São Luís; cinco agentes de plantão foram exonerados

A Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) confirmou a fuga em massa de 13 presos de alta periculosidade da Unidade Prisional do Olho D’Água em São Luís. Três foram recapturados.

Segundo nota oficial da Seap, eles fizeram uma buraco na quadra de banho de sol e fugiram durante a madrugada desta terça-feira (20). Por achar que houve facilitação, cinco agentes foram exonerados.

Na região do Olho D`Água, Turu e adjacências, o medo se instalou. Os presos são estupradores e assassinos que cometeram crimes brutais, inclusive contra parentes.

Confira na íntegra a nota da SEAP:

Nota da Seap

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que 13 internos da Unidade Prisional de Ressocialização do Olho d’Água (UPODA) fugiram, na madrugada desta terça-feira (20). Três presos já foram recapturados pela Policia Militar, que segue nas buscas dos demais foragidos. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar as circunstâncias da fuga.

A Seap encaminhou para investigação interna da Corregedoria do Sistema Penitenciário do Maranhão, os nomes dos quatro Agentes Estaduais de Execução Penal (efetivos). Já para a exoneração imediata, enviou os nomes dos dois Agentes Penitenciários Temporários (contratados) e dos três Auxiliares de Segurança Penitenciária (temporários) que estavam de plantão.

MP de Presidente Dutra pede abertura de inquérito policial sobre concurso anulado

A Promotoria Pública de Presidente Dutra já solicitou a abertura de inquérito criminal para investigar as causas que resultaram na anulação do concurso público que seria realizado ontem, domingo (18) para preenchimento de 1.000 vagas naquele município.

Por enquanto, o promotor titular Carlos Rafael Fernandes Bulhão vai aguardar o resultado das investigações para que o Ministério Público possa se pronunciar sobre os fatos.

Mais de nove mil pessoas se inscreveram e estiveram aptas a fazer o concurso. Porém, o certame foi anulado em comum acordo com a empresa Gabriel Excelência e o prefeito de Presidente Dutra, Juran Carvalho (PP).

Ocorre que a cidade de Tuntum também sediou em duas escolas o certame, mas até às 11h as provas não apareceram. O taxista contratado pela empresa não chegou ao local, alegando que não acertara o endereço. E ao ser abordado na rua, deixou que várias pessoas tivessem acesso aos documentos.

O prefeito Juran concedeu hoje entrevista tentando se eximir da patacoada, mas não explicou em nenhum momento como a prefeitura aceitou que uma empresa sem credibilidade fosse realizar o certame. Ou melhor: não teve o cuidado de saber, através de pesquisas, que o Instituto Gabriel Excelência, em vários municípios do Nordeste, é mais sujo do que pau de galinheiro.

Para que se tenha ideia, em castelo, no Piauí, um dos aprovados em concurso de 2015 foi um bebê com menos de 1 mês, fato amplamente divulgado pela imprensa.

Em outra cidade piauense, Monsenhor Gil, três desembargadores anularam o concurso da mesma empresa por fraudes como a realização do certame no período vedado pela Legislação Eleitoral e aprovação de pessoas ligadas ao prefeito.

Fonte: Luis Cardoso

Parque dos Lencóis Maranhenses pode ser privatizado

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) irá herdar do governo Michel Temer o plano de privatização de nove parques nacionais, dentre eles o Parque dos Lençóis Maranhenses, no Maranhão.

O projeto será entregue à equipe de transição do capitão reformado do Exército Brasileiro. Segundo o plano, há a previsão de abertura dos espaços à visitação, aliando a preservação ambiental ao turismo.

De acordo com publicação do “Estadão”, entre os parques nacionais que podem ser privatizados por 20 anos estão, ainda, a Serra da Canastra, a Chapada dos Guimarães e o Parque Nacional de Jericoacoara.

Das 324 unidades de conservação brasileiras, apenas 53 podem ser visitadas. Quatro parques concedidos à iniciativa privada são responsáveis por 60% do ecoturismo no país, o que resulta em um faturamento anual de R$ 2 bilhões.

A equipe de Bolsoanro irá receber a continuação de um estudo já iniciado pelo governo Temer.

Até o final de 2018, o atual ministro do Turismo, Vinicius Lummertz pretende concluir a concessão de dois parques nacionais: Chapada dos Veadeiros (GO) e Pau Brasil (BA), com estimativa de renda em R$ 140 milhões em outorgas e R$ 153 milhões em investimentos privados.

Fonte: Gilberto Léda

Teto de escola desaba em Governador Nunes Freire

O desabamento foi registrado nas primeiras horas desta segunda-feira (19). De acordo com informações de funcionários, parte do teto da escola que fica localizada na zona rural de Governador Nunes Freire veio abaixo, por sorte não houve vitimas. 
De acordo ainda com denuncias, alunos da rede pública municipal estão sendo prejudicados pela falta de transporte escolar, estão perdendo aulas do ano letivo.
Que feio!

Prefeitura de Tufilândia vai gastar R$ 1,2 milhão em locação de máquinas

A Prefeitura de Tufilândia contratou a R V da Silva Serviços Eireli, localizada em Pindaré Mirim, por cifras milionárias.

O contrato prevê a locação de horas de máquinas e caminhões para prestação de serviços em obras de saneamento, escavação, aterro e terraplenagem no município.

Para locar, a empresa, de propriedade de Ronildo Vieira da Silva, vai faturar R$ 1.285,274,42 (Hum milhão duzentos e oitenta e cinco mil duzentos e setenta e quatro reais e quarenta e dois centavos).

O contrato foi assinado em 17 outubro 2018 e a vigência contratual vai até 17 de maio de 2019.

Fonte: Neto Ferreira

Marinha alerta para ressaca e ondas de até 2,5 metros em São Luís

A Marinha do Brasil emitiu uma nota informando  que acontecerá uma ressaca no litoral nordestino e capital maranhense esta incluída. A instituição recomenda que o banho seja evitado e as práticas de esportes também, pois há risco de ondas de 2,5 metros de altura. E em caso de acidente que não se tente resgatar vítimas, mas que Corpo de Bombeiros seja acionado.

Confira a nota na integra:

AVISO DE RESSACA

São Luís-MA, em 18 de novembro de 2018.

A Marinha do Brasil, por intermédio do Centro de Hidrografia da
Marinha, emitiu alerta de ressaca para a faixa do litoral nordestino, entre as
cidades de Touros, no Rio Grande do Norte, e São Luís, no Maranhão.

A ressaca, com ondas de até 2,5 metros, oriundas das direções
Norte/Noroeste, começa a partir das 9h desta segunda-feira (19) e vai até
às 21h da quarta-feira (21).

A Capitania dos Portos do Maranhão recomenda que as embarcações
de pequeno porte evitem navegar em mar aberto nesse período e que as
demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem,
estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos
de comunicação e demais itens de segurança.

Outras recomendações igualmente importantes: Evitar o banho de mar
em áreas que estejam em condições de ressaca; Evitar a prática de esportes
no mar; Os frequentadores de praias devem seguir as orientações das
equipes do Corpo de Bombeiros; Não entrar no mar para resgatar vítimas de
acidente. Neste caso, acione imediatamente as equipes do Corpo de
Bombeiros pelo telefone 193.

A Capitania dos Portos do Maranhão informa, ainda, que qualquer
irregularidade observada na condução de uma embarcação pode ser
denunciada por meio do disque-denúncia desta Capitania (0800-098-8432)
ou por e-mail cpma.ouvidoria@marinha.mil.br

Auditoria diz que hospital de Bacuri está precário

Auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) constatou que o Hospital Municipal de Bacuri está em total estado de abandono. A fiscalização ocorreu entre os dias 28 de maio e 3 de junho de 2017.

Segundo o relatório, entre o período de janeiro de 2016 a abril de 2017 o Fundo Nacional de Saúde transferiu para o Fundo Municipal de Saúde de Bacuri montante de R$ 3.382.565,67 milhões. Mas não foi visto qualquer tipo de investimento na área da saúde no município.

O único hospital da cidade apresenta uma série de irregularidades, entre elas estão: enfermarias sem ventilação e sem nenhum tipo de climatização, banheiros sem ralo e com descargas sem tampa de proteção, parte dos colchões danificados, e falta de colchão em um leito, inexistência de equipamento e/ou material para reanimação cárdio respiratória.

Durante a fiscalização, os auditores identificaram que os vestiários estão em péssimo estado, apresentando vastas áreas de infiltrações e fungos, a sala de parto está com infiltração e parte do reboco caindo, local do ar condicionado com vedação improvisado (papelão), o que propiciam a contaminação, a sala de cirurgia não tem climatização, o que inviabiliza a sua utilização;

A unidade hospitalar também não possui Diretor Clínico, Alvará Sanitário, Comissão de Revisão de Prontuários, Comissão de Revisão de Óbitos, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar-CCIH e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Além do Hospital Municipal, outras unidades básicas de saúde de Bacuri também estão em estado de precariedade, conforme relatou a auditoria.

Fonte: Neto Ferreira

Escritórios de advocacia do MA são impedidos de receber R$ 20 bilhões do Fundef

Uma ação impediu que quase R$ 20 bilhões em recursos oriundos de precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), substituído pelo Fundeb, fossem desviados para o pagamento de honorários advocatícios. O pedido foi protocolado pela da Rede de Controle da Gestão Pública do Estado do Maranhão.

O trabalho articulado da Rede teve início em 2017, com a identificação de, aproximadamente, 180 contratos entre municípios maranhenses e três escritórios de advocacia, para recebimento de diferenças do Fundef não repassadas entre 1998 e 2006. Os contratos foram celebrados sem o devido processo licitatório e os honorários contratuais foram estipulados, na sua maioria, em 20% dos valores a receber. O objetivo era dar cumprimento à sentença da Ação Civil Pública nº 1999.61.00.050616-0, proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).

Com vistas a impedir a execução desses contratos e correspondentes pagamentos, o Ministério Público de Contas (MPC/MA) entrou com medidas cautelares junto ao Tribunal de Contas (TCE-MA). Também foi protocolada representação de órgãos da Rede de Controle no Tribunal de Contas da União (TCU), a partir da qual foi proferido o Acórdão nº 1824/2017-Plenário, com parecer favorável.

Para instrução das referidas ações judiciais, a Unidade Regional da CGU do Maranhão elaborou duas notas técnicas referentes à análise das irregularidades nas contratações e ao montante estimado do pagamento dos honorários por todos os municípios do Estado, o que evidenciou que os valores que seriam destinados aos advogados poderiam alcançar R$ 1,5 bilhão.

No dia 10 de outubro de 2018, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou, em decisão irrecorrível do Recurso Especial (REsp) nº 1.703.697/PE (2017/0113783-4), que precatórios do Fundef devidos pela União a municípios não podem ser destinados ao pagamento de honorários advocatícios.

Fonte: Neto Ferreira