Suspeitos de envolvimento na morte de italiano é preso pela polícia

Carmélo Mário Calabrêse enão tinha parentes no Brasil e morava em Paço do Lumiar (MA). — Foto: Reprodução/TV MirantePoliciais da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) prendeu nesta quarta-feira (3) cinco pessoas suspeitas de envolvimento na morte do italiano Carmélo Mário Calabrêse, de 65 anos, que foi encontrado morto no último dia oito de março por pescadores no Rio Tibiri, em São Luís, e identificado por amigos em 11 de março no Instituto Médico Legal (IML), na capital.

De acordo com os policiais, os suspeitos presos foram identificados como Artur Silva Rocha, Milena da Conceição Santana, Manoel de Jesus Gomes da Silva, Lucas Sá Menezes Silva e Airton da Silva Cruz, e as suas prisões que foram iniciadas ainda nesta madrugada foram realizados após cumprimento de mandados de prisão.

O italiano, que não tinha parentes no Brasil, foi encontrado com várias perfurações pelo corpo causadas pelo uso de arma branca. Na época do crime a polícia informou que, pelo menos, 15 golpes de facão foram desferidos contra a vítima, que pode ter sido vítima de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

Entenda o caso

O italiano Carmelo Mário Calabrese, de 65 anos, desapareceu na última quinta-feira (7) no bairro Alto Laranjal, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. Nesta segunda-feira (11), o corpo dele foi encontrado sem identificação na sede do Instituto Médico Legal (IML) em São Luís.

Segundo a polícia, ele foi achado na sexta-feira (8) por pescadores boiando no rio Tibiri, na capital. O corpo do Carmelo Calabrese foi identificado por amigos e vizinhos. As primeiras investigações encontraram marcas de sangue no banheiro da casa onde ele vivia e toda a área foi isolada.Além dos móveis espalhados, havia muito sangue no banheiro da residência do italiano — Foto: Reprodução/ TV Mirante

Ex-prefeito de Cajapió é denunciado por contratação irregular

Em razão de ter contratado irregularmente uma servidora para o quadro da Prefeitura de Cajapió, o Ministério Público do Maranhão ofereceu Denúncia, em 29 de março, contra o ex-prefeito do referido município, Francisco Xavier Silva Neto, que exerceu mandato de 2009 a 2012. A manifestação ministerial foi proposta pelo promotor de justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira.

Consta nos autos que o ex-gestor contratou a senhora Maria Ribamar Pereira Camara, sem concurso público, contrariando a legislação. De acordo com o promotor de justiça, o cargo ocupado pela servidora não se enquadrou em nenhuma das exceções previstas na legislação, que permitem a contratação sem concurso.

Para Márcio Alves de Oliveira, ao contratar de forma precária, o ex-prefeito cometeu crime de responsabilidade, previsto no artigo 1º, inciso XIII, do decreto Lei nº 201/67: “nomear, admitir ou designar servidor, contra a expressa disposição da lei”. A pena prevista é a de detenção de três meses a três anos. “A autoria e a materialidade encontram-se devidamente comprovadas pela documentação acostada a estes autos, já que o denunciado era gestor municipal de 2009 a 2012, responsável pela contratação dos servidores do município”, afirmou, na Ação Penal, o representante do MPMA.

Localizado a 161 km de São Luís, o município de Cajapió é termo judiciário da Comarca de São Vicente Férrer.

17 Unidades prisionais de São Luís passaram por inspeção judicial

As 17 unidades prisionais da Comarca da Ilha de São Luís passaram por inspeção judicial na última semana, para verificação das condições físicas dos estabelecimentos e entrevistas com os presos a respeito de suas necessidades e eventuais ocorrências de violação de direitos dentro das prisões.

Durante as visitas realizadas pelo juiz titular da 1ª Vara de Execuções Penais da capital, Márcio Castro Brandão, as principais demandas apresentadas pelos apenados foram relativas à transferência para presídios nos municípios de origem; atualização dos cálculos das penas; além de pedidos dos presos provisórios para que seus processos tenham maior celeridade. Atualmente, há 4.792 presos sentenciados e provisórios.

O juiz Márcio Brandão informa que a inspeção ocorre todos os meses, como determina a Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984). Conforme o artigo 66, inciso VII, compete ao juiz da execução inspecionar, mensalmente, os estabelecimentos penais, tomando providências para o adequado funcionamento e promovendo, quando for o caso, a apuração de responsabilidade. “Esse contato pessoal é importante para que o preso sinta que não está esquecido dentro do sistema prisional, possa falar sobre sua situação e apresentar demandas ao Juízo. É uma ação proativa do Judiciário, antecipando-se muitas vezes aos pleitos que os advogados e demais órgãos da execução penal venham apresentar”, afirmou. Ele disse que é uma experiência impactante porque pode ver de perto a realidade dos apenados nessas unidades prisionais.

Na inspeção, o juiz é acompanhado da equipe de servidores da unidade judiciária, responsável pelo acompanhamento dos apenados do regime fechado e semiaberto. A equipe auxilia o juiz nas entrevistas com os presos, anota suas queixas e solicitações e responde dúvidas sobre os cálculos de penas de cada um. Márcio Brandão explicou que os casos de violação de direitos relatados durante as visitas são encaminhados à Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), ao Ministério Público e à Secretarias Estadual de Direitos Humanos (SEDIHPOP).

Unidades inspecionadas

Passam por inspeções mensais da Vara de Execuções Penais a Penitenciária Regional de São Luís, a Unidade Prisional Feminina (UPFEM-Feminina), Triagem (COTCS), os seis Presídios São Luís (UPSL), as três unidades prisionais de ressocialização (Anil, Olho d´Água e Paço do Lumiar), unidade do Monte Castelo (UPMTC), APAC São Luís e as três carceragens da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil. Nas visitas realizadas em março, foram entrevistados 548 presos. O juiz ressaltou que é impossível ir a todos os pavilhões e celas em cada inspeção. Como as diligências são mensais, a cada visita o magistrado entrevista apenados de pavilhões diferentes de forma a ter uma maior abrangência de custodiados. Nas inspeções, o magistrado conheceu também as atividades de ressocialização desenvolvidas pela SEAP nas unidades prisionais.

Ex-prefeito de Codó Zito Rolim senta no banco dos réus nesta quarta por ‘farra dos caixões’

Zito Rolim senta no banco dos réus nesta quarta por ‘farra dos caixões’O ex-prefeito de Codó José Rolim Filho, o Zito Rolim (PDT), terá de justificar a falta que levará na Assembleia Legislativa do Maranhão, onde exerce o cargo de suplente no exercício do mandato na cadeira pertencente à Ana do Gás (PCdoB), por não poder participar da sessão desta quarta-feira 3.

Logo cedo pela manhã deste dia, ele deve estar na 2ª Vara da Comarca de Codó, onde senta no banco dos réus em audiência de instrução marcada pelo juiz Carlos Eduardo Mont’Alverne, no bojo de uma ação penal em que responde por irregularidades em licitação destinada a aquisição de urnas funerárias para pessoas carentes do município, ao custo de R$ 582,8 mil ao erário.

O caso, alvo inicial de procedimento investigatório criminal do Ministério Público, é conhecido na Região do Cocais como ‘farra do caixões’.

Além do pedetista, também são réus na ação penal Cinthya Torres Rolim de Sousa, filha de Zito e secretária de Assistência Social à época da contração; Francisco da Silva Araújo, proprietário da empresa funerária; e Francisco Denilson de Sousa Teodoro, então pregoeiro do município.

Todos já se manifestaram nos autos, suscitando, dentre outras coisas, a inépcia da denúncia, e negando a acusação de que teriam fraudado, mediante ajuste, o caráter competitivo de procedimento licitatório, com o intuito de obter para si vantagem decorrente da adjudicação do objeto de licitação.

Fonte: Atual7

OAB-MA diz que delação-bomba de Bardal precisa ser minuciosamente apurada

OAB-MA diz que delação-bomba de Bardal precisa ser minuciosamente apuradaA Seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou, nessa segunda-feira 1º, nota em que defende a apuração da delação-bomba do ex-chefe da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Tiago Bardal.

Em depoimento prestado no mês passado à 2ª Vara Criminal de São Luís, no bojo de um processo criminal em que é suspeito de participação numa organização criminosa envolvida em contrabando, Bardal disse que teria recebido ordens do secretário estadual da Segurança Pública, Jefferson Portela, para que fossem investigados quatro desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão.

O objetivo das investigações, segundo Bardal, seria conseguir prender os magistrados Froz Sobrinho, Tyrone Silva, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney. Até o momento, nenhum deles se manifestou sobre as declarações.

“No caso de uma suposta investigação a quatro desembargadores maranhenses, após uma suposta delação, do então ex-superintendente da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), Tiago Bardal, realizada na Secretaria de Segurança Pública do Estado, fatos que vieram a público através da mídia local, a OAB Maranhão entende que tais circunstâncias precisam ser minuciosamente apuradas”, defendeu a OAB maranhense.

Ainda na nota, a Seccional maranhense diz repudiar as tentativas de ameaças aos membros do TJ-MA, e que, se confirmada a delação-bomba de Bardal por meio de “investigações que tem de ocorrer”, representará um atentato ao Estado Democrático de Direito e ao país.

“[A OAB-MA] vem a público repudiar toda e qualquer tentativa de ameaça a membros do Poder Judiciário ou de qualquer uma das instituições que trabalham em defesa da Justiça, tendo em vista que isso, se confirmado, se configura como um atentado direto ao próprio Estado Democrático de Direito e ao país enquanto nação e República. Essa suposta tentativa, que se espera não seja confirmada pelas investigações que tem de ocorrer, que hoje visaria atingir autoridades pode, amanhã, tornar-se um instrumento de violação de intimidade e da vida privada de qualquer cidadão, ignorando preceitos básicos da Carta Magna”, diz.

Fonte: Atual7

Redes são usadas para transportar doentes na zona rural de Viana

Mais um péssimo exemplo da gestão do prefeito Magrado Barros, aliado de Flávio Dino no Maranhão. Em Viana, pessoas doentes são levadas na correria em rede de pano por falta de estradas no município.

No vídeo abaixo, um doente que precisa ser atendido com urgência conta com a solidariedade de pessoas que carregam a rede do povoado de Poção Grande até o povoado de Santeiro, onde uma ambulância os aguarda. Entre um local e outro carros não circulam. Confira:

Fonte: Luis Cardoso

Justiça determina prazo de 72h para que Estado se manifeste sobre situação precária da MA-315

Motoristas encontram dificuldades para trafegar na MA-315 por conta da falta de infraestrutura — Foto: Sidney Pereira/TV MiranteO juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas de Melo Martins, determinou na segunda-feira (1º) que o governo do estado se manifeste sobre a situação precária em que se encontra atualmente um trecho da MA-315, que foi recém-inaugurada a pouco mais de dois meses e, que liga os municípios de Barreirinhas e Paulino Neves, no litoral do Maranhão.

A determinação judicial foi baseada em uma Ação Popular movida pelo deputado federal Edilázio Júnior (PSD) que afirma que em março de 2018, o governo firmou contrato com a Construtora Sucesso S.A no valor superior a R$ 9,1 milhões para recuperação da MA-315. A empresa que teria nove meses para entregar a obra. No entanto, seis meses após a assinatura do contrato, o governo aceitou fazer um aditivo de mais de R$ 2 milhões, o que seria irregular.

A Ação do deputado, que é assinada pelas advogadas Anna Graziella Santana Neiva Costa e Mariana Costa Heluy, pede, também, que seja determinada a suspensão do aditivo contratual da obra pelo governo e que a Construtora Sucesso S.A seja obrigada refazer todo o itinerário, que se desmanchou quase toda a pouco mais de dois meses.

O magistrado determina ainda que o estado, além de determinar o envio de cópias do contrato da obra, documentos de recebimento provisório e definitivo, dá prazo de 20 dias para manifestação do Ministério Público do Maranhão (MP-MA).

De acordo com o juiz, esta não é primeira vez que uma Ação desta natureza é apresentada na Justiça e diz que a sociedade precisa fiscalizar as obras para averiguar se as licitações foram cumpridas dentro do projeto.

“A sociedade tem que acompanhar bem de perto as obras, fiscalizar. É preciso que as coisas aconteçam com bastante transparência para vê quais os requisitos técnicos e as características de uma obra que se paga e saber se foi cumprido dentro das licitações do projeto. Não é a primeira vez que eu recebo processos relativos a esse assunto. É bem antigo isso e muitos processos, muitas obras realizadas já foram objeto nos últimos anos e sempre com questionamento em relação às especificações técnicas”, revelou o juiz Douglas Martins.

Falta de infraestrutura da MA-315

Conhecida como “Ecorodovia MA-315” a MA-315, que recebeu um investimento de mais de R$ 12 milhões de reais, já apresenta problemas de falta de infraestrutura, como a deterioração do asfalto, em pouco mais de dois meses após a entrega de suas obras.

A obra entregue em janeiro deste ano, teve 38 km asfaltados, sendo dez em bloquetes feitos em povoados da região. A obra é uma parceria da empresa Ômega com o governo do Maranhão, que está realizando a implantação do parque eólico no município de Paulino Neves.Recém-inaugurada, asfalto da MA-315 está se deteriorando — Foto: Reprodução/TV Mirante

Além da deterioração do asfalto, a rodovia vem enfrentando problemas de escoamento da água. Com as fortes chuvas que caem desde o início do ano no Maranhão, trechos da MA alagam as duas mãos da via e dificultam a passagem de veículos que seguem em direção aos Lençóis Maranhenses.

Por meio de nota, a Secretaria de Infraestrutura do Maranhão (Sinfra) informou que a MA-315 tem recebido tráfego pesado em razão do empreendimento em ampliação no local e que a empresa responsável já foi acionada para garantia da obra. Além disso, a Sinfra informou que a legislação de licitações foi integralmente cumprida.

Vários veículos estão atolando na viagem pela MA-315 — Foto: Reprodução/TV Mirante

Fonte: G1MA

Prefeitura de Boa Vista do Gurupi decreta situação de emergência; Mais de 650 desabrigados

Após as chuvas, várias casas foram atingidas pelo volume de água em Boa Vista do Gurupi — Foto: Ascom/Prefeitura de Boa Vista do GurupiA Prefeitura de Boa Vista do Gurupi decretou Situação de Emergência neste domingo (31) após as fortes chuvas que atingem o município, que fica a 237 km de São Luís. O rio Gurupi transbordou. Os alagamentos atingiram casas e prejudicam o trânsito na cidade.

A Prefeitura estima que mais de 650 pessoas estão desabrigadas e vivendo provisoriamente em igrejas, escolas e outros prédios públicos. As aulas da rede pública foram canceladas e vários danos materiais foram registrados.

“A situação está insustentável e por isso estamos tomando todas as providências legais seguindo orientações da Defesa Civil”, afirmou o prefeito Antonio Batista.

Município de Boa Vista do Gurupi decretou situação de emergência após fortes chuvas — Foto: Divulgação/Prefeitura de Boa Vista do Gurupi

Fonte: G1MA

Joaquim Figueiredo mantém desbloqueio de bens de Eric Costa

Joaquim Figueiredo mantém desbloqueio de bens de Eric CostaO presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Joaquim Figueiredo, manteve o desbloqueio de bens do prefeito de Barra do Corda, Eric Costa (PCdoB), num caso de R$ 412 mil envolvendo o célebre empresário Fabiano de Carvalho Bezerra, além da não menos famosa Vieira e Bezerra Ltda (atual F.C.B Produções e Eventos Ltda), com nome fantasia de F&F Produções e Eventos.

A decisão é do último dia 20, ao inadmitir recurso especial cível interposto pelo Ministério Público visando a reforma da decisão proferida no ano passado pela Quinta Câmara Cível da Corte estadual, por unanimidade, pela rejeição dos embargos de declaração interpostos pelo Parquet contra a determinação pelo desbloqueio dos bens do comunista.

Para os magistrados da Corte estadual, a concessão de tutela antecipada é medida extrema que deve ser negada em razão de, no entendimento deles, não haver ficar sido demonstrado que o prefeito de Barra do Corda praticou ato de improbidade administrativa, fazendo-se necessária a instrução probatória para melhor esclarecimento dos fatos narrados da representação.

Eric Costa teve decretada, liminarmente, a indisponibilidade dos bens em abril de 2017, no bojo de uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada pela Promotoria de Justiça de Barra do Corda.

Segundo as investigações, no início do primeiro mandato de prefeito, ele utilizou os recursos de um convênio firmado com a Secretaria de Cultura do Maranhão, objetivando a realização das festividades de Carnaval do município, para direcionar o contrato à empresa de Fabiano Bezerra, por meio de uma serie de irregularidades, causando prejuízo ao erário.

O empresário e a empresa de eventos são conhecidos da Polícia Federal (PF) e do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) por fazerem parte da organização criminosa que assaltou os cofres públicos de Anajatuba, segundo a Operação Attalea, protagonizando o início do quadro “Cadê o dinheiro que tava aqui?”, do Fantástico, Rede Globo.

Ambos também estão entre acionados pelo MP-MA na ação civil pública contra Eric Costa.

Fonte: Atual7

Obra na MA-135, já deteriorada, teve aditivo de R$ 2 milhões antes do prazo legal

Obra na MA-135, já deteriorada, teve aditivo de R$ 2 milhões antes do prazo legalEntregue no dia 15 de janeiro deste ano pelo governador Flávio Dino (PCdoB), mas com asfalto já se desmanchando menos de três meses depois, a obra de pavimentação da MA-315, que liga Barreirinhas até Paulino Neves, ganhou um aditivo de R$ 2 milhões antes do prazo legal.

A informação, divulgada inicialmente pelo jornal O Estado, consta numa ação popular protocolada pelo deputado federal Edilázio Júnior (PSD) na Vara de Interesse Coletivo e Difuso de São Luís, na semana passada, contra a gestão comunista.

Segundo levantamento feito pela assessoria técnica no parlamentar, a obra teve valor original superior a R$ 9 milhões, com prazo para conclusão dos 38 quilômetros da ecorodovia em nove meses.

Na agência de notícias do Palácio dos Leões, é informado que, pelo dispêndio, a MA-315, que faz parte da Rota das Emoções, “recebeu pavimentação em TSD, garantindo mais segurança e aderência, principalmente no período chuvoso, além de drenagem superficial e sinalização vertical e horizontal”.

Contudo, seis meses após a assinatura do contrato – que corresponde a oito meses da apresentação de tabela de preços, houve a assinatura do aditivo milionário, indicando possível superfaturamento na obra comprovadamente mal executada, conforme mostram diversas fotos e vídeos compartilhados nas últimas semanas em redes sociais e grupos de WhatsApp.

Para Edilázio, o novo acordo é irregular. Ele argumenta que, segundo previsto no contrato, qualquer alteração de preços somente poderia ter sido feita 12 meses após a apresentação dos valores para a obra que estava em disputa.

Outra irregularidade exposta na ação pelo deputado do PSD diz respeito à apresentação de relatório da obra ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Pelo documento, a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) já recebeu a obra e todo o processo foi concluído.

No entanto, segundo o Portal da Transparência do governo Flávio Dino, foram pagos à Construtora Sucesso S.A., responsável pela obra, cerca de R$ 9,1 milhões, faltando ainda o pagamento do aditivo apontado como ilegal.

Sobre a ecorodovia já está deteriorada, contradizendo a própria informação oficial, ao jornal O Estado, a Sinfra colocou a culpa nas chuvas, numa empresa eólica de trafega pelo local e até nas dunas pelos danos na estrada.

Fonte: Atual7

Enfermeiro de 29 anos morre em acidente na Avenida dos Franceses a caminho do trabalho

Um enfermeiro identificado como Márcio Ferreira Araújo, 29 anos, morreu na manhã deste domingo (31) em um acidente de trânsito na Avenida dos Franceses, no bairro Vila Palmeira, em frente ao Departamento de Trânsito do Maranhão (Detran-MA). A vítima pilotava uma moto e teria tentado desviar de um veículo, mas acabou indo parar debaixo de um caminhão de placa KKQ-8064.

Segundo o 9° Batalhão de Polícia Militar, o enfermeiro estaria indo cumprir plantão em um hospital de São Luís. Chovia no momento do acidente e o asfalto estava molhado, o que pode ter facilitado a colisão.

O condutor do caminhão, identificado por Francisco Alexandre da Silva, foi conduzido até um plantão de polícia para prestar depoimento.
Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA) manifestou profundo pesar pela morte do enfermeiro Márcio Ferreira Araújo. “O Coren-MA externa sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão neste momento de dor e saudade”.

Ministério Público ingressa com 17 ações em São João Batista por acúmulo ilegal de cargos

Promotoria de São João BatistaA Promotoria de Justiça de São João Batista acionou, no último dia 22, 17 servidores públicos por acúmulo ilegal de cargos. Duas ações foram propostas por conta do acúmulo de cargos inacumuláveis; outras três referem-se a vereadores que acumulam ilegalmente três remunerações; e as 12 ações restantes tratam de professores que acumulam três matrículas no serviço público.

Na primeira situação estão as ações contra Adelmar Costa Júnior e Manuel José Cutrim Neto. Costa Júnior acumula os cargos de agente de administração e de professor. Já Cutrim Neto recebe pelos cargos de auxiliar administrativo e professor. O cargo de professor só pode ser acumulado com cargos técnicos que tenham exigências técnicas ou científicas específicas, o que não é o caso dos dois acionados.

Já os vereadores Tales Lima Pinheiro, Valdez Diniz Junior e Zilmara Gisely Lindoso Serra foram acionados por acumularem o cargo eletivo com outros dois de professor. No caso de Tales Pinheiro e Zilmara Lindoso, todos os vínculos são com o Município de São João Batista. Já Valdez Junior possui um vínculo de professor na rede municipal e outro com o Estado do Maranhão, além de receber os vencimentos como vereador.

Ao assumir o cargo na Câmara Municipal, os três vereadores deveriam ter requerido licença em um dos cargos. Além da vedação legal de acúmulo de três cargos públicos, o somatório das cargas horárias chega a 80 horas semanais, o que tornaria inviável a atuação nos três cargos.

No caso da acumulação de três cargos de professor, foram acionados Ana Lúcia Moreno Fonseca, Arimossene Matos Cutrim, Jaqueline Alves Serra Freire, Jocielson Sergio dos Santos, Keila dos Santos Cutrim, Maria da Purificação Nunes Costa, Marinilde de Campos Diniz, Mauro Sérgio Serra Santos. Raimundo Nonato Aguiar Santos, Rosangela Pinto Costa, Vandelson Pinto Santos e Yolanda Castro Serra.

Os professores acumulam cargos nos municípios de São João Batista, São Vicente Férrer, Cajapió e Olinda Nova, além do Estado do Maranhão. Em alguns casos, os acúmulos de cargos se estendem há décadas. Manuel José Cutrim Neto, por exemplo, está nessa situação desde agosto de 1982.

INVESTIGAÇÃO
A Promotoria de Justiça de São João Batista instaurou um procedimento administrativo para apurar a existência de acúmulos indevidos de cargos públicos em 2017. Ao encontrar 36 possíveis casos, o Ministério Público solicitou informações sobre as providências adotadas pelo Município. A Prefeitura afirmou estar finalizando um recadastramento, que daria a dimensão exata da situação e tomaria as providências legais cabíveis.

Em 18 de outubro de 2017, o Município instaurou, após requisição da Promotoria, uma Comissão de Processo Administrativo Disciplinar para apurar as irregularidades. Essa comissão, no entanto, foi dissolvida e outra foi formada, que chegou a intimar os servidores para apresentar defesa ou fazer a opção sobre em qual cargo gostaria de permanecer.

“Surpreendentemente, o gestor municipal editou portaria, em 20 de março de 2018, anulando todos os atos praticados pela comissão e o processo administrativo para apurar os casos de acúmulo ilegal de cargos foi paralisado”, afirma o promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo.

O Ministério Público também notificou diretamente os servidores públicos, para que fizessem a opção em até 10 dias, sob pena de responsabilização por ato de improbidade administrativa. A situação configura enriquecimento ilícito, além de ir de encontro aos princípios constitucionais da legalidade e da moralidade na administração pública.

Nas Ações, o Ministério Público requer a condenação dos 17 citados à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento do dano em valores atualizados, perda de todos os cargos em acúmulo ilegal, suspensão dos direitos políticos de oito a 10 anos, pagamento de multas de até três vezes o valor do dano e de 100 vezes o valor da remuneração recebida, além da proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público pelo prazo de 10 anos.

PGJ não vai se manifestar sobre tentativa da SSP de investigar desembargadores

A Procuradoria Geral de Justiça afirmou que não irá se manifestar acerca das declarações dadas pelo ex-chefe da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado Tiago Bardal, que tratam da tentativa de investigar desembargadores do Maranhão.

As informações reveladoras vieram à tona durante o depoimento de Bardal ao juiz da 2ª Vara Criminal de São Luís, José Ribamar D’Oliveira Costa Júnior, ocorrido em março.

De acordo com a PGJ, o órgão ministerial não recebeu qualquer tipo de comunicação oficial a respeito do caso e, por isso, preferiu não comentar o episódio.

Ao ser procurada novamente para tratar do assunto, a Procuradoria disse que irá respeitar a independência funcional e os princípios do juiz e promotor que atuam no caso e que cabe a eles tomarem qualquer providência.

“Informamos que, em respeito ao princípio da independência funcional e aos princípios do juiz e promotor natural, compete ao juiz e promotor que atuam no caso a tomada das providências devidas em relação às declarações relatadas pelo réu em juízo”.

Entenda o caso

Em meados do mês de março, Tiago Bardal prestou depoimento à 2ª Vara Criminal de São Luís, onde revelou que o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, mandou investigar, pelo menos 4 desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão.

No relato, o ex-chefe da Seic falou que a pedido de Portela, o Ministério Público representou contra um magistrado na Corregedoria Nacional de Justiça.

Fonte: Neto Ferreira

Ministério Público aciona ex-prefeita e mais sete pessoas por improbidade administrativa em Matões

Matões 1 reduzidaA Promotoria de Justiça de Matões ingressou, na última quinta-feira, 28 de março, com uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra a ex-prefeita Suely Torres e Silva e mais sete pessoas, além de uma empresa. A ação é baseada em um processo licitatório realizado em 2016.

Também figuram na Ação Antônio Layl da Silva Ribeiro (ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação e pregoeiro), Izaías Ferreira de Carvalho, Luiz da Cruz Barros (ex-membros da CPL), Inácio Joaquim Terceiro de Carvalho (ex-secretário municipal de Educação), Rafael Guimarão Viana (procurador-geral do Município), os empresários Cícero Silva de Carvalho e João Silva de Carvalho, além da empresa C J Comércio de Alimentos Ltda. – ME.

O pregão presencial n° 17/2016, para aquisição de gêneros alimentícios para a merenda escolar, tinha o valor estimado de R$ 1.456.435,25 e teve três empresas vencedoras. Uma análise realizada pela Assessoria Técnica do MPMA apontou uma série de irregularidades no processo licitatório.

O processo foi iniciado por um ofício do secretário municipal de Educação, solicitando a aquisição de gêneros alimentícios, emitido em 1° de janeiro de 2016, data que é feriado nacional, o que seria indício de “montagem” da licitação. Além disso, do processo de cotação de preços para embasar a licitação não constam os orçamentos dos fornecedores.

O procedimento também não traz declarações do ordenador de despesas a respeito da adequação do aumento de despesas à Lei Orçamentária Anual (LOA) e compatibilidade com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Também não há aprovação do termo de referência pela autoridade competente nem a comprovação de publicação do aviso de edital no Diário Oficial do Estado e nem do resumo do edital em jornal de grande circulação e na internet.

Inconsistências também foram apontadas no edital da licitação, na qual não há exigência de uma série de documentos previstos pela Lei de Licitações (8.666/93), como as provas de regularidade junto à Fazenda Estadual e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o valor cobrado pelo edital (R$ 100), muito maior do que o custo de sua reprodução.

Além disso, o documento exige a apresentação de Certidão de Registro Cadastral emitida pela CPL de Matões, o que contraria a legislação. Para a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, a exigência do documento restringiu a competitividade, já que empresas não registradas junto ao órgão seriam automaticamente desclassificadas.

Outro indício de “montagem” do processo licitatório é o fato da Certidão Negativa de Dívida Ativa com a Fazenda Estadual da CJ Comércio de Alimentos Ltda ter sido emitida em 4 de fevereiro de 2016, um dia depois da sessão do pregão. De acordo com a autora da ACP, o documento deveria estar anexado na fase de habilitação, antes da sessão do pregão presencial, “o que demonstra indícios de montagem do processo licitatório”.

Por fim, os extratos dos contratos n° 31, 32 e 34/3016, decorrentes do pregão, foram publicados na imprensa oficial foram do prazo. Os contratos foram assinados em 15 de fevereiro e publicados somente em 26 de dezembro de 2016. Já do contrato n° 33 não consta a publicação na imprensa oficial.

Na ACP, o Ministério Público requer que seja determinada, em medida liminar, a indisponibilidade dos bens dos envolvidos. Além disso, foi pedida a condenação de Suely Torres e Silva, Antônio Layl da Silva Ribeiro, Izaías Ferreira de Carvalho, Luiz da Cruz Barros, Inácio Joaquim Terceiro de Carvalho, Rafael Guimarão Viana, Cícero Silva de Carvalho João Silva de Carvalhoe da C J Comércio de Alimentos Ltda. – ME por improbidade administrativa.

Entre as penalidades previstas estão o ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multas de até duas vezes o valor do dano e de até cem vezes o valor da remuneração recebida pelo agente, além da proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público pelo prazo de cinco anos.

Assaltante que usava farda da PM nas redes sociais é preso em São Luís

A Polícia Militar diz que José Wellington não é PM e tem passagens por tráfico e associação criminosa — Foto: Divulgação/Polícia MilitarEquipes do 21º Batalhão da Polícia Militar prenderam na manhã deste domingo (31) José Wellington da Conceição Silva, na região do Mangue Seco, em Pedrinhas, zona rural de São Luís. De acordo com a PM, ele tem passagens por tráfico de drogas, associação criminosa e estaria envolvido em assaltos na região.

Ainda segundo a PM, José Wellington era conhecido porque postava várias fotos nas redes sociais usando arma e fardamento da Polícia Militar. Após ser preso em casa, José foi conduzido e apresentado no plantão da Polícia Civil da Cidade Operária. A polícia também vai investigar se ele chegava a usar a farda da PM durante os assaltos.José Welligton foi preso em casa, que fica na zona rural de São Luís — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Fonte: G1MA

Adolescentes fogem de unidade de ressocialização em São Luis

Quatro adolescentes fugiram na manhã desta segunda-feira (1º) da unidade da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac), no bairro São Cristóvão, em São Luís.

Segundo o tenente-coronel Aritanã, pertencente ao 6º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão (6ºBPM-MA), inicialmente oito internos saíram das suas celas, mas durante as buscas quatro foram encontrados. Já os outros quatro pularam o muro da instituição e fugiram. “A fuga foi registrada às 9h e quatro deles já foram recapturados nas dependências da própria Funac”.

O tenente-coronel Aritanã disse também que durante a fuga os internos mantiveram alguns monitores presos. “Eles prenderam os monitores que tomam conta deles em uma das celas para que pudesse facilitar a fuga”, contou.

O militar disse também que os policiais já iniciaram as buscas a fim de tentar recapturar os outros quatro internos que fugiram. “O 6º Batalhão da Polícia Militar que é subordinado ao CPAM2 já iniciou as buscas nas redondezas a fim de recapturar os outros quatro adolescentes”, finalizou o tenente-coronel Aritanã.

Por meio nota, a Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) informou que nesta segunda houve um tumulto no Centro Socioeducativo de Internação do bairro São Cristóvão, que resultou na fuga de quatro adolescentes e que a Polícia Militar foi acionada para realizar as buscas.

Leia a íntegra da nota:

“A Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) informa que nesta segunda-feira (01/04) houve um tumulto no Centro Socioeducativo de Internação do São Cristóvão, que resultou na fuga de quatro adolescentes. A Polícia Militar foi acionada para realizar as buscas. Neste episódio, dois servidores foram feitos reféns e sofreram arranhões. Não houve dano material. A Funac vai apurar administrativamente os fatos e adotar as medidas necessárias”.

Fonte: G1MA

Buracos na MA-101 causa prejuízos para motoristas e passageiros no Maranhão

Na rodovia MA-101, entre Carutapera e Cândido Mendes, os motoristas têm sofrido para transportar passageiros. A rodovia é o único acesso a BR 316, mas as péssimas condições da estrada causam prejuízos, fazem o preço da passagem subir e atrasam as viagens.
Uma operação emergencial chegou a ser feita a cerca de dois a três meses com tapa buracos , mas em muitos pontos o serviço não resistiu às chuvas e os buracos voltaram a causar transtornos. Segundo alguns motoristas, para percorrer um trecho de 100 quilômetros é gasto até 05 horas, mas se a rodovia estivesse em boas condições, o tempo cairia pela metade.
“Tá bastante ruim mesmo. Não nos culpem pelo atraso na viagem”, afirmou um motorista em uma rede social.
O trecho mais critico está localizado entre as cidades de Luis Domingues e Godofredo Viana,num percusso de 19 quilômetros motoristas chegam a gastar até 45 minutos,oque antes era apenas 14 minutos.
Nesta semana uma boieira chegou a estourar devido uma erosão e ameaçou cortar a MA-101. Um trabalho emergencial foi feito e o fluxo segue hoje normalmente.

Em depoimento, Bardal diz que Portela mandou engavetar Caso Décio Sá

O ex-chefe da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Tiago Bardal, delatou em oitiva na 2ª Vara Criminal de São Luís, no último dia 12, que o secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela, mandou engavetar investigações relacionadas ao Caso Décio Sá.

A informação foi divulgada com exclusividade, nesta quinta-feira 28, que já havia divulgado ontem outro trecho do depoimento de Bardal, sobre investigações envolvendo desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão.

Blogueiro e jornalista do jornal O Estado, Décio Sá foi executado com seis tiros de pistola .40, de uso exclusivo das forças armadas, na noite de 23 de abril de 2012, em um bar na orla da capital, devido a uma série de publicações em seu blog sobre a máfia da agiotagem no Maranhão. 
Dos 12 denunciados pelo crime, apenas dois já foram condenados e ainda estão presos.

Segundo depoimento de Tiago Bardal, houve um pedido de reabertura do caso pela Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), com base numa representação feita pelo então deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB). Portela, porém, diz Bardal, com receio de que Cutrim fosse promovido eleitoralmente com o eventual avanço das investigações em supostos novos co-autores do crime, determinou a não instauração de qualquer procedimento investigatório.

“Jefferson Portela pega a pastinha que veio da Procuradoria [Geral de Justiça] e fala: isso aqui você vai levar pra Seic e você vai engavetar. Aí eu falei porque doutor? Porque nós estamos em ano de eleição, vai chegar eleição e Cutrim só quer isso para se aparecer, se a gente conseguir chegar em nome de outras pessoas realmente, o nome do Cutrim que vai pra cima e ele vai se reeleger. Para com a investigação”, delatou.

O ex-chefe da Seic, considerado homem-bomba por aliados do Palácio dos Leões em razão das revelações no depoimento, disse a ordem não foi obedecida, e a investigação sobre o Caso Décio Sá avançou, mesmo contra a vontade de Portela.

Empreiteiro

De fato, como mostrou o ATUAL7 há cerca de duas semanas, depoimentos tomados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão, e pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), que integra a Seic, apontam para o envolvimento de pessoas da construção civil na execução de Décio Sá.

Segundo a documentação, diversas pessoas já foram ouvidas pela força-tarefa, dentre elas o empresário José Raimundo Chaves Júnior, o Júnior Bolinha; o policial militar Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita; e um empreiteiro maranhense.

Esse empreiteiro, inclusive, por meio de um habeas corpus, conseguiu acesso à integra da investigação, após sua defesa perceber que, apesar de inserido na apuração como testemunha, estava, na verdade, sendo alvo do Gaeco e DCCO como possível mandante do crime.

Fonte: Atual7

Força-tarefa recupera mais de R$ 195 milhões de tributos sonegados no MA

Força-tarefa de combate à sonegação fiscal formada pelas Promotorias de Justiça Regionais de Defesa da Ordem Tributária e Econômica, Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e Procuradoria Geral do Estado (PGE) conseguiu recuperar mais de R$ 195 milhões aos cofres públicos.

O valor, segundo divulgado nesta quinta-feira 28 no site do Ministério Público do Maranhão, corresponde ao recolhido desde o mês de novembro de 2018, e se refere a débitos de ICMS que eram declarados e não recolhidos ao Estado pelas empresas, cujo montante ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Segundo o promotor de justiça Cláudio Rebêlo Correia Alencar, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Pública e da Probidade Administrativa (CAOp ProAd), a força-tarefa encaminhou no ano passado quase 37, 5 mil notificações, por via eletrônica, aos contribuintes inadimplentes. Desse total, quase 6,2 mil regularizaram seus débitos, o que propiciou a recuperação ao erário.

Quanto aos débitos restantes, cujos valores superam R$ 1,4 bilhão, a Sefaz a irá repassar a relação dos inadimplentes ao Ministério Público para a instauração de procedimentos administrativos. Até o oferecimento da denúncia, caso os devedores resolvam mediar um acordo para o pagamento das dívidas, poderá ser extinta a punição por sonegação fiscal.

Pela Lei 8.137/90, que trata dos crimes contra a ordem tributária, alerta o MP-MA, a pena prevista nestes casos é de detenção de seis meses a dois anos, e mais multa.

Candidatos que foram aprovados no curso da PM realizam nova manifestação em São Luís

Os candidatos que foram aprovados no curso de formação da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) e depois foram dispensados, realizaram nesta sexta-feira (29) uma passeata em algumas ruas do centro de São Luís. Mais de 1,8 mil candidatos foram aprovadas pelo concurso realizado em 2017, mas nunca foram nomeados.

Com faixas, a ajuda de um carro de som, os manifestantes gritaram palavras de ordem e cantaram o Hino Nacional Brasileiro durante todo o percurso. A manifestação começou pela rua Rio Branco, em seguida passou pela Avenida Beira-Mar e por fim, os candidatos pararam em frente ao Palácio dos Leões, sede do governo do Maranhão.

Desde o início da semana os candidatos estão fazendo diversas manifestações para tentar chamar a atenção do governo estadual. O grupo continua acampado na Praça Pedro II, no centro de São Luís. Sem muita estrutura, os manifestantes colocaram alguns colchões infláveis que são usados para descansar, já que eles foram proibidos de montar barracas.

Os manifestantes alegam que fizeram o curso de formação para serem soldados da PM, receberam o contracheque de servidores públicos, mas hoje são considerados pelo Governo do Estado como oficiais do cadastro de reserva. Mas, segundo o sistema do ‘Portal do Servidor’ eles aparecem como exonerados. Mais de 1.860 pessoas aguaram a contratação definitiva.

Site 'Portal do Servidor' alega que os candidatos aprovados no concurso da PM do Maranhão estão exonerados. — Foto: Reprodução/TV MiranteNo início da semana, governo do Maranhão informou por meio de nota, que os candidatos só deixaram de receber a bolsa mensal que custeava a dedicação ao curso e que não foram exonerados.

Clebson da Silva é natural do município de Estreito, localizado a 750 km de São Luís e depois que foi aprovado no concurso da PM, ele pediu demissão do emprego para se dedicar ao curso de formação de oficiais. Sem a convocação, ele alega que está enfrentando muitos problemas financeiros.

“Há um ano estamos desempregados e não conseguimos encontrar emprego, porque ninguém quer contratar uma pessoa que foi exonerada. Eu tenho meu filho de seis anos e me emociona, todo dia ele perguntar: “papai, o senhor não era para ser polícia?”, disse.

Por meio de nota, o governo do Maranhão disse que se reuniu com o grupo na terça-feira (26) e que as nomeações foram feitas de acordo com o número de vagas divulgados no edital do concurso. Segundo o governo, os aprovados em cadastro de reserva serão chamados conforme a disponibilidade financeira e de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.Os candidatos alegam que tiveram que deixar seus empregos para se dedicar ao curso de formação de oficiais, mas nunca foram chamados para ocupar os cargos. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Fonte: G1MA

TCE realiza levantamento da Receita Própria dos municípios maranhenses

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão está realizando o levantamento operacional da Receita Própria dos municípios maranhenses. A informação foi divulgada pela assessoria da Corte, nessa segunda-feira 25.

Segundo a publicação, a atividade de auditoria tem como principais objetivos avaliar a administração tributária e os sistemas de arrecadação municipais para apontar possíveis falhas e sugerir ações que aprimorem a gestão fiscal; verificar o cumprimento do artigo 11 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o que pode resultar em maior eficácia na arrecadação dos recursos próprios e na gestão fiscal; e informar sobre a possibilidade de solicitação de assistência técnica ou realização de cooperação financeira junto à União com vistas ao cumprimento das normas, conforme determina o artigo 64 da LRF.

A conclusão do levantamento operacional da Receita Própria permitirá ao TCE-MA ter acesso a dados precisos sobre esse segmento da administração pública que possibilitarão à instituição, entre outras medidas, adotar ações no sentido de orientar as gestões municipais no processo de melhoria da estrutura administrativa tributária e de arrecadação, fator que pode reduzir a dependência dos repasses oriundos do Estado e da União.

A metodologia escolhida para a realização do levantamento foi a pesquisa documental, que foi feita a partir da análise da prestação de contas dos municípios, tendo como referência os exercícios financeiros de 2015, 2016 e 2017.

Foram aplicados também questionários via internet e realizados estudos de caso com inspeções locais em alguns municípios. No processo de conclusão dos trabalhos podem ser feitas também fiscalizações decorrentes de representações originadas na Corte de Contas estadual.

De acordo com os auditores do TCE-MA que atuam no levantamento, a ação se justifica em razão do cenário de restrições orçamentárias que afetam os municípios brasileiros, além de outros pontos como combater os baixos indicadores sociais do Maranhão; atenuar a crise fiscal dos municípios e colaborar para a gestão qualificada e eficiente dos valores arrecadados.

O levantamento das Receitas Próprias dos municípios maranhenses deve ser concluído no mês de maio.

Fonte: Atual7

Justiça Federal ouvirá testemunhas em ação de improbidade contra Leonardo Sá

O juiz federal Lino Osvaldo Serra Sousa Segundo, da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, determinou na semana passada a expedição de nova carta precatória à Comarca de Pinheiro para oitivas das testemunhas de defesa na ação de improbidade administrativa ajuizada contra o deputado estadual Leonardo Sá (PR).

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), autor da ação, o parlamentar é suspeito de enriquecimento ilícito. Ele teria acumulado indevidamente cargos e vencimentos, no período de 2009 a 2012, mediante informação falsa prestada perante o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), gerando prejuízo ao erário federal.

À época, Sá era vereador de Pinheiro, e teria embolsado cumulativamente remuneração da Câmara e da Prefeitura do município, além dos vencimentos da autarquia previdenciária como médico-perito.

“Com base nas provas colhidas em sede de inquérito civil, a ação imputa ao réu conduta comissiva ardilosa de prestar informação falsa ao INSS, órgão no qual possuía vínculo estatutário, para fins de perceber vantagem indevida em grave prejuízo ao erário federal no valor histórico de R$ 428.877,68 (quatrocentos e vinte e oito mil e oitocentos e setenta e sete reais e sessenta e oito centavos). Tais condutas acima narradas configuraram prática de atos ímprobos tipificados como enriquecimento ilícito (art. 9º, caput, da Lei 8.8.429/1992) e violação a princípios da administração pública (art. 11, caput e inciso I, da Lei nº 8.429/1992)”, diz o MPF.

A ação civil de improbidade administrativa já dura mais de cinco anos.

Fonte: Atual7

Aprovados no concurso da PM acampam em frente ao Palácio dos Leões

Um pequeno grupo de aprovados no concurso da Polícia Militar do Maranhão decidiu acampar em frente ao Palácio dos Leões para cobrar do governador Flávio Dino (PCdoB) nomeação para os cargos de soldado.

Eles alegam que o governo aprovou 3 mil no Curso de Formação de Soldados, mas chamou apenas 1,2 mil.

“Somos 1800 soldados formados pela Polícia Militar do Maranhão e estamos desempregados porque o governador do Flávio Dino realizou um Curso de Formação da Polícia Militar com 3.000 alunos, nomeou 1.200 e deixou o restante sem nem mesmo um cronograma. Pais e mães de família que largaram tudo para seguir o sonho de se tornar Policial Militar. Gastaram com viagens, exames médicos e custos durante o CFSD. Muitos estão passando necessidade pois venderam tudo que tinham”, destacou um deles, em contato com o blog.

Segundo o governo, de fato, houve edital apenas para chamada imediata de 1.214 soldados. O restante ficou no cadastro de reserva.

Fonte: Gilberto Léda

Estado é condenado a indenizar moradores que tiveram casa invadida por policiais

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) condenou o Estado do Maranhão a indenizar em R$ 50 mil reais, os moradores de uma residência que tiveram o imóvel invadido por engano durante uma ação realizada pela Polícia Militar em setembro 2014, em São Luís.

Ao invadir a casa, os moradores relataram que os policiais danificaram o portão acesso principal e a porta da residência, e ainda causaram desordem no interior do imóvel justificando que estavam cumprindo um mandado de busca e apreensão. Ao realizar a assinatura do mandado, o proprietário da casa verificou que o endereço que constava nos documentos não era o dele.

De acordo com a ação, os moradores da residência se sentiram humilhados com a situação. Com isso, o juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Luís condenou o estado ao pagamento da indenização, que corresponde a R$ 50 mil, sendo R$ 10 mil para cada um dos autores. Além disso, o Estado foi condenado a pagar uma multa de R$ 450 reais por danos materiais.

Segundo o desembargador José Ribamar Castro, não houve por parte dos agentes o cumprimento devido da ordem judicial, uma vez que nenhuma das pessoas que morava na casa tinha o nome nos documentos expedidos.

Fonte: G1MA

Recadastramento biométrico será obrigatório em mais 10 cidades no MA

Os eleitores das cidades de Governador Eugênio Barros, Senador Alexandre Costa, São Domingos do Maranhão, Graça Aranha, Fortuna, Governador Luiz Rocha, Bernardo do Mearim, Trizidela do Vale, São Raimundo do Doca Bezerra e São Roberto serão obrigados a realizar o recadastramento biométrico nos próximos meses.

De acordo com Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) os equipamentos de informática, o suporte técnico e operacional serão cedidos pelo órgão assim como capacitar os servidores cedidos para a atividade, dar material de consumo e de limpeza, promover a divulgação e adequar as instalações elétricas e lógicas dos locais cedidos pelas Prefeituras dos municípios contemplados.

Já as prefeituras se comprometem em ceder espaço para instalação do posto de atendimento da Justiça Eleitoral, além de pessoal, conservar pela limpeza do posto, vigilância, link de internet, mobília e apoio à divulgação.

O presidente do TRE, desembargador Cleones Cunha, alertou que o eleitor que não realizar o recadastramento biométrico obrigatório terá o título cancelado, motivo pelo qual pediu apoio para estimular os eleitores a comparecerem à ação, visto que no ano que vem é de eleição municipal e nenhum dos presentes gostaria de perder número de eleitorado.

Fonte: G1MA

Resolução da Alema proíbe nomeação de pessoas condenadas por violência contra a mulher

A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) emitiu uma resolução que proíbe, no âmbito da Alema, a nomeação de pessoa condenada por violência doméstica e familiar contra a mulher.

A determinação passou a valer no dia 21 de março e vale para nomeações em cargos efetivos ou comissionados, assim como a prestação de serviços, nos termos da Lei Federal nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. A lei trata de mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.Resolução da Alema que trata sobre a proibição de nomeações de pessoas com histórico de violência contra a mulher — Foto: Divulgação

Fonte: G1MA

Prefeito de Bom Jardim é alvo de mais um pedido de afastamento do cargo pelo Ministério Público

O Ministério Público do Maranhão ajuizou na última quinta-feira, 21, mais um pedido de afastamento do prefeito de Bom Jardim, Francisco Alves de Araújo, do cargo. Desta vez, o requerimento teve como base uma Ação Civil Pública (ACP) por improbidade administrativa, proposta em novembro de 2017, devido a irregularidades em um processo seletivo para contratação temporária de 733 servidores municipais.

De acordo com depoimentos de candidatos inscritos e até de um vereador de Bom Jardim, o seletivo foi utilizado como meio para empregar pessoas indicadas pelo gestor e por aliados políticos.

Em apenas dois anos e três meses, o prefeito já foi alvo de cinco Ações Civis Públicas do MPMA. Em 2017, foi afastado por conta do seu envolvimento num esquema que ficou conhecido como a “Máfia dos Combustíveis”, por meio do qual o prefeito comprava apoio político abastecendo veículos particulares de seus aliados. Ele só retornou ao cargo por decisão do Tribunal de Justiça.

Em outras duas ações, a Promotoria de Justiça de Bom Jardim também requereu que Francisco Alves de Araújo fosse afastado. Ambas tratam da contratação ilegal de uma empresa para serviços de transporte escolar e aluguel de veículos.

Segundo o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira, além das irregularidades na própria realização do seletivo de 2017, durante as investigações foram identificados vários casos de funcionários que não desempenham suas funções na Prefeitura, mas são remunerados regularmente pelos cofres do município.

Ainda de acordo com o membro do Ministério Público, as contratações irregulares continuaram em 2018 e em 2019. Em depoimentos, dois vereadores de Bom Jardim – Adalvan Andrade e Antônio Gomes da Silva – relataram que o prefeito ofereceu a cada parlamentar que lhe apoia 40 vagas de emprego na Prefeitura.

Além disso, o ex-secretário de Saúde Silvano de Andrade declarou que o seletivo foi forjado, “pois não foi realizada nenhuma análise de currículos, e os contratados foram previamente escolhidos pelo prefeito”.

“MEDIDA IMPRESCINDÍVEL”

Para Fábio Santos de Oliveira, o afastamento do gestor é essencial para a garantia da ordem e a preservação do patrimônio público. “O afastamento do prefeito de Bom Jardim é medida imprescindível à instrução processual, visto que, conforme restou devidamente comprovado nos autos, ele pratica, reiteradamente, atos de improbidade que causam prejuízo ao erário”, argumentou.

Rachadura no asfalto sobre ponte do Rio Maracaçumé na BR 316 chama atenção de motoristas.

Os maracaçumeenses estão atentos aos riscos que as rachaduras no asfalto sobre a ponte do Rio Maracaçumé podem causar,e chamam atenção para problemas que podem ser evitados se as autoridades realizarem serviços de recuperação do asfalto imediatamente. 
Uma rachadura que corta as duas vias sobre a ponte no asfalto, que era simplória, nesta segunda feira (25) amanheceu maior e mais perigosa. Além disso, é relevante frisar que é o no mesmo local de uma das emendas da ponte. 
Sem nenhum laudo técnico fica difícil dizer se a rachadura afeta a estrutura da ponte, no entanto é fácil constatar que já oferece risco a quem passa por ali todos os dias, pois a rachadura começa a se transformar em um buraco.
Fonte: Fernando Nascimento

Chuvas causam deslizamentos em áreas de risco em São Luís

 
Com o aumento das chuvas na Região Metropolitana de São Luís também aumentam os deslizamentos nas áreas de risco na capital.
Como é o caso do bairro Sá Viana, situado na área Itaqui-Bacanga, onde os moradores da Rua Militana Ferreira já sentem os reflexos da chuva, pois no local houve um deslizamento de terra e muitas residências estão ameaçadas.
Além disso, a Rua Militana Ferreira desmoronou e partiu ao meio com a forte chuva ocorrida no domingo (24). De acordo com os moradores, a Defesa Civil esteve ainda no domingo no bairro e já iniciou com um planejamento a fim de evitar novos deslizamentos.
Os moradores afirmam que ficaram assustados quando a rua veio abaixo. Os residentes dizem que durante a chuva a enxurrada invade o local e não há um sistema de escoamento para a chuva, e por conta da força da água a rua começou a rachar e com isso parte da rua veio abaixo.
Os moradores que viviam próximo de onde a rua partiu já foram retirados por uma equipe da Defesa Civil. Além disso, o Corpo de Bombeiros também esteve presente no bairro Sá Viana e na localidade retirou uma moradora que há poucos dias tinha dado a luz e por questão de segurança foi remanejada para evitar que ela sofresse algum acidente.
Por conta do corte de parte da rua um poste de iluminação pública caiu, mas não há risco de choque elétrico porque foi interrompida o fornecimento de energia.
De acordo com o Núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) há a possibilidade de fortes chuvas para São Luís nas próximas horas. Nas últimas 24 horas, foram registrados 217 milímetros de água, que representa metade do que estava previsto para todo o mês de março na capital.

Investigação contra Victor Mendes por dano de R$ 4,8 mi vai para Central de Inquéritos

Tramitará na Central de Inquéritos e Custódia de São Luís o procedimento investigatório criminal instaurado contra o ex-deputado federal Victor Mendes, por dano de R$ 4,8 milhões ao erário estadual.

As investigações corriam no Supremo Tribunal Federal (STF), mas foram encaminhadas para a primeira instância em razão da perda de foro privilegiado de Victor Mendes. Ele é acusado de irregularidades cometidas à época em que comandava a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), também atuando como ordenador de despesas.

O ex-parlamentar ainda tentou recurso no Pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão, para que o procedimento pudesse tramitar em segunda instância por ele ter sido secretário de Estado, mas o provimento foi negado pela unanimidade dos desembargadores da Corte estadual, no último dia 13, por o foro não ser vitalício.

A acusação contra Victor Mendes tem por base auditoria especial da Secretaria de Estado de Transparência e Controle (STC), criada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), no primeiro mandato do comunista.

Numa devassa da STC na SEMA, no Fundo Especial do Meio Ambiente (FEMA) e no Fundo Estadual das Unidades de Conservação (FEUC), foram constatadas diversas irregularidades em contratações, execuções e pagamentos feitos pela gestão do ex-deputado federal, no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014.

As irregularidades em contratos e pagamentos envolvem as empresas Tramitty Serviços Ltda. – EPP e MS Informática e Consultoria, conhecida no mercado como Shap Consul. Ainda segundo a STC, durante o período auditado, foram encontradas irregularidades em diárias e adiantamentos.

À Central de Inquéritos e Custódia, caberá processar e decidir sobre as investigações da Polícia Civil maranhense, que assume a responsabilidade apuratória já bastante avançada pela Polícia Federal (PF). Em eventual oferecimento de denúncia pelo Ministério Público do Maranhão contra Victor Mendes, a unidade encaminhará os autos a uma das varas criminais da capital, mas podendo antes disso decretar medidas cautelares necessárias.

Fonte: Atual7