Operação em condomínio prende cinco pessoas acusadas de ameaçar e expulsar famílias

Uma operação prendeu cinco suspeitos de integrarem uma organização criminosa que extorquia moradores do condomínio Eco Tajaçuaba, no bairro Santa Bárbara, zona rural de São Luís.

De acordo com informações policiais, havia seis mandados de prisão a serem cumpridos na manhã de hoje (17). Três no próprio condomínio, e outros três na área externa. Além disso, os policiais cumprem mandados de busca.

Foram presos Vitor Rodrigo Sousa, Walace de Jesus Silva, conhecido como Marcinho; Leandro Silva, conhecido como “Casquinha”, Vagner Dias e Natanael Gonçalves.

A organização criminosa obrigava moradores a pagarem uma quantia para permanecerem no imóvel, caso contrário eram expulsos. Dois homicídios foram registrados no condomínio neste ano.

A polícia encontrou pessoas ligadas a uma facção criminosa tomando de conta de alguns apartamentos, de onde os verdadeiros proprietários foram expulsos.

A polícia ainda está interrogando moradores no local. O condomínio faz parte do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A operação é realizada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), pela Delegacia de Homicídios, pela Polícia Civil e conta com o apoio da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA).

Do Imirante.com

Godofredo Viana | Prefeitura realiza “Dia D do CadÚnico” e adere ao Programa Tarifa Social

A Prefeitura de Godofredo Viana na gestão do prefeito Sissi Viana, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou, na última quinta-feira (11), o lançamento do Programa Tarifa Social de Energia Elétrica.

O programa visa beneficiar famílias de baixa renda com a redução da tarifa de consumo de energia elétrica em até 65%, e para Indígenas e Quilombolas até 100%.

A iniciativa é uma parceria entre Prefeitura, Governo do Estado do Maranhão (por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social – SEDES), Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) e CEMAR.

O evento de lançamento aconteceu na escola Estadual Benedita Jorge e contou com a presença da Secretária Municipal de Assistência Social Maria da Anunciação Abreu, Thiago Mota, Sec. de Esporte João Ferreira, Vice-prefeita Lindalva Severo, Assistente Social Janúbia Abreu e o juiz Alexandre Abreu.

Para ser beneficiário é necessário atender ter o NIS (Número de Identificação Social) e renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo; ser inscrito no Cadastro Único para Programas do Governo Federal – CADÚnico, com renda familiar mensal de até três salários mínimos, ou que seja portador de doença ou deficiência, que precise do uso continuado de aparelhos ou equipamentos elétricos, ou, residir com idoso ou deficiente que receba o BPC (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social).

Caixa começa a pagar auxílio emergencial a pescadores

 Pelos rios próximos à capital amazonense é comum encontrar pescadores nas portas das casas (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A Caixa começa a pagar hoje (16) a primeira parcela do auxílio emergencial pecuniário para os pescadores profissionais artesanais de municípios da costa brasileira afetados pelo derramamento de petróleo. O auxílio emergencial é um benefício financeiro possibilitado pela Medida Provisória (MP) nº 908/2019, editada pelo governo federal no dia 29 de novembro.

Cerca de 65 mil pescadores ativos no Registro Geral da Atividade Pesqueira que tiveram sua atividade profissional prejudicada até a data da edição da MP poderão receber o benefício de R$ 1.996, pago em duas parcelas de R$ 998 cada.

Os pagamentos seguem o calendário de escalonamento dos benefícios sociais, como o Bolsa Família, que estipula o dia do saque conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário, de acordo com a tabela abaixo:

Auxílio Emergencial Pecuniário

Os trabalhadores poderão sacar os valores, utilizando o cartão social, em qualquer canal da Caixa, como casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Quem não tem o cartão poderá sacar em qualquer agência do banco com a apresentação de documento de identificação com foto.

O direito ao auxílio emergencial pecuniário não interfere no recebimento de demais benefícios financeiros aos quais o pescador tenha acesso, como o programa Bolsa Família ou seguro defeso, e o saque poderá ser feito no mesmo momento do pagamento dos demais programas.

A identificação, registro e publicação de listagem, em sítio eletrônico, dos municípios atingidos pelas manchas de óleo é realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A Caixa esclarece que a seleção do público-alvo de pescadores elegíveis ao recebimento do benefício é de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As dúvidas e informações referentes aos critérios de elegibilidade e seleção dos pescadores são tratadas por meio dos canais de comunicação daquele ministério.

Do Agência Brasil

Operação Olímpia da Polícia Civil cumpre 18 mandados de busca e apreensão e prende 6 pessoas em São Luís

A POLÍCIA CIVIL DEFLAGRA NA “OPERAÇÃO OLÍMPIA” CUMPRE 18 MANDADOS DE BUSCA E APREENSÃO E PRENDE 6 PESSOAS EM SÃO LUIS

A Polícia Civil do Estado do Maranhão deflagrou, na manhã de (12), às 6hs, a “OPERAÇÃO OLÍMPIA”, com a finalidade de cumprir diversos dezoito Mandados de Busca e Apreensão e 09 Mandados de Prisão Temporária, em várias residências do bairro Cidade Olímpica, nesta capital.

Na oportunidade, foram cumpridos todos os mandados de busca e apreensão e seis dos mandados de prisão temporária, além da identificação de um adolescente que também teria participação nos dois homicídios que motivaram a operação.

As vítimas foram Thalysson Prado Reis, 23 anos, assassinado no dia 15/07/2019 e ALEXSANDRO BRITO MENDES TEIXEIRA, 32 anos, assassinado no dia 19/08/2019, ambos mortos por disparos de arma de fogo.

Todos os presos na Operação Olímpia são integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, que tem atuação em grande parte do bairro Cidade Olímpica e estariam envolvidos nas duas mortes violentas. As motivações seriam o possível envolvimento das vítimas com outra facção, fato que ainda será investigado pela Polícia Civil.

Esta manhã, foram presos Mateus da Cruz Barros, vulgo “MÃOZINHA”; Lucas de Sousa dos Santos, vulgo “LUKINHA”; Leandro Gomes Viana, vulgo “SUCKS”, que teve novo mandado cumprido, mas já se encontrava no Sistema Penitenciário; Valtemyr Mendonça Junior, vulgo “BOLA”; Jailson Santos Oliveira, vulgo “MENOR LOIRINHO” e Jeferson Sousa e Silva, vulgo JEFFINHO.

Os presos foram conduzidos para a Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), pois os crimes foram investigados pela Delegacia de Homicídios da Área Leste. Na superintendência, foram interrogados e, em seguida encaminhados ao Sistema Penitenciário onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

A Execução dos Mandados foi coordenada pela Delegacia Geral Adjunta Operacional de Polícia Civil e SHHP, totalizando o número de setenta policiais civis da SHPP, SECCOR, SEIC, SENARC, SPCC, SPCI (GPE/TIMON), GRT/SEIC.

Conciliação Itinerante encerra última etapa de 2019 com 360 atendimentos em duas comarcas

 Divórcio conquistado depois de 38 anos de separados

A sexta edição do projeto Conciliação Itinerante, do Núcleo de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Maranhão (Nupemec/TJMA), realizou 360 atendimentos de duplas e grupos de partes que tinham litígios na Justiça – ou fora dela – de 8 a 13 de dezembro. Nesta última etapa de 2019, foram visitadas as sedes das comarcas de Carutapera e Cândido Mendes, além de seus termos judiciários: Luís Domingues e Godofredo Viana, respectivamente. Foi neste último município que ocorreu o encerramento da edição.

Mais uma vez, o balanço foi positivo, destacando-se o acerto de parceria do Núcleo do TJMA com o prefeito do município de Luís Domingues, Gilberto Braga, e o presidente da Câmara de Vereadores, Rafael Sodré, para instalação de um centro permanente de conciliação na cidade. O chefe do Legislativo já ate reservou uma sala, na sede da Câmara, que será equipada pelo município para receber o público com conflitos a resolver.

Outra novidade foi o recorde estabelecido, no município de Cândido Mendes, do número de grupos de famílias que se submeteram a exames de DNA – num único dia – para confirmação ou não de paternidade. Foram 12 grupos, superando o recorde anterior, de São João Batista, com 11, entre todos os municípios visitados nas seis edições.

O presidente do Nupemec, desembargador José Luiz Almeida, e o coordenador do Núcleo, juiz Alexandre Abreu, ficaram muitos satisfeitos com o que viram e com a possibilidade que tiveram de disseminar, ainda mais, os meios alternativos de solução de conflitos.

“Eu não estou dizendo que o processo não seja, também, um caminho a ser trilhado. Eu estou dizendo, apenas, que, em determinadas situações, diante de dois caminhos, de duas vias que poderão nos levar à solução de um conflito, muitas vezes nós fazemos a opção pela via mais sinuosa, pelo caminho mais íngreme, que é o caminho do processo”, explicou o desembargador José Luiz Almeida.

Já o juiz Alexandre Abreu pontuou que, numa região como a visitada, longe da capital, com dificuldades até de acesso à internet, os serviços do Poder Judiciário passam a ganhar relevância na comunicação à distância com o cidadão.

“Aqui, tivemos a oportunidade de orientar as pessoas a usarem o Telejudiciário, para poder saber notícias de seus processos, para reivindicarem providências junto à Ouvidoria, de modo que, não apenas conciliação, não apenas DNA, não apenas a resolução automática dos conflitos e a criação de um centro de conciliação – inclusive com o uso de plataforma digital para as demandas de consumo. Mas, também, para conhecimento e andamento do funcionamento dos processos judiciais e dos serviços da Justiça. Mais uma vez, engrandece-se o trabalho do Judiciário em atenção ao cidadão”, afirmou Alexandre Abreu.

ENCERRAMENTO – Assim como na sede da Comarca – em Cândido Mendes – o dia de encerramento do projeto, em Godofredo Viana, também foi marcado por muitos exames de DNA e pedidos de divórcio, entre as pessoas que procuraram o atendimento, no Colégio Benedita Jorge.

O juiz Alexandre Abreu teve a oportunidade de falar, para um auditório cheio de moradores da sede da cidade e de povoados, sobre a facilidade de resolver litígios por meio da conciliação.

ENFIM, O DIVÓRCIO – Dentre as pessoas que procuraram os conciliadores devidamente treinados para solucionar conflitos, histórias como a de seu João e dona Ângela Maria. Eles passaram apenas seis meses casados e ficaram 38 anos separados, à espera do divórcio, porque não tinham ideia da importância e de como conseguir o documento. Bastou o carro de som passar perto de seu João, anunciando que ele poderia oficializar o divórcio de maneira rápida e gratuita com a Conciliação Itinerante, para ele procurar imediatamente a ex-companheira. “E deu certo, né? Porque a mulher tava no centro. Aí deu certinho”, vibrou João Alves de Oliveira.

Cleidiana Silva e Alessandro Azevedo viveram dois anos casados e estavam separados havia seis anos. Ele disse que tentou, anos antes, em Cândido Mendes. “Eu fui me informar como era para divorciar, ela disse que tinha que pagar trezentos e poucos lá no cartório. O do advogado, ela não sabia. Aí eu não tinha esse dinheiro para pagar o advogado, nem o cartório. Aí viemos aqui”, relatou Alessandro.

Lígia Machado recebeu mensagem pelo aplicativo do celular sobre os serviços oferecidos de graça pelo projeto e compartilhou logo com o ex-marido. Os dois perceberam que o divórcio era muito menos burocrático do que imaginavam. “Foi ótimo. Rápido, né? Se fosse pela Promotoria ia demorar mais. Gostei do atendimento também”, elogiou ela.

CONVICTO – Um rapaz apontado como pai de uma garota foi, espontaneamente, submeter-se ao exame de DNA. Ele diz estar convicto de que é o pai da menina. “Pra mim, ela é minha filha. Amo muito ela. Tô vindo fazer o teste não é por mim e nem por ela. É por minha família, que não reconhece”, esclarece, dando um beijo na testa da garota ao final do exame.

As sessões de conciliação nos quatro municípios foram conduzidas pelos conciliadores Danielle Guedes, Washington Coelho, Guilherme Freire, Luís Augusto Cunha e Rodrigo Silva, capacitados para atuação na solução de conflitos, tendo à frente o presidente do Nupemec, desembargador José Luiz Almeida, além do juiz coordenador, Alexandre Abreu, e da coordenadora Ana Larissa Serra.

Dentre outros serviços, foram atendidas pessoas com demandas de renegociação de dívidas, pedido de divórcio, pensão alimentícia, coleta de DNA para investigação de paternidade, guarda e situações relacionadas a direito do consumidor, família e problemas de vizinhança.

MPF requer providências de abrigo emergencial para indígenas venezuelanos em Imperatriz (MA)

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria da República no Município de Imperatriz (PRM/ITZ), ajuizou ação civil pública contra a União, a Fundação Nacional do Índio (Funai), o estado do Maranhão e o município de Imperatriz para que disponibilizem imediatamente abrigo emergencial, provisório e adequado aos indígenas venezuelanos Warao localizados na cidade, e em situação de extrema vulnerabilidade.

Em setembro deste ano, a Coordenação Regional da Funai informou ao MPF sobre a chegada de 35 indígenas, entre crianças e adultos, à cidade de Imperatriz, em busca de melhores condições de vida. Desde então, foram realizadas reuniões para conhecimento do caso, relatório com registro de impossibilidade da atual sede da Funai em Imperatriz de funcionar como alojamento por falta de estrutura adequada e diagnóstico de identificação de cada indígena, até então no total de 41 pessoas.

De acordo com o Ofício 71/2019 emitido pela Funai ao MPF em 9 de dezembro, os Warao ainda estão em sua sede, vivendo de modo precário e improvisado, atualmente em 60 pessoas. O local corre risco de desabamento, tem esgoto a céu aberto e tem-se a informação de que duas crianças indígenas (um com 1 mês e o outro com 3 meses de idade) faleceram nas dependências do alojamento, provavelmente por pneumonia.

Diante disso, foi verificado que a União, a Funai (que somente solicita a retirada dos indígenas do local), o estado do Maranhão e o município de Imperatriz não apresentaram nenhuma proposta viável ou comprometimento em assegurar um novo espaço de acolhimento adequado. Assim, o Ministério Público Federal requer das quatro demandadas em ação civil pública, com pedido de liminar, a providência de abrigo emergencial e provisório sob pena de multa e apresentação de respostas, além de admissão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no feito, por intermédio da Subseção de Imperatriz.

Polícia prende homem suspeito de estuprar e tentar matar mulher no MA

Um homem identificado como Danrley Viana Silva foi preso em flagrante na tarde de domingo (15), em Itapecuru Mirim, a 108 km de São Luís, após estuprar e tentar amatar uma mulher, reconhecida como Maria Antônia da Silva, com golpes de faca no pescoço.

Segundo a Polícia Civil, a tentativa de feminicídio aconteceu por volta das 14h de domingo no Povoado Mata Um, em Itapecuru Mirim, quando Danrley e Maria Antônia bebiam juntos. Após uma discussão entre o casal, Danrley Viana desferiu um golpe de faca no pescoço da vítima e logo em seguida fugiu. Maria Antônia foi encontrada por populares desfalecida e sem as suas roupas íntimas.

De acordo com a polícia, Danrley Viana Silva foi preso próximo à BR-222 conduzindo uma bicicleta na tentativa de fugir da cidade. Ele foi capturado em flagrante e levado à delegacia, onde confessou a autoria do crime. A polícia informou que Maria Antônia da Silva encontra-se hospitalizada e em estado grave.

Turiaçu | Médico cardiologista Miguel Goulart manda mensagem ao povo turiense

O médico cardiologista ha 41 anos, Dr.Miguel Goulart Coelho Neto, que trabalhou em Turiaçu em 2004, tem um importante mensagem para passar ao povo turiense sobre a pessoa do empresário e líder político, Edésio Cavalcanti.

Vejam no Vídeo abaixo:

Godofredo Viana | Prefeitura continua avançando na pavimentação asfáltica da cidade

A gestão do prefeito Sissi Viana continua avançando e ampliando as frentes de asfaltamento de Ruas e Avenidas no município de Godofredo Viana. 

Mais duas vias, situadas no bairro Aviação, já receberam os serviços, as Ruas Gregório Ângelo Costa Filho e José Crispim dos Santos. 

Neste mesmo bairro, vale destacar, a Prefeitura concluiu recentemente o asfaltamento da Rua Antônia Coelho. 

O trabalho de pavimentação em Godofredo Viana, na sua maior parte, está sendo realizado com recursos próprios do município, o que ratifica, mais uma vez, o compromisso de Sissi Viana com a boa aplicação das verbas e preocupação em oferecer ao cidadão Godofredense melhores condições de vida. 

Ainda no bairro Aviação, vale destacar, a Avenida Aldezira Martins já está sendo preparada para receber o tão sonhado asfalto em breve.

Coronel da PM suspeito de liberar o filho de blitz é afastado no Maranhão

Coronel Terra é investigado por agressão a mulher e também liberar o próprio filho de uma blitz em São Luís — Foto: Reprodução/TV Mirante

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP) afastou nesta sexta-feira (13) o Coronel da Polícia Militar Marco Antônio Terra. Ele é investigado após uma denúncia de que teria liberado o próprio filho de uma blitz na Avenida dos Holandeses, em São Luís.

A investigação busca esclarecer também o fato de que o rapaz saiu da barreira policial conduzindo uma viatura da própria PM, que estava sem o adesivo da corporação.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e com o comandante geral da PM, coronel Ismael Fonseca, o caso está sendo apurado. Por meio de nota oficial, a Polícia Militar informou “que determinou a imediata abertura de procedimento administrativo para apuração dos fatos e adoção das providências legais e administrativas cabíveis”.

O fato só chegou ao conhecimento do Comando Geral da Polícia Militar e da Secretaria de Segurança Pública nesta semana, mas aconteceu no último dia 4 de dezembro quando ocorria uma blitz de rotina na Avenida dos Holandeses, no bairro Ponta d’Areia, na capital.

Na ocasião, o filho do coronel, de 23 anos, que não teve a sua identidade revelada, estava dirigindo uma caminhonete quando foi abordado pelos policiais. Ao apresentar os documentos, os policiais descobriram que o filho do coronel não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Viatura da Polícia Militar do Maranhão — Foto: João Ricardo / G1 Maranhão

Além disso, os policiais que faziam a blitz descobriram que o veículo que ele dirigia pertencia a própria Polícia Militar, pois o adesivo que deveria estar colado no carro havia sido arrancado.

Os policiais militares já estavam prontos para encaminhar o filho do coronel para a delegacia para que ele se explicasse quando ele ligou para o pai e foi liberado. O jovem ainda saiu dirigindo o carro da PM que estava descaracterizado.

Do G1,MA

Quatro pessoas são presas suspeitas de envolvimento na morte de índio Guajajara no Maranhão

Erisvan Soares Guajajara, de 15 anos, foi morto a golpes de faca no Maranhão. — Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Militar prendeu neste sábado (14) quatro pessoas suspeitas de envolvimento na morte do indígena Erisvan Guajajara, de 15 anos, assassinado a golpes de faca durante uma festa na sexta-feira (13), no município de Amarante do Maranhão, localizado a 687 km de São Luís. Além do jovem, o não indígena José Roberto do Nascimento Silva, de 23 anos, também foi morto.

As investigações estão sendo realizadas pela Delegacia Regional de Imperatriz, já que não há delegado em Amarante do Maranhão. Para a Polícia Militar, a principal suspeita é que o indígena e o homem tenham sido mortos por envolvimento com roubos e tráfico de drogas na região.

“Nós temos histórico de envolvimento do dois, tanto o indígena, quanto o não indígena em situação de roubo e furto de celulares e envolvimento com o tráfico de drogas. Estamos com a Polícia Civil buscando com os nossos serviços de inteligência mais informações no sentido de resolver essa questão e dar reposta a essa comunidade de Amarante”, explica o coronel Jorge Araújo, comandante do 34º Batalhão de Polícia Militar de Amarante do Maranhão.

De acordo com um dos irmãos do jovem indígena, ele havia saído há 25 dias da Terra Indígena Araribóia, localizada a 20 km do centro de Amarante. Os corpos de Erisvan e de José Roberto foram encontrados em um terreno baldio próximo a um campo de futebol. A família do índio pede justiça.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) disse que está acompanhando o caso e se colocou à disposição para ajudar no que for possível. O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) afirmou que, até o momento não encontrou elementos de crime de ódio ou por disputa de terras.

Os corpos de Erisvan Guajajara e José Roberto Nascimento foram liberados pelo Instituto Médico Legal de Imperatriz (IML) na noite dessa sexta (13) após passarem por exames.

Índio é assassinado a facadas durante festa no Maranhão

Um índio identificado como Durivan Soares Guajajaras, de 28 anos, foi morto com golpes de faca na madrugada desta sexta-feira (13), durante uma festa realizada no município de Amarante do Maranhão, a 687 km de São Luís.

Segundo a polícia, o crime aconteceu na localidade Vila Industrial, e teria sido motivado pela suspeita do envolvimento da vítima com o tráfico de drogas. Além de Durivan Soares, um homem reconhecido como Roberto do Nascimento Silva, 31, também foi assassinado com golpes de faca na mesma festa.

Ainda segundo a PM, o indígena era usuário e tinha envolvimento com o tráfico de drogas na região, fato que pode ter motivado o crime. A morte de Durivan Soares e Roberto do Nascimento aconteceu durante uma festa na localidade Vila Industrial.

TRF4 nega recurso da defesa de Lula que questionava legalidade de provas

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou ontem (11/12) um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que requeria a ilicitude de algumas provas que instruem a ação penal Nº 5063130-17.2016.4.04.7000 em que ele é réu no âmbito da Operação Lava Jato. Esse processo, que ainda tramita na primeira instância da Justiça Federal em Curitiba, trata de supostas vantagens indevidas que o político teria recebido do Grupo Odebrecht na forma de um imóvel em São Paulo para utilização do Instituto Lula, um apartamento em São Bernardo do Campo para a moradia do ex-presidente, e diversos pagamentos ilícitos feitos para ele e para o Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão de negar provimento ao agravo regimental em habeas corpus da defesa foi tomada por unanimidade em sessão de julgamento da 8ª Turma da corte.

Em outubro deste ano, os advogados de Lula ajuizaram um incidente de falsidade criminal junto a 13ª Vara Federal de Curitiba em relação a essa ação penal. Eles alegaram que a Justiça devia apurar a suposta ilicitude do material fornecido pela Odebrecht e por seus funcionários e executivos consistente em cópias dos sistemas de contabilidade da empresa. Também apontaram para a nulidade do material entregue ao Ministério Público Federal (MPF) por autoridades suíças. Defenderam que houve vícios nos procedimentos de cooperação internacional para a transmissão das provas.

O juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba indeferiu o prosseguimento do incidente. O ex-presidente recorreu dessa decisão ajuizando um habeas corpus junto ao TRF4.

A defesa requisitou, de forma liminar, a determinação da suspensão do trâmite da ação penal e, no mérito, a declaração de nulidade do indeferimento do incidente de ilicitude e nova análise da legalidade das provas questionadas.

No mês passado, o relator do habeas corpus, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, em decisão monocrática, negou provimento aos pedidos. Dessa negativa, foi interposto um recurso de agravo regimental, pleiteando que a 8ª Turma, de forma colegiada, julgasse o habeas corpus.

Os advogados sustentaram que o habeas corpus é um instrumento processual legítimo de fiscalização da legalidade da persecução penal, que o TRF4 não poderia se omitir diante de grave ilegalidade praticada contra Lula e que o ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), nos autos da Reclamação nº 33.543, autorizou a realização de nova perícia.

A 8ª Turma decidiu, de forma unânime, negar provimento ao agravo regimental. De acordo com o desembargador Gebran, inexiste na decisão de primeiro grau ilegalidade flagrante a autorizar o processamento da ordem de habeas corpus.

Para o magistrado, tem sido freqüente no âmbito da Operação Lava Jato o uso do instrumento processual com a finalidade de enfrentar de modo precoce questões de índole processual.

Ele referiu que o habeas corpus destina-se a corrigir eventual ilegalidade praticada no curso do processo, mas, em especial, quando houver risco ao direito de ir e vir do réu ou investigado. No caso em questão, não está em pauta o cerceamento da liberdade ou tampouco o risco que isso venha a ocorrer, destacou Gebran.

O relator acrescentou que a discussão a respeito de quaisquer vícios materiais e formais da prova ou a ocorrência de cerceamento tem lugar no curso da própria ação penal ou mesmo em sede recursal, de maneira que não se revelou constrangimento ilegal capaz de provocar a suspensão do processo ou mesmo de algum ato específico.

Em seu voto, o desembargador ainda registrou que a decisão proferida pelo ministro Edson Fachin, do STF, não determinou a realização de nova perícia técnica pelo juízo, mas somente a apresentação de prova técnica pela defesa.

Gebran também afirmou que o parecer técnico pericial divergente que o ex-presidente juntou aos autos da ação penal não autoriza a reabertura da discussão da ilicitude das provas, embora o magistrado de primeira instância possa ponderar as considerações defensivas do documento no momento processual apropriado.

Concluindo sua manifestação, o relator apontou não existir flagrante ilegalidade na decisão de primeiro grau, assim, não se admite o processamento do incidente de falsidade e deve ser mantida a decisão que indeferiu liminarmente a ordem de habeas corpus.

A ação penal Nº 5063130-17.2016.4.04.7000 segue tramitando junto a 13ª Vara Federal de Curitiba e ainda deve ter o seu mérito julgado.

CGU, PF e Receita combatem fraude milionária na merenda escolar no Pará

CGU, PF e Receita combatem fraude milionária na merenda escolar no Pará

A Controladoria-Geral da União (CGU), a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal (RFB) deflagram, nesta quinta-feira (12), no Estado do Pará, a Operação Vissaium. A ação é decorrente da Operação Carta de Foral, deflagrada há um ano pela mesma força tarefa. As operações se destinam a combater a atuação de organização criminosa que controla 11 empresas contratadas irregularmente por 10 prefeituras do Pará, as quais receberam mais de R$ 40 milhões desde 2013.

A análise do extenso volume de material apreendido na primeira fase, quando foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, reuniu provas robustas sobre os crimes praticados pelo grupo, trazendo para o centro da investigação um número ainda maior de empresários, “testas de ferro”, agentes públicos e políticos envolvidos.

Foi possível constatar que a organização criminosa desviou vultosos recursos públicos de municípios paraenses mediante a constituição de empresas de fachada utilizadas para fraudar licitações e contratos, sendo detectados ainda vários artifícios espúrios para a disseminação das verbas ilícitas obtidas, que culminaram em enriquecimento ilícito dos agentes envolvidos.

Conforme constatado pela CGU, as fraudes aconteciam em todas as fases das contratações: nas etapas preparatórias dos certames licitatórios, quando as cotações de preços eram “fabricadas” e não havia a devida publicidade das licitações; durante a licitação, em que empresas do grupo simulavam competição; e na própria execução dos contratos, quando a entrega dos produtos não era feita em sua totalidade, o que acarretava o superfaturamento das contratações, entre outras irregularidades.

A maior parte dos recursos envolvidos era proveniente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sobretudo da merenda escolar, mas também foram identificados pagamentos com recursos da Saúde e Assistência Social. Cabe destacar que o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação básica pública. Devido às fraudes, o prejuízo social nesse caso é inestimável: durantes anos, milhares de crianças tiveram sua merenda escolar comprometida ao não receber alimento ou, ao recebê-lo, em quantidade e qualidade inferior.

Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, 10 de prisão preventiva e quatro de prisão temporária nos municípios de Belém e região metropolitana, Capanema, Peixe-Boi, Cachoeira do Piriá, Bragança e Garrafão do Norte. Participam da operação cinco servidores da CGU, seis da Receita Federal e mais de 150 policiais federais. A palavra Vissaium refere-se ao nome, em português medieval, da cidade Viseu em Portugal, que foi objeto da Carta de Foral Manuelino de Viseu, concedido pelo rei Dom Manuel.

Prefeito de Serrano do Maranhão e mais 15 são denunciados por fraude em empréstimos

A Promotoria de Justiça de Cururupu apresentou Denúncia, na última terça-feira, 10, contra Jonhson Medeiros Rodrigues (ex-secretário municipal de Meio Ambiente e atual prefeito de Serrano do Maranhão), Leocádio Olímpio Rodrigues, ex-prefeito de Serrano do Maranhão, e outras 14 pessoas. Os integrantes da administração municipal estariam envolvidos em um esquema de fraude na obtenção de empréstimos consignados. Serrano do Maranhão é termo judiciário da Comarca de Cururupu.

Foram denunciados Ana Célia Diniz de Abreu (ex-secretária municipal de Assistência Social), Andiaria Andrade Carvalho (ex-coordenadora de Recursos Humanos), Antonilson dos Santos Reis (ex-chefe de gabinete), Antônio Carlos Pinheiro (ex-secretário municipal de Administração), Claudio Henrique Bastos Simas (ex-coordenador de Arrecadação e Tributos), Elizandra Santos Oliveira (ex-secretária de Gabinete do Prefeito), Ester Costa Vasconcelos (ex-coordenadora da Secretaria Municipal de Educação), Gediael Pimenta Capim (ex-secretário adjunto de Administração), Márcia Regina de Jesus (ex-secretária adjunta de Educação), Milton Ferreira Garcia (ex-secretário Topografia Gerral e Áreas), Nilson Quadros Castelhano (ex-secretário municipal de Cultura), Nilcelia da Silva Capim (ex-diretora-geral do Município), Pedro Conde Nascimento (ex-secretário municipal de Obras) e Vivaldo das Graças Ferreira Rodrigues (ex-tesoureiro).

Em fevereiro de 2007, a Prefeitura de Serrano do Maranhão firmou contrato com o Banco Matone S/A (atual Banco Original S/A), para contratação de empréstimos consignados para os servidores municipais. Por meio de um termo aditivo, a margem de desconto do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais foi elevada de 30% para 50%.

Ocorre que, mesmo com esse aumento, autoridades do alto escalão da administração municipal contraíram empréstimos ainda maiores, com a apresentação de contracheques falsos, nos quais declaravam receber vencimentos maiores que o real. Leocádio Rodrigues, por exemplo, afirmou receber R$ 13 mil quando, na verdade, recebia R$ 1.200,00 de vencimento líquido.

Além de declararem falsas margens consignáveis, os integrantes da administração municipal também não tinham recolhidos os valores mensais dos empréstimos em seus vencimentos. Posteriormente, os valores teriam que ser pagos com dinheiro público, resultando em danos ao erário municipal.

“Tais empréstimos foram realizados com o intuito de jamais serem quitados pelos denunciados, uma vez que a Prefeitura, desde a celebração do contrato, não tinha como repassar os valores ao Banco Matone, pois tais valores superavam o próprio salário dos servidores contratantes”, observou, na ação, o promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques.

De acordo com as investigações do Ministério Público do Maranhão, o total desviado chegou a R$ 264.362,45.

A Denúncia requer a condenação dos envolvidos por “apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio” (pena de reclusão de dois a doze anos além da pena e inabilitação para o exercício de cargos públicos pelo prazo de cinco anos), por falsificação de documento público (reclusão, de dois a seis anos, e multa) e uso de documento falso (mesma pena).

Ainda segundo o Ministério Público, os crimes foram cometidos de forma continuada e em concurso de pessoas.

Também foi pedida a indisponibilidade e o sequestro dos bens dos envolvidos. Os imóveis e veículos devem ficar sob a responsabilidade do Município de Serrano do Maranhão, como depositário, para que sejam usados pela administração municipal. De acordo com a Denúncia, várias secretarias municipais e outros órgãos públicos não possuem instalações próprias, obrigando o município a arcar com a locação de imóveis.

Cândido Mendes | Ponte de madeira cede e deixa caminhão pendurado na zona rural

Um caminhão caiu ao passar na ponte de madeira,em Águas Belas,na zona rural de Cândido Mendes. Segundo informações dos moradores a ponte foi reformada pela prefeitura de Cândido Mendes há pouco menos de dois meses. Com o caminhão preso o acesso dos moradores da comunidade a sede do município está prejudicado . 

O blog tentou contato com a secretaria de obras do município,mais ninguém respondeu .

Munições são encontradas em fundo falso de caminhão no Maranhão

Mais de 8 mil munições de diversos calibres, além 1.000 tubos de pólvora e 12.000 espoletas foram apreendidas nesta quinta-feira (12) durante operação da Polícia Civil do Estado do Maranhão, em ação conjunta da Delegacia de Polícia de Coroatá e da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC).

Duas pessoas, que não tiveram os nomes divulgados pela Polícia Civil, foram presas em flagrante pela prática do crime de comércio ilegal de arma de fogo de uso permitido. Conforme apontam as investigações, os suspeitos comercializariam a munição na cidade de Coroatá, a 260 quilômetros da capital, e em outras cidades do Maranhão.

Segundo o delegado Francisco Fontenele Junior, a carga era transportada em um fundo falso de um caminhão baú. Os indivíduos permanecerão em cárcere, até decisão judicial, para que sejam encaminhados para um presídio da região.

Sem CNH, filho de coronel é pego em blitz e depois liberado para sair em viatura da PM

O filho do coronel Marco Antônio Terra, que pertence a Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), teria sido liberado pelo próprio pai de uma blitz que acontecia na Avenida dos Holandeses, em São Luís, e saiu do local dirigindo viatura da PM que no momento da blitz estava sem o adesivo da corporação.

O caso, que chegou ao conhecimento do Comando Geral da Polícia Militar e da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) nesta semana, aconteceu no último dia quatro de dezembro quando ocorria uma blitz de rotina na Avenida dos Holandeses, no bairro Ponta d’Areia, na capital.

Na ocasião, o filho do coronel, que não teve a sua identidade revelada, estava dirigindo uma caminhonete quando foi abordado pelos policiais. Ao apresentar os documentos, os policiais descobriram que o filho do coronel não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Além disso, os policiais que faziam a blitz descobriram que o veículo que ele dirigia pertencia a própria Polícia Militar, pois o adesivo que deveria estar colado no carro havia sido arrancado.

Os policiais militares já estavam prontos para encaminhar o filho do coronel para a delegacia para que ele se explicasse quando ele foi liberado e saiu dirigindo o carro da PM que estava descaracterizado.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, e com o comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Ismael Fonseca, o caso está sendo devidamente apurado.

Do G1,MA

Polícia Federal deflagra operação que combate desvios de recursos públicos no Pará

A Polícia Federal deflagrou, hoje (12/12), a Operação “Vissaium”, segunda fase da Operação Carta de Foral, com objetivo desarticular organização criminosa responsável por fraudar licitações e contratos públicos em 10 municípios paraenses, dentre os quais Ipixuna do Pará, Mãe do Rio, Ourém, Santa Maria do Pará, São Caetano de Odivelas, São Miguel do Pará, Viseu, Marituba e Cachoeira do Piriá.

A ação acontece em conjunto com a Controladoria-Geral da União – CGU e Receita Federal.

A investigação aponta que a ORCRIM movimentou, nos anos de 2010 a 2017, mais de R$ 39 milhões em recursos públicos do FNDE e FUNDEB. São várias as condutas investigadas, dentre as quais: fraude em licitação (consistente na participação das mesmas empresas em vários certames), simulação de entrega de merenda escolar e pagamento de vantagem indevida a agentes públicos.

Ao todo, estão sendo cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, dez mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária, expedidos pelo Juiz Federal Titular da 4º Vara Criminal Federal de Belém/PA.

Participam da operação 158 policiais federais, além de auditores da Controladoria Geral da União – CGU e Receita Federal. As medidas judiciais estão em andamento nos municípios de Belém, Capanema, Peixe-Boi, Cachoeira do Piriá, Bragança e Garrafão do Norte.

Os crimes investigados são de participação em organização criminosa, fraude em licitação, fraude em contratos públicos, peculato, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de dinheiro. Em caso de condenação, as penas podem ultrapassar os 30 anos de reclusão.

A designação da operação “VISSAIUM” refere-se ao nome, em português medieval, da cidade de Viseu em Portugal, a qual foi objeto da Carta de Foral Manuelino de Viseu, concedido pelo rei Dom Manuel I.

Justiça determina que Município de Raposa construa Casa Abrigo para crianças e adolescentes

Ilustração.

O Município de Raposa deverá formular programas de proteção e acompanhamento, inclusive familiar, destinados às crianças e adolescentes em situação de risco e em regime de abrigo, e manter equipe técnica capacitada para auxiliar as famílias na busca de soluções para proceder a reintegração familiar, ou ainda, para a colocação em família substituta. A determinação é objeto de sentença proferida pelo Juízo da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Capital.

O documento, assinado pelo magistrado Douglas de Melo Martins, também prevê que o município deverá manter entidades de atendimento em regime de acolhimentos em conjunto com o Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes.

Na ação, o Ministério Público aduz que é público e notório a inexistência de uma casa abrigo que acolha crianças e adolescentes em situação de risco em Raposa, que tal situação se traduz na ausência de programas governamentais, e que desde 2007 inúmeros esforços têm sido empreendidos neste sentido, como reuniões entre vários órgãos, alertando a situação crítica que se instalou no município. “Há necessidade de uma casa abrigo e de uma equipe interprofissional composta de Psicólogo; Assistente Social e outros profissionais, para análise, diagnóstico e acompanhamento (inclusive familiar) dos casos”, aponta o MP.

Notificado, o Município de Raposa deixou transcorrer o prazo, e não apresentou defesa.

Na análise do caso, o magistrado frisa o artigo 227 da Constituição Federal, que estabelece o dever do Estado, da Família e da Sociedade em assegurar à criança e ao adolescente o direito à vida, saúde e alimentação, educação e lazer, dentre outros. “Além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, descreve a CF.

O julgador também cita a Lei 8.069/1990 – Estatuto da Criança e Adolescente, que dispõe que a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

A Justiça observou que o Município de Raposa não efetivou, até o momento, os programas de proteção à criança e ao adolescente previstos no ECA, e por meio de ofício nos autos do processo, emitido pelo Conselho Tutelar, confirmou que a cidade não possui casa abrigo. “Abrigamos nossas crianças em São Luís, e passamos por sérios contratempos quando não podemos abrigá-los, deixando, assim, as crianças e adolescentes na casa da família em situação de perigo, de acordo com a situação, quando não se tem outro parente que possa receber”, aponta documento do conselho.

PRIORIDADE – Para o magistrado a criação de abrigo para as crianças em situação de risco deve ser prioridade social do município, não podendo ficar ao livre arbítrio do ente público, e nesse panorama, consoante jurisprudência consolidada do STF, é possível em situações excepcionais que o Poder Judiciário imponha à administração pública a tomada de medidas necessárias para assegurar direitos constitucionalmente garantidos, ainda que para isso, determine a execução de obras.

“Explicando melhor, face aos princípios constitucionais envolvidos, não se justifica a omissão do Poder Judiciário à questão posta em julgamento, pois a excepcionalidade da situação narrada autoriza o julgador determinar a realização de políticas públicas sem afrontar o princípio da separação de poderes”, finaliza.

Polícia Civil investiga desaparecimento de promotor de vendas em São Luís

Família pede ajuda pelas redes sociais. — Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Civil do Maranhão está investigando o desaparecimento do promotor de vendas José Ribamar Cutrim Neto, de 44 anos, morador do bairro Turu, em São Luís. Segundo a família, ele está desaparecido desde essa quarta-feira (11).

Em entrevista, Élcia Liana, esposa de José Ribamar, contou que o marido saiu de casa pela manhã de ônibus para trabalhar, como faz normalmente. Depois disso, o promotor de vendas foi visto pela última vez no bairro do Maiobão, na cidade de Paço do Lumiar, região metropolitana de São Luís, por volta das 18h. O homem estava trajando calça jeans e camisa de cor azul.

Ainda segundo Élcia Liana, o marido não tem costume de sair de casa sem dar notícias, e essa é a primeira vez que ele fica tanto tempo sem ter contado com a família.

“Ele não tem costume de fazer isso e não tem problemas de saúde nem com bebida. A última vez que ele teve um problema de saúde foi há um ano, em que teve crise de hipertireoidismo e desmaiou, mas foi rapidamente atendido”, relata.

A família registrou o Boletim de Ocorrência na Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), que é responsável por investigar esses casos.

“Nós já estamos ciente do desaparecimento do José Ribamar Cutrim Neto. A família já foi conversar com a gente e passou algumas informações e estamos fazendo os levantamentos iniciais”, disse o delegado Felipe César da SHPP, responsável pelas investigações.

Enquanto a polícia investiga o caso, a família pede ajuda nas redes sociais, pedindo informações sobre o paradeiro do promotor de vendas. Quem tiver alguma informação, o contato da família é (98) 98134-2632.

Carutapera | Sem crise: Construção de Praça de Eventos vai custar quase R$ 1,5 milhões

Localizada em São Luis, a Empresa: Araújo Bezerra Engenharia e Serviços Ltda ganhou um contrato milionário na Prefeitura de Carutapera.

Segundo informações, o acordo contratual visa a construção da Praça de Eventos na cidade pelo valor de R$ 1.419.383,81 (um milhão quatrocentos e dezenove mil, trezentos e setenta e três reais e oitenta e um centavos).

A vigência do contrato é de 12 meses com o Executivo municipal.

A CONSTRUTORA tem como sócios Thiago Araujo de Sousa e Bruno dos Santos Bezerra.

Godofredo Viana | Após 25 anos de espera, moradores comemoram a chegada do asfalto no bairro Aviação

Os moradores da Rua Antônia Coelho, no bairro Aviação, no município de Godofredo Viana, estão em festa.

A gestão do prefeito Sissi Viana finalizou os serviços de asfaltamento na localidade.

A obra era uma reivindicação que já durava cerca de 25 anos. Sua conclusão pôs fim ao martírio vivido pelos moradores que, em administrações passadas, foram obrigados a viver um ciclo negativo marcado por poeira, lama e buracos.

Um dos moradores mais antigo da Rua, Idelino Araújo Morais, de 73 anos, ficou feliz com a chegada do “chão preto”.

“Agora melhorou bastante, pois antes havia muitos buracos e no verão muita poeira. Só temos a agradecer ao prefeito Sissi Viana”, disse.

“A felicidade dos moradores também é nossa. Cada conquista obtida pela comunidade reflete o comprometimento do prefeito Sissi Viana, que busca melhorias constantes e oferta qualidade de vida aos godofredenses”, ressaltou o secretário de Obras, Claudemir.

Outras ruas

Os serviços de pavimentação seguem avançando em Godofredo Viana nas travessas Gregório Ângelo Costa Filho e a José Crispim dos Santos, também no bairro da Aviação, as quais já foram concluída. Os serviços agora concentram-se na rua Professora Fúlvia Simão Maia, no Centro da cidade.

Prefeito de Apicum-Açu é acionado por improbidade administrativa

Prefeito de Apicum-Açu é alvo de processo criminal no TJ-MA

O Ministério Público do Maranhão ajuizou, em 5 de dezembro, uma Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, com obrigação de fazer e pedido de tutela de urgência, contra o prefeito de Apicum-Açu, Claudio Luiz Lima Cunha. O motivo da Ação é a ausência de gerador na Unidade Básica de Saúde Nossa Senhora de Fátima.

A manifestação ministerial foi elaborada pelo promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques, que está respondendo pela Promotoria de Justiça de Bacuri, da qual Apicum-Açu é termo judiciário.

A fim de apurar diversas condutas do prefeito, foi instaurado na Promotoria o Inquérito Civil nº 005/2016, no qual foi verificado a ausência de gerador de energia elétrica na UBS Nossa Senhora de Fátima (antigo Hospital Municipal de Apicum-Açu).

Segundo consta no inquérito, o demandado celebrou convênio no valor de R$ 27 mil com o Ministério da Saúde, por meio da Diretoria Executiva do Fundo Nacional, para aquisição de gerador para a UBS Nossa Senhora de Fátima. Porém, em 2014, o equipamento foi retirado e nunca mais visto, sem que houvesse qualquer pedido para doação, venda ou descarte do objeto perante a Câmara Municipal.

Durante a tramitação do procedimento na Promotoria, foram requisitadas, por duas vezes, informações ao gestor municipal, que deixou de resolver a questão e apenas pediu prorrogação de prazo. Em vistoria, foi confirmada a ausência de gerador elétrico na UBS Nossa Senhora de Fátima.

“Não resta dúvidas de que o requerido praticou ato de improbidade administrativa ao receber um bem móvel por meio de recursos públicos sem que utilizasse em proveito do interesse público”, afirmou Igor Adriano Trinta.

PEDIDOS

O MPMA pede a concessão de liminar decretando a indisponibilidade de bens do prefeito Claudio Cunha no valor de R$ 27 mil e a antecipação dos efeitos da tutela de mérito a fim de que seja determinada a reposição imediata do gerador na UBS Nossa Senhora de Fátima, sob pena de multa diária pessoal, no valor de R$ 5 mil.

O Ministério Público requer, também, a condenação do prefeito nas sanções previstas na Lei da Improbidade Administrativa, as quais incluem: ressarcimento integral do dano; perda da função pública e suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incetivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de dez anos.

MP denuncia nove pessoas por esquema de desvio de recursos públicos em Aldeias Altas

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Irregularidades no processo de licitação e na execução de um contrato de limpeza urbana no Município de Aldeias Altas, em 2017, levou o Ministério Público a protocolar uma Denúncia, em 29 de novembro, contra nove pessoas. Entre os envolvidos estão empresários e servidores públicos municipais. O contrato inicial e seus aditivos resultaram em um prejuízo de R$ 3.738.027,44 no período de fevereiro de 2017 a janeiro de 2019.

Figuram na Denúncia Paulo Roberto Feitosa Wanderley, Melissa Lima Barroso Moura, Milena Lima Barroso Moura, Paulo Valério Mendonça, George Luis Damasceno Borralho, Antônio José Sousa Paiva, Hidiogenes Soares Lima, Jaime Neres dos Santos e Kelliane da Silva Santos.

O pregão presencial n° 10/2017 tinha o objetivo de contratar empresa para a realização de serviços de limpeza pública em Aldeias Altas. As investigações do Ministério Público, no entanto, apontaram que o processo licitatório foi “fabricado” para dar aparência de legalidade à contratação da empresa M L Barroso Moura – ME (Impacto Empreendimentos). Outra empresa do grupo, a Impacto Construção Civil Ltda., também participou do certame.

As irregularidades surgem desde o termo de referência que embasou a licitação, no qual foram inseridas tabelas com descrição do objeto de forma genérica, para as quais o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Antônio José Sousa Paiva, não sabia explicar como havia chegado àqueles valores. O valor global pela prestação de serviços em 12 meses era previsto em R$ 2.566.169,00, “valor altíssimo para um município do porte de Aldeias Altas”, avalia o promotor de justiça Francisco de Assis da Silva Júnior, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Caxias, comarca da qual Aldeias Altas é termo judiciário.

Muitos dos encargos aplicados estavam acima da previsão legal, com o objetivo de aumentar o valor estimado do contrato. Também foram criados artifícios com o objetivo de afastar eventuais concorrentes, como a exigência de que o edital fosse retirado na Comissão de Licitação do município.

A proposta vencedora, no valor de R$ 2.181.805,64, estava, portanto, abaixo dos R$ 2,5 milhões estimados, tentando demonstrar benefício à administração pública.

Já na fase de execução do contrato, verificou-se que o Município de Aldeias Altas não exercia ações de fiscalização da limpeza pública. Depoimentos também apontaram que todos os pagamentos eram realizados em espécie, um indício de lavagem de dinheiro. A gestão do dinheiro para pagamento de pessoal era feita, inclusive, na própria sede da prefeitura.

ORGANIZAÇÃO

De acordo com a Denúncia, a organização criminosa – que também agia em outros municípios maranhenses – era formada por três núcleos. O núcleo central era formado por Melissa Lima Barroso Moura, Paulo Roberto Feitosa Wanderley e Milena Barroso Moura, que também eram os responsáveis pela lavagem de dinheiro.

O núcleo operacional era composto por Paulo Valério Mendonça e George Luis Damasceno Borralho, enquanto o “núcleo público” era formado pelos servidores Antônio José Sousa Paiva, Hidiogenes Soares Lima, Jaime Neres dos Santos (presidente da Comissão Permanente de Licitação) e Kelliane da Silva Santos (pregoeira, filha de Jaime Neres). Esse último núcleo só teria conhecimento sobre as práticas criminosas realizadas em Aldeias Altas.

“O modo como foi operacionalizado o procedimento licitatório, bem como a fiscalização do serviço, seleção de funcionários pela empresa, pagamento em espécie realizado na sede da prefeitura e vários outros, verifica-se que os denunciados se aproveitaram da fragilizada organização administrativa do Município de Aldeias Altas para apropriarem-se de dinheiro público, em prejuízo aos cofres municipais e à sofrida população do município”, avalia, na ação, o promotor Francisco de Assis da Silva Júnior.

HÍGIA

O caso das irregularidades em Aldeias Altas havia motivado a Operação Hígia, em 16 de julho deste ano. Na ocasião, o Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e a Polícia Civil deram cumprimento a mandados de prisão temporária e de busca e apreensão nas cidades de Aldeias Altas, Caxias e São Luís.

Durante a operação, foram presos temporariamente Antônio José de Sousa Paiva e Jaime Neres dos Santos. Este último também foi preso em flagrante por posse ilegal de arma e o primeiro, por subtração de documento público.

Na época, as investigações já apontavam que o procedimento licitatório teria sido superfaturado e foram identificados indícios de associação criminosa com o objetivo de fraudar a licitação, envolvendo tanto a empresa vencedora e uma das perdedoras, a Impacto Construção Civil Ltda., cujo responsável legal, Paulo Valério Mendonça, recebeu mais de R$ 1 milhão da empresa M L Barroso Moura – ME.

Além disso, foi constatado que a empresa investigada também fez transferências bancárias para familiares do secretário municipal de Infraestrutura, Antônio José Sousa Paiva, e do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Jaime Neres dos Santos.

Justiça determina que Câmara de Vereadores de Peri Mirim disponibilize Portal da Transparência

ilustração

Uma decisão proferida pela Comarca de Bequimão determina que a Câmara de Vereadores de Peri Mirim (termo judiciário) proceda, no prazo de 60 dias, à adequação do Portal da Transparência da Câmara de Vereadores, conforme as exigências estabelecidas por lei, bem como adapte no mesmo prazo o Serviço de Acesso às Informações Públicas ao Cidadão, de forma que possa atender, incentivar e orientar o público na busca e efetiva análise das informações fornecidas pelo ente da Administração, além de informar sobre a tramitação de documentos e protocolo de requerimentos de acesso a informações, ou justifique a impossibilidade de fazê-lo no mesmo prazo. A decisão liminar tem a assinatura do juiz Ivis Monteiro Costa, titular de Bequimão.

A Ação Civil Pública, que tem como parte requerente o Ministério Público e como parte requerida a Câmara de Vereadores de Peri Mirim, representada pelo vereador Alan Alves Castro, relata que, após receber informações do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa do Ministério Público do Maranhão e de Relatório do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, foi constatada a ausência de cumprimento das exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal pelo Portal da Transparência da Câmara de Vereadores de Peri Mirim. Destaca a ação que, tal quem expressa artigo da Lei Complementar n° 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) o órgão ministerial expediu a Recomendação nº 09/2018 para a respectiva Casa Legislativa.

O objetivo foi a regularização e/ou implantação do Portal da Transparência no site da Câmara Municipal de Peri Mirim, bem como a divulgação de todas as informações de receitas e despesas efetuadas pelo órgão. Prossegue narrando que, em resposta a requisição supramencionada, a Câmara Municipal de Peri Mirim informou que o portal foi implantado com todas as informações do instrumento de transparência pelo endereço http://www.cmperimirim.ma.gov.br/, alegando que os dados orçamentários, financeiros e fiscais estão no site http://www.transparencia.cmperimirim.ma.gov.br/acessoinformacao/execucao/execucao. Entretanto, a Promotoria de Justiça em Bequimão, ao consultar o referido site, constatou que o Órgão Legislativo Municipal não cumpre os requisitos da transparência, tais como disponibilidade de receitas e despesas, avisos de licitação, orçamento, Plano Plurianual, Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal.

TRANSPARÊNCIA OBRIGATÓRIA – “Compreendo que o resultado do processo merece ser antecipado, pois restam configurados os requisitos exigidos pelo art. 300 do Novo Código de Processo Civil. Constituem princípios fundamentais que devem nortear a atividade administrativa, seja direta ou indireta, a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, bem como os demais implicitamente arrolados nos parágrafos, incisos e alíneas do artigo 37 da Constituição Federal (…) A publicidade administrativa, no dizer de Alexandre Magno Fernandes, se constitui na obrigação inarredável que possui o gestor no trato da coisa pública de proceder com transparência, dando à população e aos órgãos de controle a plena ciência dos atos praticados”, explana o magistrado ao decidir.

E segue: “Desta forma, o princípio da publicidade, nos moldes constitucionais, deve ser obedecido não somente como parâmetro de atuação, mas como autêntica manifestação material de sua confluência, de modo a se garantir a plena vazão principiológica de seu postulado. Sob tal perspectiva, o administrador público não pode, em hipótese alguma, eximir-se de tal obrigação, o que denotaria sujeitar-se às imposições legais de responsabilização (…) Como se sabe, mostra-se necessário para a concessão de liminar, diante do perigo da demora. No caso específico, é clara a obrigação que possui o gestor público de tornar públicas informações referentes à sua gestão, para exame popular”.

A decisão expressa que, em caso de descumprimento da determinação, sem prejuízo de caracterização do crime de desobediência, será imposta ao Presidente da Câmara de Vereadores de Peri Mirim, uma multa diária no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais). “Notifique-se o Presidente da Câmara de Vereadores de Peri Mirim para oferecer manifestação por escrito, podendo a mesma ser instruída com documentos e justificações, dentro do prazo de quinze dias, nos termos da Lei de Improbidade Administrativa”, finaliza o juiz.

Prefeito e presidente da Câmara de Vereadores de Luís Domingues assumem compromisso de instalar centro de conciliação no município

Conciliação Itinerante atendeu população na Câmara Municipal - foto: Rodrigo Silva

O prefeito de Luís Domingues, Gilberto Braga, e o presidente da Câmara Municipal, Rafael Sodré, prometeram instalar um centro de conciliação no município, em parceria com o Núcleo de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Maranhão (Nupemec/TJMA). O compromisso foi feito, nesta quarta-feira (11), num encontro com o juiz coordenador do Núcleo, Alexandre Abreu, durante a passagem do projeto Conciliação Itinerante pela cidade.

Moradores de Luís Domingues atenderam ao chamado da ação destinada à solução de conflitos, de maneira descentralizada e célere, e compareceram à sede do Poder Legislativo municipal, onde foram atendidos em demandas processuais e não-processuais.

O gestor do município já havia demonstrado interesse no projeto, tanto que compareceu a uma palestra do presidente do Nupemec, desembargador José Luiz Almeida, em Carutapera, na noite de segunda-feira, quando ouviu explicações sobre a conciliação e elogiou a postura do Judiciário maranhense de se deslocar para localidades de todas as regiões do estado, com o intuito de atender a população, principalmente os menos favorecidos.

Nesta quarta, o prefeito Gilberto Braga chegou cedo à Câmara Municipal. Reuniu-se com o presidente da casa, Rafael Sodré. Juntos, eles fizeram um acordo para o Poder Legislativo ceder uma sala de sua sede – já vazia – enquanto o município vai equipar a unidade e disponibilizar servidores, que serão treinados pelo Judiciário. Tudo em acordo com o juiz Alexandre Abreu, que explicou o que é necessário para a instalação do centro.

O juiz coordenador do Núcleo disse que o projeto, na sua função pedagógica, busca demonstrar, em cada cidade que passa, o quanto é eficiente o trabalho da conciliação, seja em que município for.

“Chegando numa cidade como Luís Domingues, na Amazônia maranhense, área de difícil acesso, em que as pessoas da cidade precisam se deslocar com dificuldade para a sede da Comarca, receber a simpatia desse projeto, abraçado pelo Executivo e pelo Legislativo local, para que nós possamos tornar essa campanha em uma ação permanente, não chega a ser uma surpresa. Afinal de contas, há um clamor social e uma sensibilidade dos gestores públicos em fazer com que o acesso aos meios de solução de conflitos se tornem uma realidade urgente para o cidadão”, avaliou Alexandre Abreu.

Os gestores agradeceram pela iniciativa de o projeto do Tribunal de Justiça do Maranhão não medir esforços para chegar às regiões mais distantes da capital e estão dispostos a levar o acordo adiante.

“Com isso, vai diminuir o serviço lá do Fórum em Carutapera e vai melhor atender a nossa população, que é uma população carente, que, muitas das vezes, não vai até o Fórum em Carutapera, por causa de recursos financeiros, falta de advogado, enfim”, explicou o prefeito Gilberto Braga.

“É um serviço que a população de Luís Domingues está precisando. A gente teve a presença do doutor Alexandre, que já se comprometeu com a gente – o prefeito Gilberto Braga junto também -, então a Câmara de Luís Domingues vai entrar nessa participação também, cedendo a sala, que já está pronta, vai fazer abertura para a rua e vamos receber aqui a população de Luís Domingues”, completou o vereador Rafael Sodré.

CONFLITOS DE FAMÍLIA – Durante quase todo o período de atendimento do projeto Conciliação Itinerante na cidade, prevaleceram situações que envolviam conflitos de família, como pedidos de pensão alimentícia e de reconhecimento de paternidade.

Num desses casos, um suposto pai aceitou dar uma colaboração financeira a uma jovem grávida, no sétimo mês de gestação, até que a criança nasça e os três possam ser submetidos ao exame de DNA, para confirmar ou não a paternidade apontada pela gestante.

Em outro atendimento, Francisco Morais e Ana Cláudia Morais aproveitaram a facilidade oferecida pelo projeto Conciliação Itinerante para oficializarem, de graça, o divórcio. Em quatro anos de separação, eles não viam perspectiva de conseguir o documento de outra forma. “Por causa do dinheiro, porque era à vista, 750 [reais]”, disse Ana Cláudia, referindo-se ao valor que teriam que desembolsar se não fosse a Conciliação Itinerante.

PRÓXIMA PARADA: CÂNDIDO MENDES – Nesta quinta-feira (12), a equipe do projeto estará em Cândido Mendes, na Rua Professor Caxias, 270, bairro Piracumbu (em frente ao Fórum da Comarca). O encerramento será em Godofredo Viana, na sexta (13), no Colégio Benedita Jorge, na Avenida Teófilo Viana, 467, no Centro.

COMO PARTICIPAR – Para participar de uma sessão de conciliação durante o projeto, o jurisdicionado ou a parte deve comparecer com documentos pessoais (comprovante de residência, RG, CPF, certidão de nascimento – em caso de menor) e comprobatórios da demanda (faturas, registro de imóvel e outros, a depender de cada caso).

Estão sendo oferecidos serviços de renegociação de dívidas, pedido de divórcio, pensão alimentícia, coleta de DNA para investigação de paternidade, guarda, dentre outras demandas relacionadas a direito do consumidor, família e problemas de vizinhança.

Além dos parceiros já conveniados com o TJMA, outras empresas e entidades que tiverem interesse em participar do “Conciliação Itinerante” podem solicitar sua inserção por meio do Nupemec (conciliar@tjma.jus.br).

LOCAIS DE ATENDIMENTO

Cândido Mendes – dia 12, na Rua Professor Caxias, 270, bairro Piracumbu (em frente ao Fórum da Comarca);

Godofredo Viana – no Colégio Benedita Jorge, na Avenida Teófilo Viana, 467, no Centro.

HORÁRIO DE ATENDIMENTO – 8h às 17h

Tribunal mantém bloqueios judiciais de bens e processos do MPF contra o ex-prefeito de Belém (PA) Duciomar Costa

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília (DF), publicou, nos últimos quatro meses, uma série de decisões desfavoráveis a pedidos do ex-prefeito de Belém (PA) Duciomar Gomes da Costa e de outras pessoas e empresas acusadas pelo Ministério Público Federal (MPF) de formarem um esquema de corrupção que desviou mais de R$ 400 milhões dos cofres públicos.

Os pedidos de Duciomar Costa e de outros réus foram para que o tribunal cancelasse decisões da Justiça Federal em Belém que bloquearam bens dos processados ou que deram prosseguimento aos processos contra eles nas áreas cível e criminal.

De nove recursos apresentados ao TRF-1, sete tiveram respostas negativas do tribunal. Nos outros dois casos, o tribunal aceitou restringir os bloqueios ao valor dos prejuízos aos cofres públicos apontados pelo MPF: R$ 22,6 milhões em um dos processos e R$ 1,4 milhão em outro. O MPF tem 26 processos abertos contra o ex-prefeito.

Representam o MPF nesses processos tanto procuradores da República que atuam em Belém, onde os casos foram iniciados, quanto procuradores regionais da República com atuação na Procuradoria Regional da República na 1ª Região, unidade do MPF que atua perante o TRF-1.

‘Bloqueios geraram transtornos’ – A mais recente resposta negativa do tribunal ao grupo de Duciomar Costa relativa a processo por improbidade administrativa foi publicada no último dia 28. O desembargador federal Cândido Ribeiro indeferiu pedido em mandado de segurança dos acusados. Eles queriam que o tribunal impedisse a 1ª Vara Federal de Belém de bloquear bens deles, já que a 2ª Vara Federal na capital paraense recentemente determinou bloqueio de bens do grupo. “A decisão da 2ª Vara Federal de Belém gerou inúmeros transtornos às impetrantes”, registrou a alegação dos réus.

Na ação, o MPF acusa o ex-prefeito, a companheira dele, Elaine Baía Pereira, a irmã dela, Ilza Baía Pereira, e outro empresário de fachada do esquema, Célio Araújo de Souza, que começou a trabalhar na prefeitura em 2008, ganhando um salário mínimo, e acumulou um patrimônio de R$ 1,6 milhão em sete anos. Eles são acusados, nesse processo, de fraudes de R$ 1,4 milhão no contrato de gerenciamento e supervisão de obras de urbanização da sub-bacia II da Estrada Nova.

Nas duas respostas negativas anteriores relativas a processos por improbidade administrativa, de 6 e 5 de novembro, ambas também do desembargador federal Cândido Ribeiro, os recursos de Duciomar Costa e da empresa Sistema Brasileiro de Construção (SBC) pediam o mesmo: que fosse suspenso o processo que aponta prejuízos no contrato para gerenciamento e supervisão das obras da urbanização da Bacia do Paracuri, no valor de R$ 1,4 milhão. Além do ex-prefeito, de Elaine e Ilza Pereira e de Célio Souza, são réus nesse processo a SBC e o responsável técnico da empresa, Paulo Fernando Colares de Oliveira Vieira.

Nos recursos ao TRF-1, Duciomar Costa e a empresa alegaram, entre outras motivações, que o ex-prefeito não teve enriquecimento ilícito ou intenção de causar prejuízos aos cofres públicos, e que, portanto, não ficou configurada improbidade administrativa nesse caso, e que o contrato foi cumprido. O desembargador federal registrou nas decisões que os réus terão a chance de provar seus argumentos durante o processo.

Em setembro, o desembargador federal Hilton Queiroz negou suspender decisões da 2ª Vara Federal em Belém que bloquearam R$ 7,4 milhões em bens de Duciomar Costa, de Célio Souza, de Elaine e de Ilza Pereira, da empresa Metrópole Construção e Serviços de Limpeza, de um ex-sócio da Metrópole, Adriano Andrey Carreira Nunes, da empresa Andrade Gutierrez Engenharia, e um ex-gerente da Andrade Gutierrez, Edson Evangelista Marinho Filho.

Na ação, assinada pelos procuradores da República Alan Rogério Mansur Silva, Ricardo Negrini e Ubiratan Cazetta, o MPF informou a Justiça Federal que a construtora Metrópole – de propriedade das irmãs Elaine Baía Pereira e Ilza Baía Pereira –, recebeu repasses injustificados da Andrade Gutierrez, companhia também acusada de envolvimento em desvios de recursos da prefeitura.

Apesar de não ter funcionários, a Metrópole foi contratada pela prefeitura. A partir daí começou a receber recursos das empresas Andrade Gutierrez Engenharia e Construtora Andrade Gutierrez. Os repasses são diretamente relacionados aos períodos de acerto, licitação e contrato das obras dos projetos Portal da Amazônia e BRT, observam na ação os procuradores da República Alan Mansur e Ubiratan Cazetta.

“Os repasses foram feitos pela Andrade Gutierrez de forma gratuita à empresa Metrópole, que era de propriedade de Elaine Baía (atual companheira de Duciomar), Ilza Baía (irmã de Elaine), Adriano Andrey (genro de Duciomar) e Célio Araújo (diretamente ligado a Duciomar) para obter vantagens em licitações, acertos e contratos das obras Portal da Amazônia e BRT-Belém junto à prefeitura de Belém”, registra uma das ações.

Habeas corpus também negados – Em relação aos processos da área criminal, três pedidos de habeas corpus foram negados pela Terceira Turma do TRF-1. A resposta negativa mais recente foi publicada no último dia 2. Duciomar Costa e outros denunciados por fraudes em licitações e desvio de verbas públicas – crimes puníveis com até 16 anos de prisão – tentaram cancelar o recebimento da denúncia do MPF contra eles.

A ação apontou fraudes na licitação para contratação de serviços de comunicação, marketing e realização de eventos para a prefeitura. O juiz federal relator do caso no tribunal foi Jorge Gustavo Serra de Macêdo Costa. Além de Duciomar Costa e Ilza Baía Pereira, são réus nesse processo os empresários Délcio Donato Pantoja Oliveira, Márcio Barros Rocha, Maria de Nazaré Brito Siqueira e Yuseff Léo Leitão Siqueira. Tanto nesse quanto em todos os outros processos criminais, o MPF também pediu que os denunciados sejam obrigados ressarcir os cofres públicos.

Em setembro e outubro, a Terceira Turma do tribunal também havia companhado dois outros votos da relatoria contra pedidos dos acusados. Eles pediam o cancelamento do recebimento da mesma denúncia. Ambos os votos foram da desembargadora federal Mônica Sifuentes.

O processo trata de pagamentos de propina nos projetos das obras Orla de Belém, Macrodrenagem da Estrada Nova e Bus Rapid Transit (BRT) Belém, todas com licitações direcionadas para a empresa Andrade Gutierrez. Foram denunciados por corrupção passiva e formação de quadrilha, crimes cujas penas somam 15 anos de reclusão, e multa.

Os réus são: Duciomar Gomes da Costa, Elaine Baía Pereira, Ilza Baía Pereira, Célio Araújo de Souza, Márcio Barros Rocha, a ex-gerente de projetos especiais da prefeitura Suely Cristina Yassué Sawaki Mouta Pinheiro, o engenheiro Leoni Aguiar Gomes Júnior, e os ex-secretários municipais Sérgio de Souza Pimentel (Urbanismo e Saúde), Fernando Mendes Pereira (Urbanismo), e Natanael Alves Cunha (Saneamento).

Somando essas duas ações criminais, o MPF apontou prejuízos de cerca de R$ 51,2 milhões, e, além da obrigação da devolução desses recursos e da aplicação de penas de restrição de liberdade, pediu que a Justiça obrigue os réus a pagarem R$ 33 milhões em danos morais coletivos.

Forte do Castelo – As ações do MPF foram elaboradas com dados das investigações que resultaram nas operações Forte do Castelo 1 e 2, que, do fim de 2017 até agora, desvendaram vários braços do esquema de corrupção conduzido por Duciomar Costa.

Pelas fraudes detectadas nas investigações que levaram a essas operações, o MPF já obteve na Justiça Federal decisões que determinaram o bloqueio de cerca de R$ 65 milhões em dinheiro de Duciomar e das empresas relacionadas ao grupo, e também o bloqueio de terrenos e apartamentos em Belém, Marituba, São Paulo e Goiás, além da fazenda de Duciomar Costa localizada no município de Nova Timboteua.

A Justiça Federal já leiloou 13 salas comerciais localizadas em Belém. O valor obtido no leilão está depositado em conta judicial. 

Íntegras das decisões do TRF-1

Governador Flávio Dino lança cartão de crédito que permite a servidor fazer compras no Mateus

Dino lança cartão de crédito que permite a servidor fazer compras no Mateus

O governador Flávio Dino (PCdoB) lança, em evento no final da tarde desta quarta-feira 11, cartão de crédito que permite aos servidores do Poder Executivo estadual fazer compras na rede de supermercados Mateus, a maior do Maranhão, e que vem financiando diversas ações e festividades promovidas pela gestão comunista.

Intitulado Cartão Clube de Desconto do Servidor, o programa foi criado após comodato assinado no mês passado entre a Segep (Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores) e a empresa Neoconsig Tecnologia S/A.

Além de compras, também permitida nas Drogarias Globo, com o cartão, os servidores terão a garantia de descontos em estabelecimentos conveniados. Segundo divulgado pelo governo, um deles é a rede de farmácias Pague Menos.

Ainda de acordo com o governo, os gastos com o cartão serão consignados em folha. A margem é de 10% da remuneração.

A Segep garante que os servidores não pagarão pelo cartão: nem anuidade, nem aquisição. Haverá apenas o desconto em folha, do valor utilizado, sem nenhuma taxa ou juros.

Do Atual7

Kátia Bogéa é exonerada do Iphan

O governo federal fez mais uma troca na área cultural e exonerou nesta quarta-feira a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), Kátia Santos Bogéa. Para assumir a presidência do Iphan, o governo está nomeando Luciana Rocha Feres. Os atos de exoneração e nomeação estão publicados na edição desta quarta-feira (11) do Diário Oficial da União.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo já tinha noticiado, a demissão de Kátia Bogéa era dada como certa dentro do governo. Ela ocupava o posto desde 2016 e é ligada ao ex-presidente José Sarney. Na terça-feira, 10, o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, havia dito que o governo de Jair Bolsonaro não irá “aparelhar” a produção artística do Brasil e afirmou que ainda avaliava sobre a troca da presidência do Iphan. “Estamos estudando o caso do Iphan. Meio bilhão de reais que o órgão lida por ano. É um caso muito complexo. A gente está estudando delicadamente e com muito esmero o caso”, disse.

Em outro ato, também publicado no Diário Oficial da União desta quarta, o governo está exonerando o secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual da Secretaria Especial de Cultura, Maurício Carlos da Silva Braga, e nomeando para o cargo Marcos de Almeida Villaça Azevedo.