Núbia Dutra pede exoneração em Paço do Lumiar

A primeira-dama da Paço do Lumiar, Núbia Dutra, decidiu antecipar-se à possibilidade de ser mandada embora da Supersecretaria de Planejamento de Articulação Governamental e pediu exoneração do cargo.

Na tarde de ontem (1º), pouco antes de a vice-prefeita, Paula da Pindoba (SD), assumir o comando da gestão – em virtude da internação do prefeito Domingos Dutra (PCdoB) – já circulava a informação de que Núbia seria exonerada pela nova chefe do Executivo Municipal.

Para evitar o constrangimento, a primeira-dama providenciou um ato de exoneração assinado pelo marido, que encontra-se ainda na UTI do Hospital São Domingos.

Em Cândido Mendes, Juíza suspende final do Inter Vilas

Nesta quinta-feira (01), a Juiza de Direito Myllenne Sandra Cavalcante Calheiros de Melo Moreira ; deferiu o pedido de Tutela interposto pela ALCINEA PEREIRA NASCIMENTO dirigente da equipe do BEC, contra decisão da LIGA DESPORTIVA DE CÂNDIDO MENDES – LEC, vinculada a Secretaria de esporte do Município de Cândido Mendes-MA que tirou a equipe da grande final do Inter Vilas 2019.

Conforme consta nos autos, a parte autora alega, em síntese, que seu time participa do Torneio Intervilas 2019 e é finalista da competição. Porém, depois da semifinal ocorrida no dia 13/07/2019, a equipe adversária requereu a anulação do resultado alegando que no elenco do BEC haveria a presença de um jogador profissional e isso acarretou na desclassificação da BEC como equipe vencedora.

Aduz que tal decisão não encontra embasamento legal, pois o regulamento da competição não possui previsão para este questionamento, mesmo assim, a LEC rejeitou o recurso e manteve a decisão de eliminação do time. 

Diante de tais fatos e argumentos, requer em sede de tutela antecipada de urgência que seja determinada a expedição de mandado de reintegração de vaga na final inaudita altera parte, nos termos dos artigos arts. 294 e seguintes e 300, do Código de Processo, para que o torneio seja disputado e finalizado de forma legal. Subsidiariamente, caso a classificação do time não seja garantida pela tutela antecipada de urgência, pediu que o presente campeonato seja suspenso até que seja tomada uma decisão legal e compatível com o regulamento do torneio. 

Por outro lado, aparentemente foram cumpridos os requisitos do art. 6º do regulamento que rege o TORNEIO DE FUTEBOL CAMPO MASCULINO INTERVILAS DE 2019, pois foi acostado aos autos certidão do cartório eleitoral e comprovante de endereço do jogador. 

Diante de documentos apresentados, Juiza de Direito Myllenne Sandra Cavalcante Calheiros de Melo Moreira, através de uma liminar suspendeu o jogo da final do Inter Vilas, o qual aconteceria amanhã, 03 de Agosto, entre as equipes do CRB E MÔNACO DE ABERLADINA. A juiza ainda estipulou um prazo de 30 dias para que a Liga apresente sua defesa.

Em caso de descumprimento será aplicada uma multa de 10 mil reais.

PRF apreende veículo roubado na BR-135 no MA

Polícia Rodoviária apreende veículo roubado na BR-135 em São Luís — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária FederalA Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na quinta-feira (1º) um veículo com ocorrência de roubo que estava trafegando na BR-135, na entrada de São Luís.

Segundo a PRF, uma equipe de policiais rodoviários da Unidade Operacional de Pedrinhas abordou e apreendeu um veículo de passeio que transitava no km 23 da BR-135. Após realizar uma fiscalização de rotina, a PRF percebeu que os itens de identificação do carro apresentava fortes indícios de adulteração, e após uma verificação mais detalhada os policiais perceberam que o veículo abordado possuía outra placa e apresentava ocorrência de roubo nos sistemas.

De acordo com a PRF, o condutor do veículo alegou ser apenas motorista e que levaria o carro até Belém, no estado do Pará. A passageira afirmou ser a proprietária do veículo e, que seu ex-marido havia adquirido o carro em São Luis de uma outra pessoa.

Aos policiais rodoviários a passageira disse que pelo veículo seu ex-marido pagou a importância de R$ 40 mil e assumiu o compromisso, com o próprio vendedor, de pagar R$ 1.500 mil por mês.

Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência de Receptação Culposa. Sendo o veículo, a proprietária e o condutor foram encaminhados à Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), na capital.

Polícia Civil prende homem apontado como líder de facção criminosa em São Luís

Wadson da Silva Araújo foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas em São Luís — Foto: Divulgação/PolíciaA c do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), e da Delegacia Regional de Zé Doca, a 302 km de São Luís, prendeu na quinta-feira (1º) em Olinda Nova do Maranhão, a 250 km da capital, Wadson da Silva Araújo. Segundo a polícia, ele é apontado pela polícia como líder de uma facção criminosa que atuava no bairro Vila Conceição, no bairro Calhau, em São Luís, e ficou conhecido depois de promover vários confrontos com uma facção rival no início do ano de 2019.

De acordo com a polícia, uma operação da Polícia Civil conseguiu localizar o bando, que estava fortemente armado e entrou em confronto com os policiais, mas apenas Wadson da Silva tinha conseguido fugir, passando a viver escondido desde então.

A polícia conseguiu localizá-lo na zona rural do Maranhão, onde ele estava desenvolvendo o tráfico de drogas, sendo encontrado na posse de certa quantidade de crack e cocaína, balança de precisão, embalagens plásticas e anotações referentes à contabilidade da atividade ilegal.

Wadson da Silva Araújo foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes e ainda foi dado cumprimento ao mandado de prisão preventivo expedido pela 1ª Vara Criminal de São Luis. Ele foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na capital, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Homem é preso suspeito de matar ex-companheira a golpes de garrafa em Porto Franco, no MA

José dos Santos Aires de Sousa é suspeito de homicídio contra sua ex-companheira em Porto Franco, no MA — Foto: Divulgação/Polícia CivilA Polícia Civil realizou uma operação nesta quinta-feira (1º) e prendeu José dos Santos Aires de Sousa, conhecido como “Santinho”. Ele é acusado de matar a golpes de garrafa a sua ex-companheira, Núbia Ferreira Fé. José foi preso na cidade de Porto Franco, no sudoeste do Maranhão, por conta de um mandado de prisão preventiva.

Segundo a polícia, o crime de feminicídio ocorreu em fevereiro de 2018, também em Porto Franco. O casal costumava brigar bastante e José já havia sido preso por ter agredido Núbia. Porém, mesmo após várias brigas, ela aceitou voltar o relacionamento.

Após eles reatarem, houve uma briga entre os dois e José teria desferido golpes de garrafa contra Núbia, que não resistiu aos ferimentos e veio óbito. O crime teria sido presenciado pelo filho da vítima, uma criança de apenas 8 anos de idade.

Após o crime, José estava foragido até que a polícia descobriu que ele teria voltado para a cidade e estaria trabalhando em uma construção. Depois de preso, José foi levado para a sede da Delegacia de Polícia Civil de Porto Franco e encaminhado para a Unidade Prisional e de Ressocialização da região.

Em depoimento à polícia, José afirmou que estava em casa e Núbia teria bebido bastante e ficou ‘alterada’. Logo depois, ele quebrou uma das garrafas no chão para que ela parasse de beber e disse que iria trabalhar. Ainda segundo José, Núbia foi até ele e acabou escorregando e caindo por cima dos cacos de vidro que estavam no chão.

Acusado de abusar sexualmente de criança de nove anos é preso em São Luís

Raimundo Teixeira Nunes, de 59 anos, foi preso em flagrante pela polícia em São Luís (MA) — Foto: Divulgação/Polícia CivilA Polícia Civil do Maranhão prendeu em flagrante nesta quinta-feira (1º) Raimundo Teixeira Nunes, de 59 anos, por suspeita de abuso sexual de uma criança de nove anos no bairro Aurora, em São Luís.

De acordo com a polícia, após a prisão, o suspeito confessou ter praticado o crime. Além disso, a vítima apresenta lesões visíveis na nuca e na orelha por conta dos beijos que o suspeito dava na criança.

Raimundo Teixeira foi encaminhado para o Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde permanece a disposição da Justiça. Segundo a Delegacia de Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA), o suspeito será enquadrado no artigo 217-A, que corresponde a estupro de vulnerável presente no Código Penal.

Ônibus invade casa e mata idosa em Coroatá

Uma idosa, que não teve o nome divulgado, faleceu, nesta quarta-feira (31), depois de ter a casa invadida por um ônibus no povoado Pau de Estopa, zona rural de Coroatá. O veículo estava sendo manobrado pelo filho.

Após uma manobra o veículo teria desgovernado, invadido a residência da vítima. O escombro caiu sobre a idosa, que chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu.

Presidente da OAB entra no STF com pedido para que Bolsonaro explique declarações sobre morte de seu pai

Bolsonaro Felipe Santa CruzO presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe de Santa Cruz, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de explicações (PET 8304) em face do presidente da República, Jair Bolsonaro, em razão de entrevista em que insinuou ter conhecimento das circunstâncias envolvendo a morte de Fernando de Santa Cruz durante o regime militar. Pai do atual presidente da OAB, o militante da Ação Popular desapareceu em 1974 e seu corpo jamais foi encontrado. A petição é assinada por 12 ex-presidentes da OAB.

Em entrevista divulgada pela imprensa, Bolsonaro afirmou que “se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele despareceu no período militar, conto pra ele”. A declaração foi feita no contexto em que o presidente da República reclamava da atuação da OAB nas investigações sobre o atentado praticado contra Bolsonaro na campanha eleitoral do ano passado, quando foi esfaqueado por Adélio Bispo.

Na petição ao STF, Santa Cruz afirma que não é a primeira vez que Bolsonaro o ataca e tenta desqualificar a memória de seu pai. “A diferença é que, agora, na condição de presidente da República, ele confessa publicamente saber da forma e da circunstância em que cometido um grave crime contra a humanidade, a saber, o desaparecimento forçado de Fernando de Santa Cruz, além de ofender a memória da vítima, bem como o direito ao luto e à dignidade de seus familiares”, afirma.

Horas depois da declaração, o presidente voltou a tocar no assunto enquanto fazia uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, afirmando que não foram os militares que mataram Fernando Santa Cruz, mas seus próprios companheiros, numa ação de “justiçamento”. O presidente da OAB argumenta que o dado de que seu pai foi vítima de desaparecimento forçado praticado por agentes estatais foi oficialmente reconhecido pelo próprio Estado Brasileiro, em reiteradas oportunidades.

Santa Cruz afirma que as manifestações do presidente da República estão marcadas por “dubiedade, ambiguidade e equivocidade”, o que fundamenta a sua pretensão, na condição de filho e ofendido, de exigir as explicações em juízo nos termos do artigo 144 do Código Penal. O pedido de explicação, medida de interpelação judicial prevista nesse dispositivo, autoriza o ofendido a pedir esclarecimentos a respeito de manifestações que possam configurar qualquer um dos crimes contra a honra.

Para o presidente da OAB, caso Bolsonaro tenha conhecimento das circunstâncias, dos locais, dos fatos e dos nomes das pessoas que causaram o desaparecimento forçado e a morte de seu pai, tem o “dever legal e básico” de revelá-los para que o Estado os submeta a valoração jurídica. “Como quer que seja, tem de explicar os fatos e as ofensas oblíquas à memória de um brasileiro que pereceu por causa de sua opinião e pela causa da liberdade”, afirma Felipe de Santa Cruz. Na petição, o presidente da OAB pede para que Bolsonaro responda se efetivamente tem conhecimento dos fatos. Em caso positivo, que informe como obteve a informação e porque não denunciou ou mandou apurar a conduta criminosa. A PET foi distribuída ao ministro Luís Roberto Barroso.

TSE publica edital de licitação para aquisição de novas urnas eletrônicas

 

Urna Eletrônica

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou, nesta segunda-feira (29), no Diário Oficial da União e em jornais de grande circulação, o Aviso de Licitação n° 43/2019, destinado à aquisição de até 180 mil novas urnas eletrônicas, que devem ser utilizadas nas Eleições Municipais de 2020. O edital da licitação já está disponível no Portal da Corte para consulta.

A abertura do certame, na modalidade de concorrência, está marcada para o dia 13 de setembro, às 9h, quando a documentação e as propostas deverão ser entregues no edifício-sede do TSE (4º andar, sala A-451), localizado no Setor de Administração Federal Sul (SAFS), Quadra 7, Lotes 1/2, Brasília (DF). A licitação para a produção e o fornecimento das urnas modelo 2020 (UE2020) obedecerá ao Sistema de Registro de Preços, previsto na Lei nº 8.666/1993 (Lei de Licitações e Contratos).

A demanda por compra de novos equipamentos decorre da necessidade de aprimoramento tecnológico e da substituição de parte das urnas, as de modelo 2006 e 2008, bem como da necessidade de suprir o crescimento das seções eleitorais até 2020. As especificações técnicas de hardware, software, segurança e modelo de design e também o detalhamento sobre a garantia e a manutenção da urna eletrônica podem ser consultados no edital do certame.

Acesse a íntegra do edital. 

Audiência pública

No início de julho, antes da publicação do edital, o TSE realizou uma audiência pública que contou com representantes da sociedade civil e de empresas especializadas. Todas as sugestões e contribuições viáveis apresentadas na ocasião para aperfeiçoar o projeto básico elaborado pela Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) foram acolhidas.

Polícia Civil cumpre mandado de prisão no município de Bom Jardim

POLÍCIA CIVIL CUMPRE MANDADOS DE PRISÃO NO MUNICÍPIO DE BOM JARDIMA Polícia Civil do Maranhão, através da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, executou por intermédio de equipes da delegacia da cidade de Bom Jardim, dois mandados de prisão no município, na tarde da última terça-feira (30).

Foi preso Márcio Costa, conhecido como “Jamaica”, em virtude de descumprimento de medidas cautelares, como desligamento voluntário da tornozeleira eletrônica de monitoramento, sendo o mandado de prisão expedido pela comarca de Bom Jardim.

Em outra ação, os policiais cumpriram o mandado de prisão contra Douglas Silva da Silva, conhecido popularmente por “Rebeca”, pela tentativa de homicídio com uso de arma branca. Nos dois casos, os presos foram apresentados na sede da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, ficando sob responsabilidade do judiciário.

Bebê de um mês morre após ser estuprada; polícia investiga o caso

A Polícia Civil está investigando o estupro e morte de uma criança de apenas um mês de vida na cidade de Tutóia, a 220 km de São Luís. A família da criança está abalada e inconformada.

“Uma criança que mal veio ao mundo, indefesa, e veio a óbito de uma forma tão cruel, tão desumana”, conta Maria do Socorro da Silva, tia-avó da criança.

A mãe da criança se chamava Joana D´árc Rocha da Silva, de 20 anos, que morreu no dia 12 de junho após complicações no parto. A bebê dela, que se chamava Vitória, ficou com o pai, Joel Cabral da Silva. Ele mora junto com a mãe dele, o padrasto e três irmãos adultos.

Com um mês de sete dias de vida, a criança passou mal e foi para um hospital, onde os médicos suspeitaram de abuso sexual. A criança não resistiu e morreu.

Um laudo confirmou as suspeitas e apontou que o bebê apresentava lesões na região anal, com traumas físicos causados a menos de 10 dias da morte, podendo ser pela manipulação digital (dedos), pênis ou algum objeto. Também havia lesões vaginais, que apontaram ainda um quadro de negligência por parte dos familiares devido a falta de cuidado ou desleixo com a higiene.

Após o laudo, a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar o estupro da recém-nascida e suspeita de alguém da família do pai, que chegou a ser preso em flagrante assim que o laudo saiu, mas foi liberado por falta de provas.

“Não estamos devendo ninguém. Não pode ter medo de uma coisa que ninguém fez”, declarou Joel Cabral, pai do bebê.

“A linha é de que seja alguém da família, não há como fugir disso uma vez que a criança estava na casa do pai e lá estavam outros familiares e, infelizmente, o exame não consta quem é o autor, apenas constata as lesões indicativas de crime sexual. Então tudo vai ser devidamente apurado, estamos intimando todos os familiares, vamos ouvir um a um e vamos tentar chegar de forma precisa quem seria o autor dessas lesões”, afirmou o delegado Cristiano Morita.

O Ministério Público do Tutória também está acompanhando o caso. O promotor Fernando José Alves acha estranho que ninguém da família do pai tenha acompanhado a criança até o hospital.

“Nem a avó materna, nem os outros membros da família, nem o pai com quem a criança morava. (…) Uma situação um tanto quanto diferente, que causa estranheza”, diz o promotor.

Duas semanas depois da morte da mãe da criança, a família materna da criança procurou o Conselho Tutelar para fazer uma denúncia de que o bebê estava sendo vítima de maus tratos. Os parentes da mãe apresentaram fotos que, segundo eles, comprovavam a situação ruim na casa onde o bebê estava morando. Também foram tiradas fotos da alimentação da criança: Farinha com água.

Os conselheiros foram à casa do pai, mas dizem ter encontrado uma situação que consideraram normal. A conselheira Deiselane Costa, que estava presente em uma das visitas, disse que a equipe não viu qualquer problema.

“Nenhum’… algo de anormal, ou alguma coisa. Aparentemente, normal. Casa simples, morava ele [Joel], eu acho que os pais dele também. Simples, mas nada de falta de higiene não”, declarou a conselheira.

A família materna do bebê cobra agilidade nas investigações e quer que haja punição para quem cometeu a monstruosidade de estuprar uma criança nos seus primeiros dias de vida.

“A pessoa que pratica um ato desse com uma criança não é um humano que pode estar no meio da humanidade. Eu acho que é brutal, acho que nem os animais que são irracionais fazem isso”, disse Maria do Rosário Silva, tia-avó da criança.

Mais uma tentativa de fuga é registrada na unidade da Funac em Imperatriz

Adolescentes tentaram fugir do entro Socioeducativo de Internação Semear de Imperatriz (MA) — Foto: Divulgação/Redes SociaisUma tentativa de fuga foi registrada na tarde desta quarta-feira (31) na unidade do Centro Socioeducativo de Internação Semear, no bairro Três Poderes no município de Imperatriz, localizado a 626 km de São Luís.

Durante a ação, alguns adolescentes se esconderam no telhado da unidade, mas em seguida, foram capturados por agentes do centro socioeducativo. A Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) informou que a ação foi contida com ajuda de uma equipe da Polícia Militar do Maranhão. De acordo com a Funac, não houve feridos e as circunstâncias da fuga estão sendo apuradas.

Em junho deste ano, 19 adolescentes fugiram do Centro Socioeducativo em Imperatriz. Um dia após a fuga, nove adolescentes foram recuperados pelas equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil em Imperatriz e não há informações se o resto dos fugitivos conseguiu ser capturado.

Godofredo Viana| Prefeitura promove reciclagem na confecção de coletores de lixo para o município

Com o objetivo de intensificar as ações do projeto “Cidade Limpa”, a Prefeitura de Godofredo Viana na gestão do prefeito Sissi Viana, por meio da Secretaria de meio ambiente, iniciou a confecções de 23 lixeiras de 200 litros que serão colocadas em áreas públicas bem como nos órgãos públicos do município.

De acordo com o Secretário de Meio Ambiente Kleber Freitas, a instalação das lixeiras em pontos de grande circulação da cidade é uma forma de manter a cidade limpa bem como facilitar a coleta do lixo, ele enfatiza, porém, que a população é importantíssima na colaboração com a limpeza da cidade, como por exemplo, não jogando lixo nas ruas, ter zelo com as lixeiras públicas “ A cidade tem a cara do seu povo. Uma cidade limpa retrata a dignidade e educação da sua gente”, afirma o secretário.

A administração do Prefeito Sissi Viana está empenhada fazendo sua parte, realizando campanhas educativas e de conscientização, mas também cabe ao cidadão fazer a sua parte. Toda mudança só é verdadeira se começa de dentro, com vontade e dedicação.

A confecção das baterias de lixeiras buscou a utilização de tambores de metal – promovendo a reciclagem desde o primeiro momento, além da economia financeira. Elas possuem astes para facilitar o trabalho dos garis no momento da retirada do lixo para o caminhão coletor.

A prefeitura pede a colaboração da população a fim de preservar o patrimônio público, buscando assim manter o município cada vez mais limpo e estruturado.

Cuidar do lixo que produzimos é um dos primeiros passos para um mundo mais verde.

Ação do Ministério Público requer afastamento do prefeito de Açailândia por improbidade

Promotoria aciona Juscelino Oliveira por recebimento irregular de diáriasEm Ação Civil Pública por improbidade administrativa ajuizada nesta terça-feira, 30, contra o prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira e Silva, e outras quatro pessoas, o Ministério Público do Maranhão requereu, em caráter liminar, a indisponibilidade de bens, a quebra do sigilo bancário e o afastamento do gestor do cargo.

Também estão sendo acionados o secretário de Infraestrutura e Urbanismo de Açailândia, Divaldo Farias da Costa, o engenheiro Rogério Rosa Lopes, da equipe da Secretaria de Infraestrutura, o secretário de Infraestrutura de Imperatriz, Francisco de Assis Amaro Pinheiro, a Terramata e o sócio-administrador da empresa Ricardo Barroso del Castilho.

A indisponibilidade de bens dos demandados deve se dar até o montante suficiente para garantir o ressarcimento dos danos ao erário e o pagamento de multa no valor mínimo de R$ 302.098, 31.

No pedido do MPMA, o afastamento do cargo deverá ser aplicado ainda sobre o secretário Divaldo Farias da Costa.

A ação teve como base documentos produzidos no Inquérito Civil 06/2018, instaurado pela 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, que apurou irregularidades na contratação da empresa Terramata para a execução de serviços de pavimentação em blocos sextavados de vias urbanas do município.

De acordo com a promotora de justiça Glauce Mara Lima Malheiros, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, a contratação da empresa ocorreu por meio da adesão à Ata de Registro de Preços da Concorrência Pública 006/2017, presidido pela Comissão Permanente de Licitação (CPL) de Imperatriz.

Entre as irregularidades constatadas no inquérito, estão: direcionamento do procedimento licitatório em favor da Terramata, superfaturamento das obras, favorecimento a empresas ligadas ao prefeito para execução de alguns serviços. “São diversos fatos que, analisados em conjunto, evidenciam o cometimento de atos ímprobos por agentes públicos municipais e particulares envolvidos na execução das obras”, relata a promotora de justiça.

IRREGULARIDADES NA ADESÃO

Amparado no Inquérito Civil, o Ministério Público constatou que as irregularidades aconteceram desde o pedido de adesão pelo Município de Açailândia à Secretaria de Infraestrutura de Imperatriz. Conforme o edital do certame, órgãos ou entidades que desejassem fazer uso da ata de registro de preços deveriam encaminhar solicitação para a Superintendência da CPL de Imperatriz, que teria a competência para permitir ou não o ingresso do solicitante. “A Administração Municipal de Açailândia, atropelando as regras do processo de adesão e objetivando direcionar o procedimento licitatório, resolveu buscar a autorização diretamente junto ao secretário municipal de Infraestrutura, Transportes e Serviços Públicos de Imperatriz”, observou a promotora Glauce Malheiros.

Outras irregularidades na execução dos serviços foram identificadas por meio de vistorias do Núcleo de Assessoria Técnica do Ministério Público, Instituto de Criminalística de Imperatriz e Delegacia de Polícia Civil de Açailândia.

As investigações verificaram, ainda, que os bloquetes utilizados na pavimentação das ruas pela Terramata estão sendo fornecidos por empresas vinculadas ao próprio prefeito de Açailândia. “Um dos imóveis destinados ao armazenamento dos bloquetes está vinculado à empresa Steel Estruturas e Metais, a qual consta como sócio- administrador o prefeito Juscelino Oliveira e Silva e seu filho Giuliano Gregory Santos Oliveira e Silva”, relata o texto da Ação Civil.

Inep é condenado por impedir indígena de fazer prova do Enem com documento expedido pela Funai

Resultado de imagem para foto InepA 6ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF3) negou recurso (agravo interno) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para reverter sentença em que foi condenado a indenizar um indígena por dano moral. 

Ostalíbio Benites não pôde fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2011, apesar de portar o cartão de confirmação de inscrição, CPF e a carteira de identidade indígena, emitida pela Fundação Nacional do Índio (Funai). O documento de identificação foi rejeitado sob a justificativa de que não tinha plena validade e sua utilização não estava prevista no edital do Enem. 

Em ação ajuizada pelo próprio Benites, a primeira instância condenou o Inep ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 9 mil, com juros e correção monetária. 

“Inaceitável é a recusa de fé pública por uma autarquia federal a documento expedido por outra autarquia federal, ambas sujeitas ao mesmo poder central, a União Federal”, disse o procurador regional da República Robério Nunes dos Anjos Filho, ao manifestar-se contra o recurso do Inep. A recusa do documento pelo Inep ”ofendeu os direitos de personalidade do autor da ação em sua dimensão humana e cívica” e também acomunidade indígena, afirmou. 

Ao confirmar a condenação e a configuração do dano moral, a 6ª Turma do TRF3 apontou a frustração sofrida pelo candidato, que não pôde prestar exame para o qual havia se preparado, e o desrespeito a sua etnia.

Brasil foi um dos países mais letais para defensores do meio ambiente em 2018, aponta relatório

Ao menos 20 ativistas morrem no Brasil emA defesa da terra e do meio ambiente em diversos países do mundo tem sido marcada cada vez mais pela violência e a letalidade. Essa é a situação apresentada no relatório “Inimigos de Estado? Como os governos e as empresas silenciam as pessoas defensoras da terra e do meio ambiente”, elaborado pela Global Witness – organização não-governamental que investiga casos de corrupção e abusos contra os direitos humanos.

Segundo dados da publicação, no mundo todo foram contabilizados – em 2018 – 164 assassinatos de militantes pela terra e o meio ambiente, o que representa mais de três pessoas mortas a cada semana durante o período analisado, além de inúmeras que passaram a ser criminalizadas por defender seus territórios. Do total de assassinatos reportados, 20 ocorreram no Brasil. Filipinas (30), Colômbia (24) e Índia (23) aparecem nas três primeiras posições do levantamento. Os setores da mineração e da agroindústria foram os que mais causaram vítimas, respondendo por 43 e 21 mortes, respectivamente.

Pela primeira vez desde 2012, quando a Global Witness começou a registrar os assassinatos, o Brasil deixou de ser o primeiro colocado no ranking global, aparecendo em quarto lugar no atual relatório. Porém, o país deve se manter alerta. Consta no estudo que integrantes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos que se reuniram com líderes indígenas no Pará, em novembro de 2018, reportaram que sua delegação sofreu intimidação e ameaça de representantes da indústria da soja. Naquele ano, pelo menos oito defensores que participaram de disputas por terras foram mortos no referido estado.

Os números incluídos no relatório, alerta a Global Witness, não alcançam a totalidade dos crimes, uma vez que muitos assassinatos não são documentados. No entanto, as histórias evidenciadas no levantamento indicam como a crescente demanda por terra, em resposta à demanda dos consumidores, está gerando violência letal em todo o mundo.

A organização internacional faz também um alerta sobre a criminalização de ativistas e suas comunidades. De acordo com evidências de vários continentes, governos e empresas têm usado os tribunais e os sistemas jurídicos como instrumentos de opressão contra as pessoas que enfrentam os abusos de seus poderes. Em alguns países, denuncia o relatório, o governo classifica os defensores como terroristas ou inimigos do Estado. Há, ainda, casos de flexibilização de leis nacionais para criminalizar o protesto social.

Entre os principais desafios inerentes ao enfrentamento do problema, constam a impunidade generalizada, que dificulta a identificação dos perpetradores das diversas violências; a criminalização e as ações agressivas que estão sendo usadas para reprimir o ativismo ambiental em todo o mundo; e o fato de os governos e as empresas não conseguirem resolver a causa estrutural dos ataques que, na maior parte, significa a imposição de projetos prejudiciais às comunidades sem o seu consentimento livre, prévio e informado.

“Os resultados deste relatório sugerem que o sistema está falhando de maneira explícita e trágica em relação a quem se pronuncia em defesa de sua terra e nosso planeta”, destaca o levantamento que elenca, ao final, um conjunto de recomendações para a prevenção de ataques, incluindo o enfrentamento às causas estruturais da violência e a proteção dos defensores, bem como a responsabilização dos envolvidos em casos de violência.

TCE reprova contas de fundos e condena gestores a devolver mais de R$ 2 milhões

Resultado de imagem para fotos do tce-maJulgamento irregular de tomada de contas de dois fundos levou o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) a impor débitos a gestores maranhenses que ultrapassam o total de R$ 2 milhões, além do pagamento de multas. Os julgamentos ocorreram na sessão plenária desta quarta-feira (31), e ainda cabe recurso da decisão.

No primeiro caso, em processo relatado pelo conselheiro substituto Antonio Blecaute, o Tribunal julgou irregular a Tomada de Contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do município de Igarapé do Meio (2011). O responsável, José Costa Soares Filho, foi condenado a devolver R$ 1,6 milhão ao erário, e ao pagamento de multas no total de R$ 186,8 mil.

 

No segundo julgamento, em processo relatado pelo conselheiro Edmar Cutrim, o TCE julgou irregular a Tomada de Contas do Fundo Municipal de Saúde de João Pessoa (2012), condenando o gestor, Francisco Emiliano Ribeiro de Menezes a devolver R$ 1 milhão, e ao pagamento de multas no total de R$ 110,8 mil.

Na mesma sessão, o TCE julgou irregulares as contas de Gelciane Torres da Silva (Câmara Municipal de Itinga do Maranhão, 2011, com débito de R$ 117 mil e multas no total de R$ 25,3 mil).

Foram julgadas regulares com ressalvas as contas de Maria Aparecida Sousa Veloso Gonçalves (Fundo Municipal de Saúde de Pio XII, 2015), Irani Pereira Barra Pae (Câmara Municipal de Lagoa do Mato, 2016), Luzivete Botelho da Silva (Contas Anuais do Prefeito, Itinga do Maranhão, 2011), Hamilton Helsen Décio (Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE, Rosário, 2013, com multa de R$ 9,6 mil), Francisco Sousa da Penha (Câmara Municipal de Brejo de Areia, 2013, com multas no total de R$ 25,4 mil), Betiane Martins de Arruda (Fundo Municipal de Assistência Social de Lago dos Rodrigues, 2011), Miguel Rodrigues Fernandes (Vargem Grande, 2011, administração direta), Francisco Pereira Lima e Kelli Cristina Machado (Fundo Municipal de Saúde Davinópolis, 2012).

Foram julgadas regulares as contas de Filomena Ribeiro Barros (Fundo Municipal de Saúde de Bacurituba, 2012), Francisco Pereira Lima (Fundo Municipal de Assistência Social de Davinópolis, 2012) e Claudio Rezende dos Santos (Câmara Municipal de Campestre do Maranhão, 2016).

Quatro presos de Altamira são mortos dentro de caminhão durante transferência para Belém

Presos de Altamira estavam sendo transferidos dentro de caminhão — Foto: Adriano Baracho / TV LiberalQuatro envolvidos na briga entre facções que resultou no massacre do presídio de Altamira foram mortos durante o transporte para Belém, segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup). Com isso, o número de mortos no confronto chega a 62.

Os novos crimes ocorreram entre os municípios de Novo Repartimento e Marabá na noite de terça-feira (30). Os presos eram levados algemados dentro de um caminhão, divido em duas celas. Os corpos foram encontrados na manhã desta quarta (31) com sinais de sufocamento.

De acordo com a Segup, os mortos seriam da mesma facção e ocupavam a mesma cela no Centro de Recuperação Regional de Altamira. Os outros 26 presos que estavam no veículo e que seriam levados para a capital estão em isolamento.

O caminhão tem quatro celas e a capacidade para até 40 preso – no momento dos crimes, 30 eram transportados. O Estado informou que não possui caminhão com celas individuais.

De acordo com a Segup, 21 presos já estão em Belém. Todos chegaram na terça-feira (30). Dezesseis são líderes de facções e dez deles irão, posteriormente, para o regime federal, os demais serão redistribuídos nas penitenciárias estaduais.

O governo do Estado confirmou a chegda de 40 agentes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) em Belém na tarde desta quarta, para atuarem em atividades de guarda, vigilância e custódia de presos.

Amapá do Maranhão | Aline Lacerda prestigia partida de futebol no Pov. Vertente

A pré-candidata a prefeita Aline Lacerda prestigiou no último domingo (28), no povoado Vertente, zona rural de Amapá do Maranhão, de uma partida de futebol masculino e feminino, sendo uma grande festa para os amadores dessa boa prática esportiva.  

Além de apoiar o evento esportivo, a líder política ainda sorteou para os desportistas presentes, como chuteiras, meiões e outros mais.  

Aline assistiu de perto a competição e ouviu dos atletas às reclamações de falta de apoio do poder público pelo esporte local. 

O organizador do evento é o jovem Hilton que realiza as competições com algumas dificuldades que são superadas pela força dos atletas pelo amor ao esporte. 

“Foi bonito de se ver a vibração das duas torcidas, onde os times demonstraram habilidade no decorrer da partida, apoio aos nossos atletas é fundamental para o desenvolvimento do nosso esporte”, disse Aline Lacerda. 

Com essas ações, Dra. Aline continua a incentivar o esporte nas comunidades amapaenses, e permanece presente e atuante, ouvindo e se colocando à disposição de toda a carente população. 

Ministério Público aciona prefeito e professora de Mirinzal por improbidade

O Ministério Público do Maranhão ajuizou, no último dia 24 de julho, uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o prefeito de Mirinzal, Jadilson dos Santos Coelho, e a professora da rede pública municipal Niradalva Silva Silveira. 

A medida deu-se em razão de a professora não exercer suas funções, colocando em seu lugar outra pessoa estranha aos quadros da educação do Município de Mirinzal, com o consentimento do prefeito.

Na ação, o titular da Promotoria de Justiça de Mirinzal, Frederico Bianchini dos Santos, pede a condenação do prefeito e da professora, com a aplicação das penalidades previstas na Lei da Improbidade Administrativa (nº 8.249/92). 

Caso a Justiça os condene, ambos podem ser punidos com a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos.

Ainda como penalidade o Ministério Público requereu a condenação dos acionados ao ressarcimento ao erário do valor de R$ 67.160, com correção monetária e juros, que equivale ao cálculo do tempo que a professora recebeu a sua remuneração (R$ 2.190) sem trabalhar. Foram exatos 28 meses (janeiro de 2017 a abril de 2019 – R$ 61.320) acrescidos de dois décimos terceiros (R$ 4.380) e dois terços de férias (R$ 1.460).

INVESTIGAÇÃO

Durante o processo de investigação, testemunhas ouvidas pelo Ministério Público confirmaram a denúncia de que professores da rede municipal de Mirinzal estavam recebendo seus vencimentos sem executarem suas obrigações. Inclusive a professora Niradalva Silva Silveira confirmou que praticava tal conduta.

Em seu depoimento, ela declarou que foi o prefeito quem colocou em seu lugar uma pessoa identificada como Milena Mondego, que é prima da esposa dele. Acrescentou ainda que mora em São Luís, o que é de conhecimento de todos na Secretaria Municipal de Educação, e que do salário de R$ 2.190 repassa R$ 1.090 para Milena Mondego.

“A conduta praticada pelos requeridos atenta cabalmente contra os princípios da impessoalidade e da moralidade, agride a ética, à qual o servidor público deve sempre obedecer”, comenta o promotor de justiça Frederico Bianchini.

Colisão entre carreta e ônibus mata quatro pessoas e deixa 30 feridos em MT

Acidente entre carreta e ônibus matou quatro pessoas e deixou 30 feridos na BR-163 em Diamantino — Foto: TV Centro AméricaUm acidente entre uma carreta, um ônibus e um carro matou quatro pessoas e deixou cerca de 30 pessoas feridas na BR-163 na noite dessa terça-feira (30), próximo ao município de Diamantino, a 209 km de Cuiabá.

Segundo a Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, o acidente ocorreu às 22h25 no km 540 da rodovia. A carreta e o ônibus bateram de frente. Além desses veículos, um outro carro também se envolveu no acidente.

De acordo com a Rota do Oeste, foram confirmadas quatro mortes ainda no local, sendo três pessoas que estavam na carreta: um homem, uma mulher e uma criança. Eles seriam marido, mulher e filho. A criança teria entre 2 a 3 anos.

Carreta e ônibus bateram de frente na BR-163 em Diamantino: quatro pessoas morreram — Foto: TV Centro América

 

Dupla é presa suspeita de integrar facção criminosa no MA

José Wilkson Frazão Pinheiro e Hielda Cristina Nunes Silva foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas em São Luís — Foto: Divulgação/PolíciaA polícia prendeu na terça-feira (30) no bairro do Cruzeiro do Anil, em São Luís, José Wilkson Frazão Pinheiro, de 33 anos, e Hielda Cristina Nunes Silva, 34, por suspeita de integrarem uma facção criminosa com atuação no estado do Maranhão.

Segundo a polícia, as investigações apontam que José Wilkson como sendo um dos responsáveis pela arrecadação de valores pagos por membros da organização criminosa a título de mensalidade do grupo, chamadas de “caixinhas”.

De acordo com a polícia, uma das contas utilizadas seria de Hielda Cristina, e os dois foram abordados pelos policiais no momento em que ocorria a entrega do dinheiro ilícito. Com a dupla foi aprendido quase R$ 5 mil em espécie, além de cartões bancários, anotações da contabilidade dos criminosos e vários recibos e comprovantes de valores pertencente à facção.

José Wilkson Frazão Pinheiro e Hielda Cristina Nunes Silva foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na capital, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Polícia apreendeu quase R$ 5 mil em espécie, além de cartões bancários, anotações da contabilidade dos criminosos e vários recibos e comprovantes de valores pertencente à facção — Foto: Divulgação/Polícia

Criminosos atacam agência do BB de Esperantinópolis-MA

Agência bancária de Esperantinópolis-MA foi alvo de bandidos — Foto: DivulgaçãoA agência do Banco do Brasil de Esperantinópolis, distante 268 km de São Luís, foi atacado na madrugada desta quarta-feira (31) por um bando criminoso. De acordo com policiais militares da cidade, os assaltantes destruíram a agência e ainda atingiram a tiros o prédio da companhia da PM e a viatura da polícia que serve o município.

Não há informações sobre pessoas feridas. De acordo com os policiais da cidade, os bandidos não fizeram nenhum refém e também não devem ter levado a quantia em dinheiro pretendida, pois a agência ainda não havia sido reabastecida.

O efetivo da Polícia Militar no município é de três policiais por plantão. Em período de abastecimento da agência, alguns policiais de municípios vizinhos reforçam a segurança em Esperantinópolis.

Juiz decreta prisão de homem que tentou subornar servidor do Judiciário de Buriticupu para apressar processo

Resultado de imagem para fotos subornarO juiz de direito da 1ª Vara de Buriticupu, Raphael Leite Guedes, respondendo pela 2ª Vara, determinou a prisão preventiva de Pedro Paulo Araújo, parte processual que ofereceu R$ 300,00 para servidor do forum de Buriticupu apressar o andamento do seu processo de divórcio que tramita na 2ª Vara da comarca.

Pedro Paulo foi preso em flagrante delito pela polícia militar, no dia 19 de julho, a pedido do juiz, depois de se dirigir ao balcão de atendimento da 2ª Vara de Buriticupu e oferecer o dinheiro ao servidor que o atendeu para agilizar o processo. Após sua prisão, ele deu entrada no pedido de liberdade provisória, que foi arquivado, em função da decretação da prisão preventiva. Pedro Paulo foi levado para a UPR de Açailândia, onde se encontra preso aguardando o julgamento.

CORRUPÇÃO – O crime de corrupção ativa praticado pela parte processual é previsto no artigo 333 do Código Penal: “Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício”, cuja pena de reclusão varia de 2 a 12 anos e multa.

O Ministério Público opinou pela concessão da liberdade provisória, com o pagamento de fiança, além de outras medidas cautelares, no entanto, o juiz decretou a prisão preventiva do acusado, por considerar a presença dos requisitos necessários para a decretação da prisão preventiva, tendo em vista suficientes indícios de autoria, que revelam personalidade e conduta periculosas.

Para o juiz, a prisão do envolvido se justifica diante da necessidade de garantia da ordem pública, e para que seja assegurada a conveniência da instrução criminal, impedindo que o investigado, se posto em liberdade, venha a interferir no andamento processual, com ameaças ao servidor do forum, que realizou a denúncia contra ele.

“Entendo que necessário se faz que se garanta a ordem pública, na medida em que o investigado ofereceu vantagem indevida ao servidor público, crime este que coloca em risco à própria ordem pública, haja vista que uma vez posto em liberdade nada impede que retorne a praticar o delito contra a Administração em geral”, declarou o juiz na decisão.

No entendimento do juiz, esse tipo de crime, nos dias atuais, deve ser combatido com o rigor da lei, na medida em que a sociedade não mais admite a prática da corrupção, muito menos quando praticada no próprio Fórum de Justiça como forma de agilizar o andamento de processo.

“Deve a Justiça, portanto, em casos como o que ora se apresenta, adotar uma posição rigorosa para garantir não somente a ordem pública, mas, também, que seja assegurada a aplicação da lei penal, a fim de se evitar que o investigado fuja e fique impune às penas da lei”, enfatizou.

MPF investiga situação de presos federais e de indígenas na rebelião de Altamira (PA)

Texto Investigação e a marca MPF - Ministério Público FederalO Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para investigar a situação de presos à disposição da Justiça Federal e presos indígenas que eventualmente estejam custodiados no Centro de Recuperação Regional de Altamira (PA), onde uma rebelião nesta segunda-feira (29) resultou na morte de 57 detentos – o maior massacre em presídios em 2019.

O inquérito foi instaurado ainda na segunda-feira e, na mesma data, o MPF encaminhou ofícios à Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), requisitando informações sobre a situação desses presos.

Nos ofícios, o MPF requisita que seja informado o número consolidado de presos vinculados à Justiça Federal e presos indígenas custodiados no presídio, e se houve mortes desses presos ou violência física ou moral contra eles.

O MPF requisitou, ainda, cópias dos laudos periciais cadavéricos e de corpo de delito de cada uma das vítimas, informando sobre eventual vinculação das vítimas com facções criminosas que atuam no Pará.

O MPF requisitou, também, informações sobre quais são as providências adotadas para a garantia da integridade física e moral dos presos custodiados no Centro de Recuperação Regional de Altamira.

Assim que receberem os documentos, a Susipe e a Segup terão prazo de cinco dias corridos para apresentarem as respostas.

A instauração do inquérito civil faz parte da atuação do MPF de acompanhamento do sistema prisional, vinculada à 7ª Câmara de Coordenação e Revisão da instituição. O objetivo é garantir à sociedade a efetiva e correta execução da pena, tendo em vista suas finalidades, e a preservação dos direitos e garantias do apenado, nos termos da lei e da Constituição Federal.

Ex-prefeita e empresários de Matões são acionados por contrato irregular

Imagem relacionadaA Promotoria de Justiça da Comarca de Matões ingressou, em 18 de julho, com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra a ex-prefeita Suely Torres e Silva, o empresário Fabiano de Carvalho Bezerra e a empresa F.C.B Produções e Eventos Ltda – EPP – F&F Produções e Eventos. A ação foi motivada por irregularidades em um contrato firmado em 2012 pela Prefeitura de Matões.

As irregularidades também levaram à proposição de Denúncia contra a ex-gestora e o empresário, que foi feita na mesma data.

A F.C.B Produções e Eventos foi contratada, por R$ 651.800,00 para a prestação de serviços de produção das festividades comemorativas ao Divino Espírito Santo, no período de 24 a 26 de agosto de 2012. O contrato foi feito após o processo de inexigibilidade de licitação nº 04/2012, questionado pelo Ministério Público.

A Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça apontou uma série de irregularidades no processo de dispensa de licitação, como a justificativa de preços que não está de acordo com a Lei de Licitações (8.666/93) e o fato de o processo não estar devidamente autuado, protocolado e numerado.

Além disso, para que bandas e artistas sejam contratados por inexigibilidade de licitação, é preciso que a contratação seja feita diretamente ou por meio de empresários exclusivos, o que não foi o caso. A empresa tinha cartas de exclusividade específicas para o período do evento. “Tal circunstância não é suficiente para justificar a contratação direta, pois se a exclusividade é condicionada e temporária, em regra não haverá impossibilidade de competição”, explica, na Ação, a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira.

Outra questão levantada é que, além das apresentações artísticas, o contrato englobava serviços de sonorização, iluminação, palco e gerador, que precisariam ser contratados, necessariamente, por meio de licitação.

BLOQUEIO

O Ministério Público requer, como medida liminar, o bloqueio dos bens dos envolvidos em valor suficiente ao ressarcimento do dano causado aos cofres públicos e ao pagamento da multa prevista pela Lei 8429/92 em casos de condenação por improbidade administrativa.

Se condenados, os envolvidos estarão sujeitos a penalidades como a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos.

ESFERA PENAL

As condutas de Suely Torres e Silva e Fabiano de Carvalho Bezerra também configuram, segundo o entendimento do Ministério Público, crimes previstos na Lei de Licitações. Para a promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, “além de não observar as formalidades pertinentes à inexigibilidade”, os envolvidos “acabaram por frustrar o caráter competitivo no processo licitatório”.

A ex-prefeita e o empresário foram denunciados com base nos artigos 89 (“Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade”) e 90 (“Frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo do procedimento licitatório, com o intuito de obter, para si ou para outrem, vantagem decorrente da adjudicação do objeto da licitação:”) da Lei 8.666/93.

As penas previstas nos dois artigos são, respectivamente, de detenção, de três a cinco anos, mais multa; e de detenção, de dois a quatro anos, além de multa.

Vereador de Bom Jardim é obrigado a cumprir medidas cautelares a pedido do Ministério Público

Atendendo parcialmente pedido do Ministério Público do Maranhão, a Justiça determinou medidas cautelares a serem cumpridas pelo vereador Antônio Gomes da Silva, mais conhecido como Antônio Cesarino, além de monitoramento eletrônico. O requerimento pela prisão preventiva foi feito pelo promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira. A decisão foi proferida pelo juiz Bruno Barbosa Pinheiro.

De acordo com as investigações, Antônio Cesarino, em parceria com outras pessoas, cometeu diversos crimes como falsificação de documentos públicos e particulares, estelionato simples e qualificado, além de lavagem de dinheiro.

Conforme a decisão, o vereador terá que comparecer mensalmente à Justiça para informar e justificar atividades; está proibido de acessar e frequentar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e sedes de sindicatos; também está proibido de manter contato com todas as testemunhas e indiciados envolvidos nas irregularidades investigadas; igualmente está impedido de se ausentar da sede do município, sem prévia autorização judicial.

IRREGULARIDADES

Foi apurado que Antônio Cesarino cobrava dinheiro de trabalhadores rurais para facilitar a obtenção de financiamento junto ao Banco do Nordeste, no programa Agroamigo. Na condição de vereador e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Cesarino atuava para aproximar a empresa de fachada Progeo dos pequenos produtores rurais.

O vereador também costumava facilitar a obtenção irregular de benefícios assistenciais. Ele e a esposa, presidente da Câmara de Vereadores de Bom Jardim, teriam sacado, em proveito próprio, aproximadamente R$ 108 mil das contas do Legislativo municipal. A investigação apontou, ainda, que o representado vinha coagindo testemunhas.

Justiça Federal bloqueia R$ 1,9 milhão das contas de Edison Lobão

Resultado de imagem para fotos de Edison LobãoO ex-senador e ex-ministro Edison Lobão (MDB) teve R$ 1,9 milhão bloqueados de contas bancárias pelo Banco Central, após determinação da juíza substituta da Operação Lava Jato no Paraná, Gabriela Hardt. Lobão é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

A denúncia trata de corrupção e pagamentos ilícitos, entre 2011 e 2014, no valor de R$ 2,8 milhões, envolvendo o contrato de construção da Usina de Belo Monte, no Pará. À época dos fatos, Edison Lobão ocupava o cargo de Ministro de Minas e Energia.

De acordo com a acusação, a propina para Edison Lobão e Márcio Lobão foi repassada pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, em cinco entregas, no local onde Marta Lobão, esposa de Márcio Lobão, mantinha um escritório de advocacia com a família de seu sogro. Nos sistemas de contabilidade paralela da Odebrecht, relata o Ministério Público Federal, Edison Lobão era identificado como ‘Esquálido’ e para viabilizar os pagamentos foram efetuadas operações dólar-cabo para gerar valores em espécie no Brasil e criadas senhas para a entrega do dinheiro.

“As provas do recebimento da propina foram colhidas dos sistemas de contabilidade paralela da Odebrecht, em planilhas obtidas com Álvaro Novis, doleiro responsável por gerenciar as entregas do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, e com recibos de entregas apreendidos na empresa Trans-Expert, transportadora de valores ilícitos que prestava serviços para a empreiteira”, informou a Procuradoria em nota.

Na aceitação da denúncia, a juíza havia determinado o arresto e o sequestro de R$ 7,8 milhões em bens e ativos financeiros em nome do ex-ministro, de um filho e da nora – que são réus na ação. Três ex-executivos da Odebrecht também são réus no processo. Somente em uma das contas, havia R$ 1.457.632,48. Em outras duas, R$ 367.203,39 e R$ 86.427,50.

Segundo a Procuradoria da República, as empresas do Consórcio Construtor Belo Monte, entre elas a Odebrecht, ‘se comprometeram a efetuar pagamentos de propina na razão de 1% do valor do contrato de construção da Usina de Belo Monte para políticos do PT e MDB’. A denúncia aponta que os valores da propina foram divididos de modo que 45% ficassem com integrantes do PT, 45% com integrantes do MDB e 10% com Antônio Delfim Netto.

Segundo a denúncia, a propina para o ex-ministro e para o filho foi repassada pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, em cinco entregas no escritório de advocacia que a nora mantinha com a família.

A procuradora da República Jerusa Burmann Viecilli destaca que ‘os crimes cometidos no âmbito da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte ultrapassam os danos causados ao erário, na medida em que atingiram diretamente o meio ambiente, direito fundamental cujo equilíbrio é indispensável para o futuro das gerações’.

Polícia investiga caso de feto encontrado em vaso sanitário em UPA de São Luís

A Polícia Civil investiga o achado de um feto dentro de um vaso sanitário na Unidade de Pronto-Atendimento Socorrinho II, no bairro São Francisco, em São Luís. O achado aconteceu nesta terça-feira (30) e a polícia busca saber quem teria feito isso.

De acordo com policiais da 9ª Delegacia de Polícia Civil, ainda não dá pra ter certeza se era um feto ou um embrião, assim como o dia em que foi deixado no hospital. Equipes do Instituto Médico Legal foram enviadas ao hospital e realizar perícia.

Homem preso por estuprar e matar adolescente de 17 anos em Morros, no Maranhão

Exames de DNA apontaram que Tadeu Santos Diniz estuprou e matou a adolescente Maria Francisca Dutra Diniz, de 17 anos. — Foto: Divulgação/Polícia CivilA Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (29) Tadeu Santos Diniz, de 23 anos. Após exames de DNA, ele é acusado pela polícia de ter matado e estuprado a adolescente Maria Francisca Dutra Diniz, de 17 anos, na cidade de Morros a cerca de 45 km de São Luís. O caso aconteceu em fevereiro deste ano.

O corpo de Maria foi encontrado pelo namorado em um terreno baldio, já sem vida, e com sinais nas unhas que indicam que ela teria arranhado o assassino. Após meses de investigação, a polícia descobriu que Maria era procurada por Tadeu, mandava mensagens e que queria ter um relacionamento amoroso, mas ela não queria e acabou namorando com outro jovem.

A partir dos indícios deixados por Tadeu, a polícia o considerou como suspeito e pediu dois exames de DNA: O primeiro com material genético doado pelo pai do autor e o segundo com material genético de Tadeu.

Os laudos indicaram que um dos filhos do pai do autor teria cometido o crime e, posteriormente, o laudo de Tadeu deu compatibilidade total com o material genético encontrado no corpo da vítima. Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) também constatou que Maria foi morta por asfixia.

Com os resultados dos exames, a Polícia Civil pediu pela prisão preventiva de Tadeu, o que foi cumprido nesta segunda (29), também na cidade de Morros. Após ser preso, ele será encaminhado para a Unidade Prisional de Ressocialização de Rosário.